Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

QUEM MAL APRENDEU, MAL ENSINOU! EM EXAMES, OS PROFESSORES DO ENSINO NÃO SUPERIOR, SABERIAM RESPONDER CORRECTAMENTE?

Os efeitos das aldrabices cometidas sobre O nome «SERRA DE SOAJO», é uma designação geográfica quinhentista que denomina o espaço serrano do rio Lima ao Minho, a nascente do vale do Vez, sendo que antes do uso do vocábulo, serra,  encontrava-se sob a denominação de «montes de Soajo».

Na primeira década do século XX, foram cometidas várias aldrabices, e que continuam ainda a produzir efeitos na segunda década do séc. XXI, não obstante terem sido objecto de correcções por parte da instituição oficial com  competência em matérias de toponímia, mas há quem persista em não as cumprir ao ponto de as exagerarem com novas versões de falsidades!

O suporte sinalético da responsabidade do poder municipal valdevezense, aqui apresentado,  comprova os dislates, ou seja, as afirmações disparatadas que foram corrigidas apenas neste local, pois no Mezio, também em território autárquico de Soajo, indica que, no mesmo percurso, mas em sentido  contrário para este local dentro davila de Soajo, idêntica sinalética subsiste!...

Assim, temos um trajecto de 6,8 Km em duas serras!

Já diversas vezes chamámos à atenção para esta aldrabice, mas a política municipal do «quero, posso e mando», mantendo uma postura ditadora, aspecto que neste assunto nunca observei no tempo da governação salazarista, pois, impunha, todavia, obedecendo ao rigor absoluto dos saberes geográficos toponímicos, em matérias de indicações de locais, e, se alguma excepão existisse, era sensível e diligente na reparação...

Obviamente, que o fazem com intuitos de prejudicar intencionalmente o nome da SERRA DE SOAJO...

DSCN7440.JPG

No texto fotocopiado a seguir abordamos, os equívocos dos nomes do espaço de duas serras, que não foram objecto de alertas suficientes, nem nos últimos anos da monarquia portuguesa, nem nas duas primeiras décadas do regime republicano, não obstante respeitarem a dois dos principais relevos de Portugal Continental : 

DSCF8826.JPG

Questões a colocar sobre o apresentado num texto de um manual escolar da disciplina de Geografia no qual se abordaram vários aspectos descritivos  dos relevos portugueses que estão articulados com os do país vizinho.

1) Quem foi que, pela primeira vez, relacionou as serras de Portugal com as de Espanha?

2) Em que ano se publicou a obra em que se criaram e a partir da qual se ensinaram e divulgaram os agrupamentos das serras em quatro sistemas?

3) Entre que rios, o criador dos quatro sistemas orográficos, situou em texto, as serras a que quis designar, uma por Peneda, e, outra por Soajo?

4) Das duas serras que o inovador dos sistemas designou como se chamando Soajo e Peneda, qual considerou com maior altitude?

5) Quais foram os geógrafos, professores universitários, que consideram que o autor dos quatro sistemas orográficos cometeu erros, quer quanto aos nomes de algumas serras, quer quanto às suas localizações?

6) A que nome de serra, o autor dos sistemas, se opôs afirmando-o como sendo o único do país inapropriado, mas que mesmo considerado-o inadequado, atribuiu-o como nome de uma outra serra, também, das principais de Portugal? 

DSCF8831.JPG

DSCF8833.JPG

DSCF8846 (1).JPG

 

DSCF8685.JPG

DSCF8686.JPG

DSCF8883 (1).JPG

 

DSCF8877.JPG

DSCF8888.JPG

 

DSCF8882.JPG

DSCF8881.JPG

DSCF8893.JPG

DSCF8886.JPG

 

O CONHECIMENTO NACIONAL DE SOAJO DEVE SER REPOSTO AO NÍVEL DO QUE EXISTIA, ANTES DA CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL, EM 1971!

 Em Lisboa e no Porto, o milenar SOAJO, não recorria a uma "muleta", porque não o tinham acidentado tão fortemente como o fizeram alguns "matadores", após 1971, pelas consequências desastrosas de SOAJO não ter sido incluído no nome do Parque Nacional!

Mas, os efeitos ainda se tornaram mais intensos com as arremetidas do " plebeu auto-promovido a fidalguinho" que foi fundador no PAÇO VALDEVEZENSE da «CASAMATASOAJO», por volta do ano 2000.

Por agora exibem-se apenas algumas provas de que na imprensa nacional se identificava SOAJO, sem referir o distrito de VIANA DO CASTELO...

DSCF8270.JPG

DSCF8266.JPG

DSCF8263.JPG

 

 

DSCF7600.JPG

 

DSCF8656.JPG

SOAJO, não compôs como nome, o nome do Parque Nacional, devido às ALDRABICES encomendadas a G. Pery, e sobretudo a P. Choffat, por certos poderes  domiciliados à beira Vez e por influências, durante o processo da criação do P. N., em Lisboa, de pessoa com ligações familiares à VILA DO VEZ!

Todavia, o que é uma verdade indesmentível é que, no decorrer dos séculos houve, como, ainda há, e haverá, um topónimo oficial em Portugal, apesar de continuarem com hostilidades E MALDOSOS ataques, alguns políticos instalados, nos últimos vinte e cinco anos, no município que, Soajo, ajuda a reconfigurar, substancialmente, desde 1852! 

Desculpam-se, dizendo que foram outros os responsáveis pelo nome do Parque Nacional, mas se isso é, em parte verdade, é preciso afirmar quem quem estava no poder camarário na altura de 1970, portanto, durante o período negro do FASCISMO, nada obstou, bem pelo contrário, concorreu, sem quaisquer fobias para, nas matérias de  PRESERVAÇÕES DAS IDENTIDADES relacionadas com Soajo, reforçar estes propósitos!

Actualmente, as atitudes anteriores permanecem, só que recorrem a expedientes, mais manhosos, incisivos, alargados e intensos!

Nos mapas do turismo do Porto e Norte do país, DESPREZIVELMENTE, MALTRATAM a «SERRA DE SOAJO», mas sobretudo o poder executivo municipal NÃO REAGE, bem pelo contrário, apoia, para que DESRESPEITEM A LEI E O VERDADEIRO RIGOR DA  CIÊNCIA GEOGRÁFICA como se pode visionar clara e objectivamente:a seguir:

DSCF8653.JPG

 

DSCF8660.JPG

Isto é vergonhoso, indigno  e atentatório do bom nome da serra!  A Câmara Municipal  do Vale do Vez, nada fará para corrigir esta situação, bem pelo contrário, pretende aumentá-la, porque está ao seu gosto!

O nome do concelho e da sua capital está ligado ao acidente geográfico que é o «VALE DO RIO VEZ»! 

SOAJO ESTÁ, e ESTEVE TAMBÉM,  FISICAMENTE, ARTICULADO COM A «SERRA DE SOAJO», CONFORME DOCUMENTALMENTE SE COMPROVA AO LONGO DOS SÉCULOS!

O PASSADO DE SOAJO SERIA PARA ABATER, PARA MATAR...mas, já se deram passos fundamentais para o impedir, com a a sua inclusão em cartas geográficas OFICIAIS, nas décadas de 2001/2020, quer na CARTA ADMINISTRATIVA OFICIAL DE PORTUGAL (C.A.O.P), quer no ATLAS OFICIAL DE PORTUGAL!

Foram, o «Saraiva das Forças» e o escritor TOMAZ DE FIGUEIREDO, relacionados, na universitária Coimbra, com o Vez? Não foram!

Relacionaram-nos, consireando-os, como a  «FERA DE SOAJO»!

Foram alcunhados como a «FERA DA PENEDA [de SISTELO]?

Não foram!

Se o fossem com a Peneda, da Gavieira, não seriam tidos como os "SANTINHOS DA PENEDA"?!

