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Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

BERNARDO PINTOR AO ANALISAR E EXPLICAR MUITO MAL O ÂMBITO DE “OS MONTES DE LABOREIRO” E, ATÉ A FRONTEIRA SOAJO/CASTRO LABOREIRO, ENGANOU O ARQUEÓLOGO MARTINHO BAPTISTA E OUTROS AUTORES QUE NESTES ASPECTOS O REPRODUZIRAM! (I)

 

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Em Agosto de 1965, numa visita a Paris, a pessoa que se encontra no canto inferior direito conviveu com um grupo de soajeiros, muitos dos quais emigraram, anos depois, para os USA. Infelizmente doze já não se encontram vivos. Apenas um, o Manuel Fidalgo (do Caneiro), não teve  descendentes.

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O prédio do Porto onde está fixada uma placa da «RUA DO SOAJO», para evocação da serra cujo nome é muito mais antigo do que a designação « ARCOS DE VALDEVEZ»!

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Como o poder municipal de A. de Valdevez não quer usar o nome oficial «SERRA DE SOAJO» , parece que os SOAJEIROS que prezam o mais importante nome ligado à sua terra, irão usar como designação do concelho - «MUNICÍPIO DA PENEDA» - , por critério comparativo semelhante! Não se querem atrever a dizer «Município do Gerez», embora  saibam que alguns autarcas gostam muito do slogan: «A. de Valdevez onde Portugal se fez, num lindo cenário natural do Gerez»!

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Uma evocação do concelho que se iniciou nos primórdios de Portugal e, que foi conquistado por dois fidalgos arcuenses através de ofícios emitidos, fundamentalmente, em 1852, do Governo Civil de Viana do Castelo para o governo central! Mas não deixam de ser "nuestros hermanos"...

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Uma vista de montanhas da Serra de Soajo tirada do castelo de Lindoso, onde os Soajeiros nas guerras da Restauração da SEGUNDA Independência de Portugal se bateram, HEROICAMENTE, com os castelhanos, não se limitando a um "meeting "[ ENCONTRO] e, a um simples "jogo de esgrima"! Houve em Lindoso, BATALHA a sério, e não a brincar, como em 1141, nas imediações de castelo de Penha Raínha que ficava na actual freguesia de Abedim/Monção, o qual ficava à vista da «Portela do Vez» (hoje, ao que parece, zona da Portela do Extremo)!

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Brasão evocativo da «Montaria Real de Soajo», que não se limitava a ser uma simples ETIQUETA  para efeitos turísticos como sucede com o actual PARQUE NACIONAL,  porque, ao longo de séculos, cães sabujos e guardas monteiros vigiaram, protegeram e conservaram, frequentemente, matas, ou seja as florestas e a rica fauna, em significativa parte da Serra de Soajo!

 

Segue o texto principal:

Com omissões e análises de documentos mal apreciados e entendimentos muito subjectivos e parciais, o Padre Bernardo Pintor, natural de Castro Laboreiro, mas com mãe natural da aldeia da Peneda, freguesia da Gavieira, fez enunciações insustentáveis.

noutro post falei disto, mas não apresentei, detalhadamente, os argumentos de Pintor, para sustentar o seu imaginado nome «montes de Laboreiro» que disse terem mudado para "serra da Peneda", e também outros que eu apontarei para contestar esta sua arbitrariedade!

Se as suas narrativas não fossem copiadas, sobretudo por certos académicos, como se de saberes científicos se tratassem, não me daria ao trabalho de provar que, o que escreveu sobre este tema, não passam de autênticos disparates!

As verdades e as inverdades não devem merecer as mesmas aceitações! Louvemos o bem, mas censuremos o mal para procurarmos chegar à verdade!

 Estas duas imaginações, não me impedem de dizer que, as gentes do nordeste, no entre Minho e Lima, muito devem ao castrejo Pe. Bernardo Pintor, pelas investigações e publicações a que procedeu, sem intuitos de obter um grau académico, um diploma profissional, ou outro interesse pessoal!

Pretendeu com as suas trabalhosas pesquisas engrandecer a região onde nasceu e onde viveu durante a maior parte da vida! Foi Pintor um beneditino, em termos de trabalho investigatório, ou, um autêntico mouro de trabalho, como é costume dizer-se, também, no Alto Minho!

 O Pe. Bernardo Pintor é merecedor da gratidão dos povos da área oriental do Alto Minho por dar a conhecer aspectos relevantes da história e cultura de terras com alguma notoriedade, ainda que com algumas graves distorções fantasiosas, mas que não dispunham de outros positivos e essenciais conhecimentos em matérias fundamentais do seu passado mais ou menos longínquo!

 Quis o ilustre castrejo repousar eternamente no belo lugar do seu nascimento, Ribeiro de Cima, por onde correm as águas do medievalmente denominado ribeiro dos “Braços”, honrando-o mais uma vez na derradeira caminhada terrena.

As freguesias de Castro Laboreiro, Gavieira e Riba de Mouro e, os concelhos de Melgaço, Monção e A. de Valdevez, ainda não prestaram o devido reconhecimento e gratidão ao Pe. Bernardo Pintor pela fatigante dedicação que lhes dispensou para os seus enriquecimentos, mormente, nas perspectivas patrimoniais de relevantes imaterialidades.

Não entendemos, sobretudo a razão pela qual a freguesia e vila de Castro Laboreiro, bem como a edilidade de Melgaço, ainda não incluíram o nome do Pe. Bernardo Pintor na toponímia local, à semelhança do que muito bem fizeram para perpetuar a memória do inexcedível bairrista que foi o Pe. Aníbal Rodrigues.

Seria injusto da minha parte não confessar o meu apreço pelo Reverendo Pe. Bernardo Pintor pelo que fez em termos gerais por esta região do Alto Minho, mas isto não me deve inibir de discordar, profundamente, de algumas das suas afirmações escritas que, muito favoreceram a sua terra natal, mas que se têm revelado como altamente prejudiciais para a minha pátria de nascimento.

Alguns dos seus erros, desfavoráveis e injustos para com Soajo, julgo que se devem a uma enorme paixão motivada pelo seu acendrado bairrismo a Castro Laboreiro.

Um texto da sua autoria contido em «Castro Laboreiro e seus Forais», por sua vez integrado na chamada edição intitulada «OBRA HISTÓRICA», exemplifica, infelizmente, que houve muita parcialidade a favor de Castro Laboreiro. Extraio dele o seguinte sobre Castro: «Terra fortificada, nada encontrei seguro de sua história para antes do século XII. Montes de Laboreiro era a designação de uma faixa larga de montes desde os cumes da serra da Peneda até às proximidades de Celanova em Galiza.»

 O que é inteiramente verdade foi que através das suas pesquisas específicas não arranjou provas suficientemente incontestáveis de que os «Montes de Laboreiro» se estendiam até às montanhas mais eminentes da «Serra de Soajo»! Eu, não digo, “serra da Peneda”, porque esta denominação é fruto de erros e aldrabices, anteriores aos escritos de Pintor! Mas, mesmo assim, não deixou Pintor de ser parcial ao afirmar apenas este nome, pois sabia da existência de mais duas versões sobre o nome da serra! Ora, se teve consciência disto, não quis Pintor justificar o nome pelo qual optou, nem quis dizer porque desprezou as outras duas versões! Ao ter admitido, pura e simplesmente, o nome “serra da Peneda” equivaleu a negar o de «SERRA DE SOAJO» de que teve conhecimento!

Nunca optou, Pintor, por usar a versão, embora errada, «serra de Soajo também chamada Peneda», ou, a outra versão da consideração de duas serras separadas, isto é, «uma serra da Peneda e uma serra de Soajo», que embora fosse um critério de “conciliação” para superar os erros e as aldrabices, nunca daria primazia exclusiva à falsidade Peneda!

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Uma só serra com um só nome atravessou os séculos de Portugal, até às aldrabices promovidas por alguns valdevezenses!

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Dois nomes numa única serra para uma "conciliação" deformada provocada pelas batotices resultantes das encomendas feitas a G.Pery, em 1875, e, a P. Choffat. em 1907, por influentes valdevezenses.

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Um PARQUE NACIONAL com um nome deturpado por influências de quem escreveu em 1943, «Montaria da Serra de Soajo» e, em 1994, "Montaria da serra da Peneda", não obstante ter publicado, em 1994,  um livro intitulado «TERRA DE VALDEVEZ E MONTARIA DO SOAJO»! Espantoso!!!

 

Portanto, ao assim proceder, Pintor, não só IGNOROU o nome histórico e multissecular de SERRA DE SOAJO, mas também pela sua parte, implicitamente, o NEGOU

É bom que se diga que, quando Pintor estudou no ensino primário e no seminário, já corria a versão de «Serra Amarela também chamada Soajo», mas quis, ao que parece, ocultar esta informação, para mais facilmente aceitarem a designação que preferiu!

Para justificar também a não generalização de «Montes de Laboreiro» ao espaço português em apreciação, começarei neste artigo a demonstrar que é inadequada esta designação porque foi sempre todo este espaço montanhoso denominado, através dos séculos, duradoura e consistentemente, por SERRA DE SOAJO.