 O nome correcto da SERRA deveriam saber os RESPONSÁVEIS máximos do «TURISMO DO PORTO E NORTE»  que não é o que figura no mapa que publicam, mas sim o que consta no mapa oficial abaixo apresentado, e que foi editado, no ano seguinte [1972], ao da criação do Parque Nacional:

DSCF8620.JPG

 

DSCF8617.JPG

 

DSCF8611.JPG

 

 

 Mas no mesmo "desdobrável" do «TURISMO DO PORTO E NORTE» consta ainda a mesma ABERRAÇÃO: 

DSCF8655.JPG

DSCF8657.JPG

 Continuemos, pois,  A REPUDIAR este tipo de agressões que fazem com que SOAJO, se TORNE, em vez de "COISA POUCA", uma "COISA NADA"!

Também há quem na CIÊNCIA MATEMÁTICA diga que, na base dez, dois mais cinco, são trinta e trinta e quatro!...

Também na CIÊNCIA GEOGRÁFICA, muitos dos homens do ensino e da comunicação, não corrigem AS MENTIRAS E OS ERROS, antes preferem apresentar os mapas não respeitando a TOPONÍMIA OFICIAL, estabelecida pela autoridade governamental com competência nesta matéria!

                                     Serra de Soajo, 1 de Maio de 1944

 

 

OS CÃES SABUJOS DE SOAJO MOTIVAM MUITO ORGULHO COMO RAÇA MULTISSECULAR EM C. LABOREIRO, O QUE CONSTITUI UMA RIDÍCULA E FALSA PROPAGANDA À CUSTA DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO DE SOAJO!

 

DSCF8497.JPG

DSCF8113 (1).JPG

As três fotos seguintes são focadas sobre escritos da autoria de J. Marques Rocha, estando inseridos em «MELGAÇO, DE ONTEM E DE HOJE», onde claramente  se vê que têm como fonte a «Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira»!

Por via disto, reproduzem as várias aldrabices dos escritos do Prof. Fernandes Marques que, embora fosse um muito competente conhecedor das raças caninas portuguesas, em aspectos sobre o nome e a história do CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO foi muito pouco probo e escrupuloso.

DSCF8337.JPG

DSCF8338 (1).JPG

DSCF8339.JPG

Depois deste artigo, muitos outros foram publicados na imprensa nacional e regional e em revistas, continuando a dar eco às asneiras que Fernandes Marques escrevera em 1935, e que foram em boa parte parar à «Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira», na década de 1940, com ainda mais algumas torpes distorções, ao omitirem e negaram os relacionamentos de muitos séculos da raça da SERRA DE SOAJO, com o muito profundo, extenso e notável SOLAR DO CONCELHO DE SOAJO. 

Vejamos um outro exemplo de desenraizamento do solar de muitos séculos.

Em 1997, foi publicado o 1º volume do «DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DAS FREGUESIAS» de Portugal, tendo sido coordenadora desta obra a Dra. Isabel Silva, e a edição foi da «MINHATERRA».

Sobre a freguesia de Castro Laboreiro, entre outros assuntos, foi abordada a raça canina que por batotas, mentiras e erros foi considerada pelo catedrático autor da caracterização do seu padrão (estalão), Prof. Doutor Manuel Fernandes Marques, em 1935, como não devendo ter o nome «CÃO DE SOAJO», apesar de atribuir alguma da documentação histórica da raça que, desde as Idades Média, Moderna e Contemporânea, sempre e apenas foi relacionada com o concelho e montaria real de Soajo e, em nada, com Castro Laboreiro!

Da sobredita enciclopédia, no concernente tratamento da freguesia de Castro Laboreiro, transcrevo com a devida vénia o seguinte: «Tratando-se de uma raça pura e altiva, os MUNDIALMENTE FAMOSOS cães de Castro Laboreiro são desde o século VIII, motivo de orgulho do seu povo. É uma raça mastim, nativa desta região montanhosa.»

Duas ENORMES FALSIDADES ficaram expressas, em 1997, para a posteridade!

A primeira, respeita à asneira de se dizer que o cão é NATIVO de Castro Laboreiro, quando as primeiras referências conhecidas sobre a existência desta raça, nesta terra, datam, tão somente, da segunda metade do século DEZANOVE !

De facto, Fernandes Marques só com asneiras colocou em Castro Laboreiro o que nada tinha a ver em termos históricos e  geográficos com esta terra, como a seguir se prova.

DSCF8342 (1).JPG

Na  foto anterior e nas duas seguintes feitas na intitulada «SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DAS RAÇAS CANINAS NACIONAIS» podem ler-se os textos sobre o CÃO DE SOAJO, embora fosse nome negado, mas com referências HISTÓRICAS que lhe dizem respeito, o que não deixa de ser um contrassenso. 

DSCF8345 (2).JPG

DSCF8346.JPG

O segundo e, também, gravíssimo ERRO, plasmado no texto mais abaixo, resulta da aldrabice declarada e/ou consentida pelo Prof. Manuel Fernandes Marques ao ter dito que o cão já existia no século OITO, apesar de no documento original e no copiado deste para o texto do opúsculo «SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DAS RAÇAS CANINAS NACIONAIS», publicado em 1935, sobre a raça aqui em causa, estar escrito SÉCULO DEZOITO!

DSCF8504.JPG

O texto fotografado na imagem anterior e nas duas que se seguem obtidas na «GRANDE ENCICLOPÉDIA PORTUGUESA E BRASILEIRA» permitem que se façam comparações com as dos «SUBSÍDIOS» o que leva a concluir que estes foram feitos com  base nos primeiros, embora tenham complicado e mais evidenciado as aldrabices para negar o nome CÃO SABUJO DE SOAJO, e com o objectivo de as distorcer para favorecer o nome aldrabado em detrimento do solar original de séculos em SOAJO, concelho donde partiam os magníficos «CINCO SABUJOS DE SOAJO»! 

DSCF8505.JPG

DSCF8495.JPG

DSCF8506.JPG

 

 

No entanto, no sexto volume da «GRANDE ENCICLOPÉDIA PORTUGUESA E BRASILEIRA» publicado por volta de 1942, adulterou, viciou, ou permitiu Manuel Marques que, aparecesse a TRAFULHICE, de que os «CINCO CÃES SABUJOS» [ verdadeiramente só entregues aos REIS, anualmente, pelo concelho de Soajo] fossem mandados por Castro Laboreiro, igualmente (?!) na quantidade de «CINCO CÃES SABUJOS», mas para SENHORES [árabes?]! 

Os descaramentos, a falta de vergonha, não tiveram limites!

Em consequência destes dislates e aldrabices quando se questionam algumas/pessoas em Castro Laboreiro sobre a ancestralidade da raça não raros castejos afirmam que ela é mais antiga do que Portugal porque desconhecem que a referência ao século OITO relativa ao envio de «cinco sabujos» resultou de várias PETAS!

O PATRIMÓNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE SOAJO, SOBRETUDO EM TERMOS DO NOME DA SERRA E DO NOME DO CÃO, foram e continuam a ser, em termos AVULTADOS,  postos a PATACOS FALSOS,  pelas acções directas e/ou indirectas do poder municipal VALDEVEZENSE, porque FIZERAM  e ainda fazem de Soajo como que uma sua colónia! 

Mas, mais cedo ou mais tarde, lá virá o tempo em que voltarão os “MAPUTOS” de Soajo ao de cima, ao não defender o actual poder MUNICIPAL os patrimónios culturais e históricos, antes contribuindo para serem mais espezinhados por EXÓGENOS que dispôem de substanciais auxílios nas potenciadas influências do  PODER COLONIZADOR VALDEVEZENSE!

A raça do cão sabujo com solar na SERRA DE SOAJO desde os tempos medievais, foi na "casamatasoajo" da casa municipal de "Barcos do tal vale do Vez", mordida em 2016!

 

DSCF8410.JPG

DSCF8389.JPG

DSCF8384.JPG

DSCF8367.JPG

DSCF8396.JPG

DSCF8393.JPG

 

O professor de medicina veterinária M. Fernandes Marques no ano de 1935, em Castro Laboreiro não declarou a raça canina que já existia sem estalão, portanto, antes de ter elaborado a caracterização morfológica e funcional do cão sabujo de Soajo, como se encontrando apenas nesta reduzida área castreja em perfeito estado de pureza, como alguém ousou tentar convencer em 2013. Pelo contrário, referiu na altura de 1935, que o cão vivia em quase todas as povoações da área montanhosa entre os rios Minho e Lima, situadas desde a «Peneda ao Suajo», serras que incluiu, erradamente, Fernandes Marques, no agrupamento galaico-duriense que Choffat criou em 1907! Contudo, um facto indesmentível é que, o suíço inventor do «galaico-duriense», não situou a serra de Soajo no âmbito do Lima ao Minho, mas entre os rios Lima e Homem, e, a "serra da Peneda" a dar nome ao maciço montanhoso da Serra de Soajo.

Com as descrições do professor e médico M. F. Marques foram, objectivamente, mal denominados, quer o cão, quer a serra!

 

 

DSCF8399.JPG

Esta raça canina com séculos, não se circunscrevia a uma "paróquia", porém, Fernandes Marques baralhou e enganou muita gente em variadíssimos aspectos, embora a localizasse, em termos de habitabilidade, em maciço serrano.

Mas só o fez com a raça de Soajo, uma vez que para as outras raças do sul de Portugal não as relacionou com uma única freguesia, nem com um só concelho, nem com um só distrito administrativo...

DSCF8342.JPG

Não foi só no solar da raça em SOAJO, já mencionada no primeiro século de Portugal, que os sabujos ajudaram os monteiros vigilantes das zonas protegidas. Nas matas do Botão, no tempo do rei D. Afonso II e, noutros reinados do século de 1200 e seguintes, serviram os sabujos iguais propósitos.

Notem bem que a área de habitação da raça do cão da serra de Soajo, em 1935, não foi só a paróquia castreja, todavia, o facto de nalgumas décadas deste século menos RAREAR na paróquia de Laboreiro, Fernandes Marques,  concluiu sem ter fundamentos seguros ...

DSCF8406.JPG

Os manuais escolares, até 1875, identificavam a localização do solar da raça SABUJO portuguesa, apenas como sendo a SERRA DE SOAJO mas, depois deste ano e até 1907, continuou o nome desta serra  como altamente predominante.

DSCF8063 (1).JPGmgj fv x   

Depois de 1907, foi-se disseminando o erro - por quase todos os aderentes aos sistemas de agrupamentos das serras como vimos atrás - ao deslocarem o nome Serra de Soajo para o sul do rio Lima, para denominar alternativamente o território da SERRA AMARELA!

DSCF8306.JPG

Devido a esta apresentação das serras, sem referir os rios, houve quem interpretasse a Serra de SOAJO, não como dando nome à serra Amarela, mas tão só como sendo uma parte do território clássico da Serra de Soajo, e, a partir destas imprecisões, pessoas como o autor do ESTALÃO DO CÃO, Fernandes Marques, entenderam indevidamente que do Minho ao Lima existiam DUAS SERRAS, a da Peneda, a norte, e a de Soajo, a sul!

Por via das asneiras de Choffat, de copiadores destas, e de interpretações diversas, o solar da raça em causa não foi simplesmente apresentado como abrangendo o espaço da SERRA DE SOAJO!

DSCF8309.JPG

O rio Vez,  conforme a interpretação da localização das serras, passou também, sobretudo, a partir de 1907 a ter como SERRA-MÃE duas identidades geográficas alternativas, ora SOAJO, ora a do nome aldrabado!

DSCF8401.JPG

DSCF8345.JPG

Foi referida uma tradição extravagante por Fernandes Marques, mas, verdadeiramente, sem tradição, ao ser gerador de uma reputação e glória para a terra de Laboreiro que,  efectivamente, nunca teve na vertente de se enviarem de Castro Laboreiro para os reis, anualmente, os «CINCO CÃES SABUJOS...»DSCF8402.JPG

 Na verdade, só impropriamente, ou melhor, só aldrabadamente se pode dizer "cão Castro-Laboreiro" face ao nome «CÃO DE SOAJO», porque antes do FORAL DE SOAJO de 1514, e depois por estar em vigor até 1832, foram os CINCO SABUJOS exclusivamente enviados para os REIS do concelho de Soajo!

Com TODO este historial, obviamente, que foram muito disparatadas as considerações de Fernandes Marques sobre a negação do nome «CÃO SABUJO», que sempre foi treinado  e utilizado como cão de caça grossa e de guarda de gados, e ainda acompanhantete dos guardas monteiros na vigilância da montaria real instalada em parte da SERRA DE SOAJO!... 

DSCF8351.JPG

DSCF8356.JPG

Esta cadela pouco tinha como modelar, mas não encontrando melhor, aproveitou o autor do estalão, Fernandes Marques, o que havia, para poder incluir na sua publicação algumas fotos de cadelas desta raça nesta zona da SERRA DE SOAJO, área autárquica de Castro Laboreiro...

Não se diga que o nome da serra não era o de SOAJO, pois centenas de obras ao longo dos séculos consideraram esta paróquia e antigo concelho como situado nesta, e só depois de G. Pery, e, sobretudo  de Choffat, é que os posicionamentos geográficos foram baralhados dento deste maciço serrano.

DSCF8348.JPG

 

DSCF8350.JPG

M. Fernandes Marques ao ter escrito «entre as Serras da Peneda e Soajo» no texto do estalão quis dizer com o vocábulo «entre» que o solar do cão sabujo se situava «dentro» destas duas serras, para os que dividiram o espaço da multissecular SERRA DE SOAJO, indevidamente, em duas partes!

Se fosse pertinente a existência de duas serras, e corrigindo o espaço territorial em mapas da freguesia de SOAJO  para o harmonizar com os limites que rezam nos livros dos tombos de Soajo e Cabreiro, então, a autarquia soajeira situar-se-ia em duas importantes serras - sem haver vales e  rios, ou, outros significaticos acidentes geográficos a permitir separações -  o que não deixa de ser paradoxal!

 

DSCF8197 (1).JPG

O vocábulo, «MONTES», foi o mais antigo para designar as serras de Portugal, neste caso em romano, e, não no "português da SERRA DE SOAJO" como ousou  descrever um valdevezense que, por vezes, o relacionam com o nome de um pássaro de arribação...

Traduzindo do latim para português os «MONTES» da foto anterior, para  serras, temos as seguintes:

DSCF8198 (1).JPG

 

Os montes já figurados como serras no mapa anterior, relativos ao Marão, e Montemuro, e os das serras constantes no nome do Parque Nacional, depois de devidamente corrigido neste o errado, constatamos só na SERRA DE SOAJO, existiu SOLAR, ou seja, território do nascimento e  criação, durante vários séculos, de uma raça específic raça canina, donde se enviaram para os reis, anualmente, os «CINCO MAGNÍFICOS CÃES SABUJOS DE SOAJO».

DSCF6511.JPG

O local da instalação da torre culminada por uma pirâmide geodésica instalada no Pedrinho, falsa "Peneda", na segunda metade do século dezanove, não tinha passado relevante, mas justificaria o nome da serra, segundo os critérios apontados pelo suíço Choffat, um grande ignorante dos nomes das principais serras de Portugal, porque já existentes quase todos nos séculos anteriores.

Todavia, alguém, não reduziu neste mapa a aldrabice do nome da serra a um mero relacionamento com a sinalização de um marco geodésico como se nota na parte de um ATLAS GEOGRÁFICO editado em Portugal na década de 1980 , pelo "Círculo de Leitores"...

Com este procedimento, a SERRA DE SOAJO, ocupa o seu correcto lugar, e o termo "Peneda" designa o marco, mas também indevidamente...

A seguir as disparatadas alegações de Choffat que só aplicou à SERRA DE SOAJO, como se disse.