 O Pe. Bernardo Pintor na sua obra, «O recontro de Val de Vez onde foi?», apresentou uma referência de 1258, para apoiar a falsa tese de que os “Montes de Laboreiro” abrangiam também a área da freguesia de Grade, então pertencente ao Julgado de Val de Vez. Fê-lo com base no texto que diz que os moradores de Grade tinham a obrigação de «correr monte com o rei ou com o rico-homem em Laboreiro ou na Fornia a sua vez por mês». 

Desta anterior exposição, concluiu Pintor, INADEQUADA ou IMPROPRIAMENTE, isto: «donde nos é lícito concluir que a denominação de Laboreiro se estendia à maior parte da serra da Peneda

Escreveu, Pintor, “serra da Peneda”, porque também engendrou, disparatadamente, que o nome “montes de Laboreiro” passou mais tarde, sem indicar quando, para “serra da Peneda”!

 Mas prova-se com toda a segurança que, ao longo dos séculos, nem “montes de Laboreiro” deram nome geral à serra, nem se usou o de “serra da Peneda” em livros de Geografia, apenas se conhece cartografado “portela d’Olelas-Peneda”, antes do século XIX!

Pintor, nem sequer admitiu a POSSIBILIDADE de os tão dilatados montes de Laboreiro que imaginou em Portugal, passarem ao nome único de «SERRA DE SOAJO», ou, pelo menos, como nome alternativo do aldrabado nome geral  “serra da Peneda”! Revelou, mais uma vez, em 1977, muita parcialidade!

 Porquê que, Pintor, não situou Grade nos «montes da Fornia»?! Estes, geograficamente, situam-se no actual concelho de Paredes de Coura e, em parte, de Valença.

Usando da mesma argumentação, Pintor, deveria ter concluído também que, os «montes de Fornia» se estendiam até Grade e, portanto, também, segundo a sua imaginação, “à serra da Peneda”!

Falar de “serra da Peneda” como nome geográfico, geral e duradouro, desta importante serra de Portugal, antes das aldrabices de Pery e Choffat, é um disparate equivalente a dizer que o Brasil era um grandioso país antes do ano de 1500!

                     (Continua noutro post)

ADAPTADO À VERDADE SERIA INTITULADO, «ACERCA DO POVOAMENTO NA SERRA DE SOAJO»! É DEVIDA AOS SOAJEIROS E AOS RESTANTES PORTUGUESES A REPOSIÇÃO DA EXACTIDÃO.

 

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 Este seria o verdadeiro título, em vez de um outro usado, com o nome da serra aldrabado, num trabalho de Isabel Medeiros, na altura ligada ao Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. Foi este trabalho também publicado numa revista do «G.E.P.A.». Mostra esta geógrafa que no aspecto do nome da serra nada investigou.

Seguiu Isabel Medeiros a incorrecta corrente do suíço que, o seu professor, Orlando Ribeiro, aluno de Silva Teles, continuou na Universidade de Lisboa, ao afirmar que a «Serra de Soajo» se situava a sul do Lima, e a norte deste rio, usou outro nome [Peneda] para substituir o de Serra de Soajo!

Aliás, em contacto telefónico estabelecido teve a gentileza e a franqueza de me informar que em termos do nome da serra nada investigou.

Escreveu a Prof.ª Isabel Medeiros  nesta publicação o que a seguir transcrevo: «a Serra da Peneda constitui vigoroso soco granítico com cimos aplanados e uma área aproximada de 35 000 hectares, no âmbito administrativo dos concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço e parte do de Monção».

 A propósito do nome da serra, em pé de página, procurou Isabel Medeiros esclarecer que na «Serra da Peneda» se incluem a «serra de Soajo e os Montes de Laboreiro» conforme escreveu o Padre M. A. Bernardo Pintor, em 1977, em «Recontro de Val-de-Vez. Onde foi?».

 

Porém, não foi exactamente isto, o que escreveu o Reverendo Pintor, pelo que Isabel Medeiros não só mais errou, como  mais deturpou!

O que disse este investigador foi que em «recuados tempos os Montes de Laboreiro abrangiam a maior parte da serra da Peneda, e hoje a extensa freguesia de Castro Laboreiro é considerada como faldas da serra da Peneda». A seguir conclui: «Como a denominação passou de Laboreiro para Peneda é que não sei EXPLICAR.»

Ainda, Bernardo Pintor, fez o ponto da situação do nome da serra, em 1977, expondo-a na  2ª edição de "O Recontro de Val de Vez onde foi?", que a seguir cito: «Não é ainda  uniforme a denominação da serra a que uns chamam Peneda e outros Soajo, havendo quem distinga as duas. Para efeitos dos serviços do Estado, a serra e arredores tem a denominação  de Núcleo Orográfico do Soajo na organização dos Serviços Florestais, mas já esta serra é parte integrante do Parque Nacional Peneda-Gerês.»