DSCF8208 (1).JPG

As justificações do suíço Choffat constituíram  uma deplorável  tentativa para ajudar a matar o nome da SERRA DE SOAJO.

Alguns, valdevezenses, e um lisboano, franciscano, muito se regozijam com estas tamanhas aldrabices...

DSCF8032 (1).JPG

O suíço, P. Choffat, pretextou nos seus escritos sobre as designações das serras de Portugal, arranjando,, de facto argumentos "à medida" para afastar o nome da Serra de Soajo!

Mas, não obstante os critérios manhosos que só Choffat usou para tentar matar o nome da SERRA DE SOAJO, pois as de outras SERRAS com nomes ligados a localidades, não os usou para mudar muitas outras serras de PORTUGAL! 

Negando o nome SERRA DE SOAJO como inadequado a sul do Lima, deveria tê-lo afastado, mas contraditoriamente  incluiu-o no quadro anterior! 

SERRA DE SOAJO COMO SINÓNIMO DA FALSA "PENEDA" não o admitiu, porque continuaria a fazer forte oposição pela sua ANTIGUIDADE DE SÉCULOS!

Com esta hipócrita  estratégia a aldrabice resultaria mais eficaz, ao baralhar, ENGANAR e substituir o nome VERDADEIRO SERRA DE SOAJO a norte do Lima! 

Também um imaginativo pássaro de arribação, autor da expressão ESTÚPIDA  "soajeiros FALANTES do português da SERRA DA PENEDA", na NOVA CALEDÓNIA, habilmente, quis aproveitar-se das confusões para que fosse introduzido o PSEUDÓNIMO PATÉTICO da SERRA DE SOAJO,  no nome do PARQUE NACIONAL com a intenção de atirar a matar ao alvo a abater...

 

DSCF6012.JPG

As batotas de CHOFFAT foram corrigidas em 1932, na considerada primeira GEOGRAFIA DE PORTUGAL, de características científicas, mas geógrafos de superficialidades não as corrigiram totalmente, e por tal, a SERRA DE SOAJO, como que solicita aos SOAJEIROS que protejam o seu nome, contra as malquerenças de mais mouros com raízes valdevezenses, que se têm mostrado muito arreigados à defesa das aldrabices do nome da serra e do parque...

DSCF6265.JPG

Chamar à atenção das batotas do nome do CÃO DE SOAJO, da identidade da SERRA DE SOAJO, e da dignidade da VILA DE SOAJO, foram também alguns dos propósitos de nos monumentos ficarem perpetuamente epigrafados em profundos sulcos verdades ANTIQUÍSSIMAS, que cada vez mais estão ACTUALIZADAS, para que no futuro sejam melhor defendidas das garras de alguns malditos valdevezenses...

DSCF8408 (1).JPG

Este belo exemplar nascido no principal e mais secular SOLAR DA RAÇA desafia os mentirosos que se atrevem às desonestidades, muito libertinas...

 

DSCF8398.JPG

 

 

DSCF8358.JPG

 

DSCF6319 (1).JPG

O nome do cão sabujo e da serra que aguns dos camaristas valdevezenses e serventuários da «CASAMATASOAJO» quiseram escondida e miseravelmente atacar, com escritos de "chicos-espertismos" que raiam os seus baixinhos níveis...

 

DSCF8115.JPG

DSCF8316.JPG

DSCF8317.JPG

DSCN7436.JPG

DSCF8403 (1).JPG

DSCF8359.JPG

Repetimos as façanhas de "trinta dinheiros" imbatíveis nas artes de simulações...

DSCF8314.JPG

Sem a mínima verticalidade tentam sem darem a cara fazer oposição ao principal historial da raça do cão de Soajo através de atitudes que nos dispensamos de qualificar, e têm-se como pessoas...

DSCF8379.JPG

DSCF8326.JPG

 

DSCF8232.JPG

Numa monografia, editada em 1993, intitulada «Melgaço de Ontem e de Hoje», cujo autor é J. Marques Rocha, constam elementos patrimoniais e culturais  de Soajo, mas são considerados como sendo de Castro Laboreiro e, concomitantemente, do concelho de MELGAÇO.

No município governado por "chicos-espertos" valdevezenses repudiam,  invejosamente, gloriosos TESOUROS, por estarem relacionados com o antigo SOAJO, que se estendia do rio Lima à Portela do Lagarto.

DSCF8338.JPG

Todos estes documentos são demonstrativos de verdades sobre o nome da SERRA DE SOAJO, e da identidade do CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO.  Como não conseguem desmentir as verdades com provas em contrário, os adversários e/ou inimigos de SOAJO refugiam-se no anonimato e recorrem a "golpadas" para atingirem negativamente a história e a geografia desta parte do concelho a que, infelizmente, entregam apenas migalhas para despejarem muitos mais MILHÕES nas localidades privilegiadas...

O NOME OFICIAL, DE USO OBRIGATÓRIO, RELATIVO À SERRA DE SOAJO, É VEXADO DENTRO DO TERRITÓRIO ADMINISTRATIVO DA FREGUESIA DE SOAJO, PELA CÂMARA DE A. DE VALDEVEZ, COM A INDIFERENÇA DOS LÍDERES DOS ÓRGÃOS LOCAIS!

 

Esta foto foi feita a parte de um mapa OFICIAL, publicado em 1972, portanto, já depois de criado o Parque Nacional. A coordenação deste mapa esteve a cargo do geólogo, cientista e  professor da Universidade de Lisboa, CARLOS TEIXEIRA, um minhoto nascido numa freguesia do município de Fafe, mas criado na freguesia de Rossas/Vieira do Minho.

Não confundiu a SERRA DE SOAJO, pois distinguiu-a com total exactidão da Serra do Gerês que, muitíssimo bem conhecia, por situada à vista da sua casa de Rossas.

Fenómenos de transfiguração de nomes de SERRAS, só na forja do lisboano, franciscano, fundador, no principal paço público de "Barcos do Talvez", da "CASAMATASOAJO"...

DSCF5982.JPG

No planalto do Mezio em pleno território da autarquia de SOAJO, a Câmara Municipal, resolveu mandar colocar um placard para informar que desde a zona onde estão instaladas as estruturas da PORTA DO PARQUE NACIONAL, para a sede ou vila de SOAJO, percorrem-se 6,8 km, através de DUAS serras! Porém, o MAPA OFICIAL, editado em 2005, por uma instituição do ESTADO PORTUGUÊS, COM COMPETÊNCIA LEGAL NA TOPONÍMIA DO PAÍS, diz-nos que APENAS neste trajecto existe a SERRA DE SOAJO!

DSCF7981.JPG

Como é possível que se escrevam vigarices como estas?!

Só intuitos de afundar o nome da SERRA DE SOAJO por demasiados ódios a Soajo e ao seu Povo é que podem levar as humilhações a este tão baixo nível...

Caro leitor parece impossível, mas é desta forma que a CÂMARA MUNICIPAL HUMILHA SOAJO e OFENDE OS SOAJEIROS!

 

A SEGUIR PARTE DA HERANÇA RECEBIDA DE P. CHOFFAT QUE AINDA EM 1951, TEVE ESTE SEGUIDOR:

DSCF1462.JPG

DSCF1463.JPG

DSCF1439.JPG

DSCF1442.JPG

DSCF1443.JPG

PARA CORRIGIR TANTOS DISPARATES QUE FORAM ENSINADOS EM PORTUGAL,SAÍU EM 2005, A EDIÇÃO DETERMINADA PELO COVERNO CENTRAL À INSTITUIÇÃO DO ESTADO PORTUGUÊS  COM  COMPETÊNCIA E AUTORIDADE MÁXIMA NAS MATÉRIAS DE TOPONÍMIA :

DSCF1940.JPG

DSCF1939.JPG

DSCF1942.JPG

 

DSCF1989.JPG

O NOME «SERRA DE SOAJO» NÃO É USADO E RESPEITADO, NORMALMENTE, PELO PODER CAMARÁRIO DE A. DE VALDEVEZ!

NÃO QUEREM, PORTANTO, USAR O NOME DE UMA DAS PRINCIPAIS SERRAS DE PORTUGAL QUE TEM COMO ALTITUDE MÁXIMA 1416 METROS!

DSCF1988.JPG

MAPAS QUE REFLETEM A DIVISÃO DA SERRA DE SOAJO EM DUAS PARTES COMO CONSEQUÊNCIAS DE TENTAREM REMEDIAR OS DISPARATES DE CHOFFAT.

REPAREM QUE O NOME FALSO "PENEDA" OCUPA A PARTE POENTE DA SERRA DE SOAJO, ONDE SE MARCOU A ALTITUDE DE 1374 METROS. COMO QUE SE CIRCUNSCREVE A TERRITÓRO FORA DO PARQUE NACIONAL, MAS ESTE, INDEVIDAMENTE, ACOLHEU UM NOME ERRADO!

DSCF1991.JPG

 NESTE MAPA OFICIAL FOI COLOCADO NO TERRITÓRIO DA SERRA AMARELA O NOME CERTO E O DE SOAJO REGRESSOU ÀS ORIGENS, MAS COM PARTE DO TERRITÓRIO OCUPADO COM UM NOME LANÇADO PELOS INVASORES E COLONIZADORES A QUE ALGUNS, GRACIOSAMENTE, TRATAM POR "MOUROS"!

A SEGUIR UM LIVRO QUE MOSTRA O GOSTO DO NOME DA SERRA QUE UM "MOURISCO" QUERIA QUE FICÁSSE EM DEFINITIVO PARA DAR NOME À SERRA DE SOAJO:

DSCF2192.JPG

ESTE LIVRO PAGO PELA CÂMARA DE A. DE VALDEVEZ, FOI EDITADO NO ANO 2000, E DAÍ PARA DIANTE NUNCA MAIS PAROU O RESPONSÁVEL MÁXIMO DO PODER MUNICIPAL DE ANDAR À TRANCADA AO NOME «SERRA DE SOAJO»!

QUANDO O MINISTRO DO AMBIENTE, VEIO POUCO TEMPO DEPOIS A PONTA DA BARCA, DISSE O AUTARCA "MOURISCO" A JORNALISTAS QUE ERA PRECISO RESPEITAR O NOME QUE ERA UMA REALIDADE LOCAL DE SÉCULOS!  MAS DEPOIS, POR SER INCORRIGÍVEL E VINGATIVO VOLTOU A FAZER O MESMO, O QUE OBRIGOU SOAJEIROS A QUEIMAR UM LIVRO NO PELOURINHO, EM QUE A ENTÃO SOCIALISTA E DESTACÁVEL SOAJEIRA, TERESA CERQUEIRA, AJUDOU A INCINERAR NAS BARBAS DO PRINCIPAL CAMARISTA AGRESSOR !

 DE FACTO, CONTINUOU O "MOURISCO" COM REPRESÁLIAS, POIS PAGOU OUTROS LIVROS EM QUE  FOI MALTRATADO O NOME «SERRA DE SOAJO»!  UM DOS QUAIS FOI O PUBLICADO PELO "RECUPERADOR DOS CORTELHOS"  QUE MUITO ADORA OS CORTELHOS NA SERRA DE SOAJO!

MAS, PARA A CÂMARA "MOURISCA"  O FINANCIAR TEVE DE ALCUNHAR A SERRA  COM O FALSO NOME APENEDADO! 

O DOS CORTELHOS PARA DISFARÇAR A FRAUDE TENTOU JUSTIFICAR  O ATAQUE, ENDOSSANDO A CULPA DOS DISPARATES  AOS SEGUIDORES DO BAIRRISTA PADRE B. PINTOR! 

PINTOR, SEGUIU EM PARTE, EMBORA, INCONSCIENTEMENTE, AS TRAFULHICES DE CHOFFAT!

INTERESSANTE "CORRUPÇÃO" FOI A DESTE JOVEM QUE ADERIU CONSCIENTEMENTE AOS DESEJOS DO "MOURISCO" PARA LHE PAGAREM O LIVRO COM DINHEIRO QUE TAMBÉM É DE SOAJO... 

RESPEITAR A TOPONÍMIA OFICIAL É PREZAR UM VALOR, A SERIEDADE!

A VERGONHOSA  "CORRUPÇÃO", POUCO OU NADA VALE, FACE AO QUE REVELA O «ATLAS OFICIAL», PUBLICADO EM 2005, NÃO A MANDO DE CAVACO SILVA, MAS PELO ACTUAL PRESIDENTE DAS NAÇÕES UNIDAS, ENG. ANTÓNIO GUTERRES, QUE SE DEIXOU FOTOGRAFAR DENTRO DE UM RESTAURANTE  LOCALIZADO NA VILA DE SOAJO!

DSCF2193.JPG

DSCF2189.JPG

QUE LINDO NOME NUM LIVRO EM QUE MERECEU CONSTAR A SERRA DA ARGA E A SERRA DO EXTREMO! O NOME COM SÉCULOS E SÉCULOS, POR TER, SOAJO, FOI EXCLUÍDO!

OS SOAJEIROS É QUE SÃO UNS PATIFES...

DSCF2190.JPG

DEPOIS E, DEPOIS, CONTINUARAM OS "MOURISCOS" A PAGAR LIVROS PARA HUMILHAR E A OFENDER A TERRA DOS HOMENS QUE, VALENTEMENTE, AJUDARAM A RESTAURAR PORTUGAL INDEPENDENTE!

DSCF1980.JPG

O PROFESSOR JORGE DIAS USOU O NOME «SERRA DE SOAJO». O PROF. ORLANDO RIBEIRO USOU A APENEDADA SEGUINDO, AS IGNORÂNCIAS DE SILVA TELES, COPIADOR DAS TRAFULHICES DO SUIÇO P. CHOFFAT! MAS ESTE NOME É O QUE A "MOURAMA" ADORA!

 

 

Segue o texto que justifica o título do post:

Apesar do mapa geográfico, ou seja, a «CARTA ADMINISTRATIVA OFICIAL DE PORTUGAL (CAOP), ser um documento de cumprimento oficial obrigatório, verificou-se, também que, no uso dos nomes das serras, ainda houve quem na Câmara Municipal de Valdevez, ao gerir parte da SERRA DE SOAJO, não respeite os comandos nominativos nele contidos!  

Igualmente, sucede que, o mais recente «ATLAS OFICIAL DE PORTUGAL» elaborado, em 2005, pelo então organismo estadual com a máxima competência nestas matérias, incluiu o nome SERRA DE SOAJO, todavia o Poder Camarário de A. de Valdevez não só o DESRESPEITA, como até, o DETURPA ! 

Sendo, aliás, o nome SERRA DE SOAJO o mais consagrado, ao longo dos séculos, por personalidades notáveis de Portugal, tem sido, nas últimas décadas, muito MORDIDO por um "reizinho" que abandonou os alfacinhas!

O governo presidido pelo primeiro-ministro Eng. António Guterres, determinou que se fizesse um novo ATLAS DE PORTUGAL, por motivações e objectivos muito específicos!

Mas, infelizmente, a Câmara Municipal de A. de Valdevez, presidida e orientada directa ou indirectamente, pelo eterno plebeu que aspirou a «visconde» nunca desiste de MORDER o verdadeiro nome da SERRA DE SOAJO, para o tentar MATAR! Contudo, NUNCA, NUNCA, o irá conseguir porque MUITOS SOAJEIROS irão SEMPRE, SEMPRE, opor-se às suas MALDOSAS E DESTEMPERADAS tentativas! 

A seguir IREMOS demonstrar através de alguns excertos que o nome que brasona e aformoseia a serra em causa, não é APENAS, o que impingiram alguns antigos valdevezenses, conquistadorevas de SOAJO, nem o que têm USADO e aconselhado, nas últimas décadas, os actuais “mordedores” por imposição do "mourisco"!