Mas, neste cenário de confusão do nome da serra, Pintor, da cartola escolhe apenas "Peneda", embora sabendo o bastante para escrever que os homens de SOAJO eram os homens dos montes, das montarias de caça grossa, os "reis da montanha" nas pastagens mesmo da zona do santuário, da organização e supervisão das "montarias ao lobo", etc.!

Teve portanto a ousadia de disparatar que o nome da serra em geral, fora inicialmente, "Montes de Laboreiro", mas não admitiu  sequer que passasse para serra de Soajo, se soube que era também o nome de toda a serra, ou de parte, se existiam, em 1977, também dois nomes!

Enfim, para Pintor, nem como mera hipótese de procura de rigor, admitiu ter passado  de "Laboreiro" para SERRA DE SOAJO, apesar de dizer que não sabia explicar a sua opção, baseada numa mera "convicção", a qual, mais não foi, do que dizer dois DISPARATES!  

Todavia, houve quem desse crédito, à sua única opção da mudança de nome e tivesse copiado os seus disparates!

Sabe-se com segurança e certeza que só, em 1875, é que ocorreu, não uma MUDANÇA, mas sim o uso em simultâneo, nos diferentes manuais escolares de Geografia, uns usando Soajo, outros Peneda, e só muito depois no século XX,  "partiram" a única serra em "duas" atribuindo dois nomes, um mais a norte e outro mais a sul, embora a de Soajo com a máxima altitude de 1415 m! Com base em erros apareceram tamanhos DISPARATES!

 

Por isto se vê que seis anos depois de criado o nome do Parque Nacional o nome da serra, encontrava-se neste estado lastimoso! Porém, no nome do Parque, em 1971, optaram pelo nome PENEDA, que resultou com base em ALDRABICES!

Pelas citações que atrás fiz, objectivamente, se vê que Isabel Medeiros foi parcial, tendenciosa e cometeu inexactidões!

O Padre Bernardo Pintor já tinha cometido erros e fora parcial, mas Isabel Medeiros agravou ainda mais as confusões sobre a problemática do nome «SERRA DE SOAJO», porque, posteriormente, foram as SUAS AFIRMAÇÕES, AINDA MAIS ERRADAS, tomadas como certas, e reproduzidas por outras pessoas, até em trabalhos de natureza académica, como por exemplo os de Elza Carvalho!

Claro que o nome geral da serra em Portugal nunca foi “Montes de Laboreiro”, e se anda grande confusão sobre o nome da serra, tal deve-se sobretudo às aldrabices do suíço Paulo Choffat que com tão intensa “peste Amarela”, ESTABELECEU ÍNCRIVEL CONFUSÃO sobre o nome «Serra de Soajo», ao ser esta designação DESTERRADA para o espaço territorial da «Serra Amarela»!

   Ao Padre Bernardo Pintor é justo reconhecer, os esforços pelas aturadas investigações que fez ao longo da sua vida, bem como por todo o  trabalho de as divulgar, através de jornais e livros. Mas, o facto de ter havido alguns erros e omissões de monta, uns da sua inteira responsabilidade, e outros por reproduções, não podemos  deixar de dizer que alguns dos seus deslizes prejudicaram em muito, patrimonial e culturalmente, Soajo e, também, o conhecimento geográfico de Portugal!   

  Há quem desconheça que os ERROS,  como o do sítio da falsa “Peneda”, onde se localiza o marco geodésico de 1ª ordem, na montanha do Pedrinho, freguesia de Sistelo,foi também determinante para gerar a confusão ao nível de vários homens da geografia e da cartografia! Esta falseada, “Peneda”, aliás, referida no Anexo ao Decreto nº 187/71 que trata das delimitações do território do Parque Nacional, onde consta o «Alto da Peneda» em vez de «Alto do Pedrinho»,  é uma localização que nada tem a ver com o “vale da Peneda”, onde se situa o admirável Santuário Mariano, em devoção a Nossa Senhora das Neves, gerado e consolidado, no SOAJO, PAROQUIAL E AUTÁRQUICO! A expressão popular, “ALTO DO PEDRINHO» como sinónima de «MONTANHA DO PEDRINHO» era de uso corrente pelas gentes da SERRA DE SOAJO!

 Mas confundiram, intencionalmente, a «MONTANHA DO PEDRINHO», com uma suposta “Montanha da Peneda”, e também a «SERRA AMARELA» com a «SERRA DE SOAJO», porque mentindo conseguiriam, mais facilmente, alcançar o objectivo da tentar a destruição de um nome com tantos e tantos séculos!

 

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