Insolitamente, têm conseguido, também, até o beneplácito e a indiferença de alguns “valdevezenses moradores no sopé da SERRA DE SOAJO”, migrados, em termos de interesses,  para o vale do Vez, voltando assim as costas aos da autarquia sediada no vale do  Lima!

É REPUGNANTE O COMPORTAMENTO DE ALGUNS TRAIDORES!

Como curiosidade convém dizer que este ATLAS teve na sua coordenação, ou se quiserem, teve na sua "direcção", uma personalidade de relevo que depois da sua formatura, em 1848, com uma tese em Ciências Geográficas sobre Soajo (em que no nome da serra invoca Chauffat seguindo parcialmente os seus disparates que o Prof. Orlando Ribeiro aprendeu com o seu Prof. Silva Teles) e que contribuiu para a lançar numa carrreira científica e académica brilhante, ao ser, mais tarde, catedrática e reitora da Universidade Nova de Lisboa.

Trata-se da Professora Doutora Raquel Soeiro de Brito. Em 2003, estando eu em Lisboa contactei-a para saber se tinha noção dos disparates sobre o nome da serra que usou para substituir o nome SERRA DE SOAJO!

Alertei-a para o GRAVE erro, e, talvez, por tal, no ATLAS tivesse procurado remendar os ERROS como entendeu! 

Foi sensível e CORRIGIU, não ficando, teimosamente, a defender as ASNEIRAS originadas numa publicação do suíço P. Choffat.

Embora, Soajo e, não o Gerês, tivesse beneficiado com o seu trabalho académico, também é verdade que não só não ajudou a travar as asneiras de Choffat, como até durante décadas as reforçou!

 Tendo, o grande académico Prof. Doutor Hermann Lautensach elaborado e publicado a melhor «Geografia de Portugal», no século XX, e corrigido e PREVENIDO para os erros de P. Choffat, Raquel de Brito, não teve pejo de -  numa citação que fez da obra de Lautensach, onde estava, acertadamente, «SOAJO, GERÊS e MARÃO» - aldrabar o texto deste categorizado professor mudando-o para «Peneda, Gerês e Marão» na sua tese! INACREDITÁVEL!

Isto, constituiu GRAVÍSSIMA viciação, tanto mais que, H. Lautensach, tinha advertido que Choffat errara nos nomes de serras!

 Eu não digo que errou, mas que VICIOU, que CORROMPEU, que ALDRABOU!

 Atitudes destas muito contribuíram para ajudar a criar o PARQUE NACIONAL com um nome errado!

Soajo, e não o Gerês, é que pode ERGUER, bem alto, o ceptro, de que tem território serrano, com mais de OITOCENTOS ANOS, de PROTECÇÃO DA NATUREZA! 

Ao continuarem a ALDRABAR, não SÓ não respeitam o RIGOR CIENTÍFICO, como também humilham e OFENDEM uma TERRA cujo POVO esteve do lado certo na fundação de Portugal e, sobretudo na RESTAURAÇÃO de Portugal, pois que se não sido muito CORAJOSO, VALENTE E HERÓICO, em 1657, talvez SOAJO tivesse ficado integrado em Espanha, como aconteceu a OLIVENÇA e a BADAJOZ!

SOAJO, sendo objecto de muitas invasões, BATEU-SE SEMPRE GALHARDAMENTE para DEFENDER e OPTAR por Portugal! Os SOAJEIROS foram vencer uma batalha junto do CASTELO DE LINDOSO quase perdida, em que PARTICIPARAM 2400 (DOIS MIL E QUATROCENTOS) ESPANHÓIS DE INFANTARIA E, 12O (CENTO E VINTE) CAVALOS, MAS MESMO COM TANTA GENTE  PERDERAM A BATALHA, devido, SOBRETUDO, à enorme HEROICIDADE DOS SOAJEIROS!

Apesar de tudo isto, tem, SOAJO, sido muito DESCONSIDERADO pelas influências do poder  valdevezense que, contrariamente, ao que, FALSAMENTE, APREGOAM, muito pouco ou quase nada fizeram, nas alturas da primeira e segunda independência, de Portugal!

HOJE, SÃO COMO QUE COLONIZADOS, MAS SE TIVESSEM OPTADO, EM 1657, POR ESPANHA, AINDA SERIA SOAJO UM CONCELHO E TERIA AS SUAS IDENTIDADES RESPEITADAS!

NUNCA, A VILA DE SOAJO FOI VISITADA PELO ACTUAL PRESIDENTE DA REPÚBLICA! SERIA POR SABER QUE UM SEU PROFESSOR ENGANOU OS ALUNOS AO ENSINAR QUE A SERRA AMARELA TAMBÉM SE CHAMAVA SERRA DE SOAJO?

DSCN8012.JPG

As montanhas que se observam a sul da vila de Soajo situam-se para além do vale do rio Lima, as da serra de Soajo são as que na imagem aparecem  cobertas pelo  pinhal visível, a partir dos cantos inferiores, para o lado norte.

DSCN8419.JPG

Uma imagem que perpetuará uma designação que tem muito séculos de existência.

DSCN7626.JPG

A SERRA DE SOAJO fica localizada ao norte do rio Lima, mas o castelo de Lindoso construído a sul deste curso de água, foi considerado, devido a muitas MENTIRAS E ERROS, como se situando na de SOAJO, em vez de o ser na SERRA AMARELA!

DSCN7589.JPG

Nesta foto já se vê uma parcela da serra de Soajo por onde trepam pela encosta algumas das casas da vila de Soajo.

 

DSCN8346.JPG

Um postal mandado fazer por quem adorava o Vez e que lhe sobrava coração para uma das mais notáveis serras de Portugal, mas que um estrangeiro, depois de se apoderar do poder municipal valdevezense, passou a atirar  com uma arma de papel pretensamente mortífera...

 

A “PESTE AMARELA” IMPEDIU UM PARQUE NACIONAL SOAJO-GERÊS!

UM PROFESSOR DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, MARCELO R. DE SOUSA, FOI CONTAMINADO PELA “PESTE AMARELA”!  

Como poderia arrancar o Parque Nacional com o nome «Soajo-Gerês», se o país estava encharcadíssimo com tantas aldrabices de “peste Amarela” na generalidade dos livros escolares de Geografia dos vários graus de ensino, editados desde 1907 até à criação do P.N., em 1971, e ainda se, concomitantemente, as diversas instituições e organismos públicos de gestão e planeamento territorial do país estavam também empestados de “saberes” com os mesmos erros e mentiras?!

Neste ambiente  virulento quem sabotou o nome correcto do Parque Nacional teve muito mais facilidades para impor as suas maquievélicas intenções, colocando o nome  SOAJO, segundo o interesse de alguns valdevezenses...

 Da antiquíssima «Serra de Soajo», cujo espaço geográfico se estende do rio Lima ao Minho  e, do vale do Vez à Galiza, incrivelmente, saiu para o espaço da «serra Amarela», situado a sul do Lima, como que uma “peste carregada de vírus” alastrando-se, desnorteadamente, a partir de 1907, com colossais erros e disparates do geólogo suíço Paul Choffat!

Devido a esta «ignorância pestilenta» é que o nome “serra da Peneda” conseguiu desalojar e substituir o de «Serra de Soajo»! Embora tivessem aparecido asneiras, pela primeira vez, em 1875, numa obra de Geografia de Portugal, da autoria de G. Pery, nunca o falso nome “serra da Peneda” vingaria!

O atrevimento de Pery não tinha recolhido suficientes adesões para causar uma viragem nominal da «Serra de Soajo»! Foi portanto necessário escorraçar o multissecular nome - «Serra de Soajo» -, para as montanhas de outra serra situada a sul do Lima até ao rio Homem, para que se generalizasse no século XX a serra com um nome “Peneda”[Pedrinho]. Porém, o que os portugueses instruídos aprenderam nos liceus e escolas, e os eruditos usavam desde os primórdios de Portugal era «Serra de Soajo»!

 Tão descabida “peste” infectou cerebralmente, depois de 1907, os cidadãos portugueses, muitos tidos como académicos, escritores, políticos e intelectuais!

 O actual Presidente da República, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, frequentou nos primeiros anos de 60, o Liceu Pedro Nunes, em Lisboa, e foi seu professor de Geografia o metodólogo Dr. Evaristo Vieira, co-autor de um «Compêndio de Geografia», que teve várias edições. Este livro, em 1954, conheceu a 6ª edição, destinada ao 2º ciclo dos liceus, e no programa do antigo 5º ano (actual 9º ano) de escolaridade, estudava-se Portugal. Neste, o Dr. Amorim Girão, professor catedrático na Universidade de Coimbra, foi citado por ter escrito, não ser o rio Vouga o limite sul do sistema Galaico-Duriense, como havia considerado Choffat, mas sim o rio Mondego!

Lamentamos que Amorim Girão não tivesse corrigido outras aldrabices de Choffat e até copiasse dele outros disparates para a sua «Geografia Física de Portugal», editada em 1915! De facto ousou seguir Choffat escrevendo nesta que a «serra Amarela também se chama serra de Suajo»!

Se tivesse Girão atacado as asneiras de Choffat, talvez que Evaristo Vieira não ensinasse aos seus alunos os disparates que vem nos seus manuais escolares de Geografia, nomeadamente, o que reproduzo: «a serra Amarela ou Suajo e o monte Oural erguem-se entre o Lima e o Homem»!

Mas outros disparates ensinaram, Amorim Girão na sua «Geografia de Portugal» (1ª edição em 1941, 2ª, em 1949-1951, e a 3ª,  em 1960-1961), e Evaristo Vieira nas obras em que colaborou.

Na verdade, cometeram dois graves erros ao escreverem nos livros atrás citados o falso nome “serra da Peneda”, em vez de «Serra de Soajo»; mas, também, que nesta serra do Minho ao Lima se atinge a altitude máxima da serra aos 1373 m no falso sítio “Peneda”, que é cota obtida no marco geodésico de 1ª ordem na “Peneda” [“Castelo” do Pedrinho]!

Por isto, ambos os autores, nos respectivos livros, consideraram a serra como sendo mais baixa do que o é na realidade!

 Ocultaram portanto o nome «Serra de Soajo» a norte do rio Lima, e considerando e bem a altitude máxima da serra do Marão nos 1415 m, superiorizaram-na relativamente à da «SERRA DE SOAJO» [falsa Peneda], passando-a à categoria de serra subalpina!

Assim, a «SERRA DE SOAJO» foi perdendo a sua identidade e a sua importância relativa, a ponto de ficar ignorada no nome do Parque Nacional!

Foi, e tem sido, a «Serra de Soajo» desprovida dos seus relevantes atributos históricos e menorizada perante as outras serras mais sonantes do país!

De facto, nomeadamente, o notável e multissecular Parque Natural, oficializado como «Montaria Real de Soajo», e a nativa e destacada raça «Cão Sabujo» ligados durante, pelo menos sete séculos, a esta «Real Coutada», devido aos erros de Pery e Choffat pouco têm contribuído para salientar estas notáveis cargas históricas por não enquadradas no âmbito da «Serra de Soajo»!

Existiu também com sede na vila de Soajo uma outra instituição local designada por «Montaria dos Lobos e mais Bichos» dirigida igualmente pelo mesmo monteiro-mor, ambas supervisionadas a nível do poder central pelo Monteiro-Mor do Reino. Este último tipo de montaria existia na generalidade dos concelhos do país, mas não era regimentada nos mesmos termos da «Real Montaria de Soajo».

 A palavra «Montaria» não deriva de caça, mas sim de «monte». Podem vários montes sequencialmente articulados estruturar uma serra, mais ou menos longa e alta. É um exemplo disto a «Serra de Soajo» assim denominada desde que em Portugal se começaram a referir as suas principais serras!

E a «serra de Soajo» localizada do Minho ao Lima apresenta catorze montanhas com altitudes superiores a 1200 m, superando a serra da Estrela, e a do Gerês que em conjunto com o Larouco, têm onze e quinze, respectivamente! A serra do Marão tem apenas seis! Eis uma grande causa para a «Serra de Soajo» sobressair entre as serras de Portugal, ao longo dos séculos!

Razões especiais fizeram com que na de Soajo houvesse protecção e conservação da natureza desde os primeiros séculos de Portugal até ao século XIX, mas as serras da Estrela e na do Gerês só na segunda metade do século XX, viram criados parques da natureza! Porém, os seus nomes continuam firmes, mas o da serra de Soajo caiu em ambiguidades, ainda mais pela tentativa de afogamento de um tal Franciso de Araújo, nascido na capital do país.

 Os factos mostram que os enganados pela toxicidade da “peste Amarela” começada em 1907, foram sucessivamente enganando outros professores e alunos, e passados que são 113 anos, ainda esperamos por eficaz vacina  que desempestem, completamente, as muito graves aldrabices iniciada por Gerardo  Pery, em 1875, e muitó mais  pelo potente virús criado, em 1907, pelo geólogo suiço Paul Choffat, a pedido de valdevezenses, residentes em Lisboa!

Vejam bem, prestem, por favor, a máxima atenção, o aldrabão Sr. CHOFFAT, escreveu esta lapidar BURLA, para MATAR o nome da única serra de Portugal que atacou:  «A Serra Amarela não se deve chamar SERRA DE SOAJO, mas, INCRIVELMENTE, deixou-o escrito na sua publicação, como outro nome a dar ao espaço montanhoso da SERRA AMARELA!

Quer dizer, SOAJO, não deve ser nome sinónimo de AMARELA, mas deixei-o, de tal modo que, muitos e muito homens da Geografia de Portugal, espalharam por milhares de livros que, a «SERRA DE SOAJO OU AMARELA SE SITUAVA DO RIO LIMA AO CÁVADO»! 

A ENORME ALDRABICE SUSCITOU GRANDES CONFUSÕES, O QUE TEM CONTRIBUÍDO PARA DESTRONAR E DESTRUIR UMA IDENTIDADE NASCIDA, PELO MENOS, DESDE O INÍCIO DE PORTUGAL, E, QUE O PODER MUNICIPAL VALDEVEZENSE, PELA VONTADE DO LISBOANO FRANCISCANO, TÃO DESONESTAMENTE, QUER VER SEPULTADA, PARA TODO O SEMPRE, AO SEU LADO!...

REVIVA A ACERTADA SERRA DE SOAJO !

DSCF8088.JPG

Um gavieiro, de "SOAJO DE RIBA", foi fotografado junto do monumento nacional que simbolicamente glorificou e deu representatividade à «TERRA DE SOAJO» de que, seus avós, muito se orgulharam...

 

     REVIVA A ACERTADA SERRA DE SOAJO!

 

 Já antes de quinhentos a Serra de Soajo tinha atestação,

 Mas, P. Choffat, em 1907, seu velhinho nome desterrou!

 À serra Amarela ajuntou o de Soajo por tamanha confusão!

 Que infinito erro Silva Teles acolheu, ensinou e divulgou…

 

 Imitaram-no seus examinandos, Orlando Ribeiro e A. Girão!

 Quem expôs só Amarela, ao sul do Lima, acertou.

 Quem na de 1416 m suprimiu Soajo, acumulou escuridão!

 Que petas o suíço Choffat engendrou!

 

 Os que situaram Soajo na amarelada desarrumação

 Foram muitos, de que nem J. Saramago se livrou!

 Por que foi o suíço, meu Deus, tão trapalhão?

 E por que, embora cientista, tantas almas enganou?

 

 Com cartógrafos e geógrafos a darem vera lição,

 O ataque de G. Pery, em 1875, a de Soajo aguentou!

 Méritos de F. Seco, A. Resende, Albernaz e D. N. de Leão,

 De Link, Balbi, Lautensach,…,pois, com eles a de Soajo pontificou!

                                            

Jorge Lage - 2014

 

 

 

 

 

 

Quem mentiu desonrou-se ao negar factos históricos de Soajo através de despropositadas opiniões sem cabimento perante factos provados, mas feitas com intuitos de apagar o inapagável!

Um natural de Castro Laboreiro, autor de textos falaciosos e vendedor de cachorros da raça serrana, deve explicar que os cinco cães sabujos da SERRA DE SOAJO não foram enviados, em cada ano, do município e real montaria de Soajo aos reis de Portugal, em tempos anteriores ao foral de Soajo, de 1514, e, depois até ao século XIX!

Da vizinha freguesia e concelho de Castro Laboreiro durante estes séculos não se conhece o envio de um único cão sabujo da Serra de Soajo, onde, objectivamente se situava, conforme documentam e provam as muitas centenas de mapas portugueses e estrangeiros, livros escolares e doutras espécies.

A. Rodrigues escreveu, entre outras coisas que me dispenso de qualificar para lhe não diagnosticar mais "sumidades" o que a seguir cito:

- «INCAPAZ DE RESOLVER A FALSIDADE DA ENTREGA DOS TAIS 5 CÃES DE CAÇA AO REI, TODOS OS ANOS (NA CABEÇA DELE)»; 

«(...) os sabujos de CAÇA DO FORAL, POSSIVELMENTE NUNCA OFERECIDOS OU PEDIDOS PELO REI (...)»; 

- Ao eu escrever que «pelo caminho que ladeia o rio  Lima (...) passaram centenas de destacáveis remessas (...) para servirem os reis de Portugal», reagiu escrevendo, que passarem tantos sabujos neste caminho, só um "GÉNIO" é que conseguiria afirmar tamanha INVENTONA e LOUCURA! Este castrejo é mesmo um coitadinho que nem por encomenda...

Ainda negou que D. João I tivesse mandado proteger e defender os sabujos em Soajo, vociferando desta forma sobre esta ordem régia: «unicamente na cabeça dele»!

Que desnortes!

Que ignorâncias!

Que atrevimentos!...

Tenho avisado os leitores das muitas palermices deste castrejo, e para não levarem a sério muitos dos seus malabarismos escritos com o intuito de enganar os menos avisados e inocentes...

Um outro desvio à normalidade foi ter escrito, o "SÁBIO" castrejo que, os cães sabujos de Soajo eram APENAS, "CÃES DE CAÇA"!

Outras UTILIDADES, outras FUNÇÕES sabe que existiram não só na paróquia castreja, porque conhece que em 1706, por exemplo, os sabujos serviam para os soajeiros guardarem gados!  Mais uma  sua inventona aldrabona... 

As fotos seguintes de DOCUMENTOS INATACÁVEIS ajudam a que tomem consciência, de que muito do que o "sábio" escreve não passam de forjadas aldrabices, com o intuito de  ENGANAR...

NÃO DEVEM, MINIMAMENTE, ACREDITAR NESTE "SÁBIO" DE ASNEIRAS PROPOSITADAS PARA CONFUNDIR...

DSCF4204

A inscrição na estrutura de suporte da estátua ao «CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO» [cujo nome falsearam cão de C. Laboreiro] para testemunhar o apreço a seculares gerações de SOAJEIROS que criaram tão específica e útil raça canina que os aliviou de desconfortos tributários e os ajudou a proteger, sobretudo as suas vidas quando deambulavam nas elevadas montanhas, mas também, beneficiaram as florestas, rebanhos de ovelhas e manadas de gado bovino na Serra de Soajo, permitindo-lhes uma economia de subsistência mais desafogada em termos de carnes de gados e de caça, cereais. pão, estrumes, fabrico de meias, aventais, calças e casacos de burel, roupas de cama, manteiga, queijos, segurança de casas e outros bens que, por via directa e indirecta os cães sabujos muito contribuiram...

DSCF4159

«Nem lhe tomem os seus SABUJOS»!

Seriam os sabujos  das montanhas do Jura? 

Seriam cães das montanhas dos Pirenéus?

DSCF4161

 

O "Sábio" não desconhece  que este COMANDO NORMATIVO vigorou até ao século DEZANOVE, e que o rei Dom FILIPE DE CASTELA, o TERCEIRO , E SEGUNDO DE PORTUGAL assinou para que continuasse em vigor,  mas opõe-se o "SABIDOLAS" porque sabe que há pessoas que se deixam enganar...

DSCF4320

 Com 5 sabujos por ano, a multiplicar por 100 anos, temos 500 sabujos, que passaram só num século pela ponte  de ERMELO e SOAJO e pelo caminho que ladeando outrossim o então mosteiro soajeiro de Ermelo prosseguia pelo vale do rio Lima!

Com 1 remessa de cinco sabujos por ano, multiplicada por 100 anos, tem-se  100 remessas! Em dois séculos fizeram-se duas centenas de remessas. Em trezentos anos...

Que conta ABSURDA! Exclamou o "SÁBIO" das falsidades!

É um bom matemático em CIÊNCIA CANINA venenosa!

DSCF4321

Só pagavam obrigatoriamente 80000 sabujos por dia, dirá o Sábio castrejo, ironicamente...

Obrigatório, significa para o "Sábio", que os SOAJEIROS só enviavam os «CINCO SABUJOS quando lhes desse na gana, isto é, se e quando quisessem «PAGAR»! Que "artista enganador"...

O que não estava estabelecido era a data dentro do ano para pagar o "OBRIGATÓRIO", o "IMPOSTO" anual, estabelecido na lei de 7 de Outubro de 1514 (Foral de Soajo) , pois poderia ser feita, por exemplo no mês de Maio, ou Agosto, ou...  O "sábio" faz de conta que não sabe ler....

Claramente, se nota que os Soajeiros já pagavam os «cinco sabujos por cada ano», antes de 1514. Como o castrejo, apesar de ser "SÁBIO" pelo que diz, é o mais eminente CIENTISTA DO MUNDO, aspirará a ter o prémio Nobel por alguém lhe ter falado que a SUA TEORIA CANINA é universalmente aceite, e por exibir TAMANHA ERUDIÇÃO em FÍSICA NUCLEAR DE CANINOS!

DSCF4324

O "SÁBIO" FAZ DE CONTA QUE NÃO SABE!

MAS OS LEITORES IRÃO VER DOCUMENTO ASSINADO POR DOM JOÃO V, EM 1716, A AMEAÇAR QUE SE NÃO MANDASSEM OS «CINCO SABUJOS» ANUALMENTE, E «FEITOS NO MONTE», TERMINAVAM OS PRIVILÉGIOS!

NÃO SE ESPECIFICA NO FORAL PARA QUE SERVIRIAM EM CONCRETO, TODAVIA PARA O SÁBIO SÓ ERAM USADOS PARA CAÇA, PORQUE ASSIM TEM INTERESSE EM DIZER! 

O  SEU OLFACTO AJUDA-O A INTERPRETAR E A FAZER BATOTAS...

DSCF4322

Pela leitura do texto do foral se nota, PELA MAGISTRAL INTERPRETAÇÃO DO "SÁBIO" que os «CINCO SABUJOS» NUNCA FORAM ENTREGUES AO REI PELOS SOAJEIROS, E PEDIDOS AOS SOAJEIROS PELO REI!

SERÁ RAZOÁVEL PERGUNTAR AO "SÁBIO" CASTREJO SE ELE ENTREGA OS IMPOSTOS AO ESTADO, E SE O ESTADO LHOS PEDE?

Que idade teria o "SÁBIO" quando escreveu as INQUALIFICÁVEIS frases expostas acima? 

Eu, sem ter a certeza, arrisco dizer que teria no máximo um anito... ou julga que os leitores têm todos menos que nove MESES!

Que enganador!...

Até nos ASPECTOS MAIS CLAROS E EVIDENTES não tem escrúpulos em mentir...