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Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

SERRA DE SOAJO E CÃO DE SOAJO, DUAS IDENTIDADES ATACADAS E AFASTADAS PELO PADRE BERNARDO PINTOR E A. RODRIGUES, NATURAIS DE CASTRO LABOREIRO! OS DOCUMENTOS AQUI PUBLICADOS ARRASAM AS INVENTONAS DE A. RODRIGUES.

Na imagem seguinte tem parte de uma frase onde se diz que «TODOS OS ANOS» era obrigatório o envio, para se manterem os privilégios. Mas o castrejo Rodrigues das, agora, "cinquenta e três páginas", até afirma que isto é uma aldrabice minha, chegando mesmo a pedir provas de que se mandavam para os reis os sabujos!

Que DESCARAMENTOS só para rebaixar a qualidade dos cães de Soajo que em 1874 também eram criados em C. Laboreiro!

Fecha o cérebro e disparata à toa...

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Parte, de facto, de documento que prova que as MENTIRAS do castrejo A. Rodrigues devem ser lançadas no contentor do lixo.

Acusa-me de ser eu que ando a ENGANAR os Soajeiros e o público em geral, mas ele é que RECORRE, habilidosamente, a infamantes escritos apresentando textos com teorias, tretas e livros que se referem ao cão sabujo ibérico, existente ainda em Espanha, mas que nada tem a ver com o cão SABUJO português da Serra de Soajo que é  cão de guarda de gados e que também serviu para caça grossa!

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 A expressão «TODOS OS ANOS» gravada, nesta parte do monumento ao sabujo da serra de Soajo, está seguramente sustentada em documentação arquivada na TORRE DO TOMBO, mas acusou-me, aparvalhadamente, que sairam da minha «cachimónia» os envios de «cinco sabujos», por ano, para os reis de Portugal !

Quer ROUBAR SOAJO, mas nunca o conseguirá em termos de rigor histórico, e o resto se verá! 

Para todo o sempre SOAJO será titular das suas riquezas culturais, económicas, históricas, sociais, patrimoniais e de geografias física e humana...

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 Segue o texto relacionado com o título do artigo:

Repudiaram dois castrejos, Bernardo Pintor e Rodrigues, duas identidades, muito queridas dos Soajeiros que amam a sua terra natal.

Sobre o nome SERRA DE SOAJO não obstante saber Pintor o suficiente sobre a sua exactidão optou por um nome desajustado à realidade genuína.

Quanto ao nome «CÃO DE SOAJO» atacou-o Pintor e, sobretudo, Rodrigues,  ao desvirtuarem a sua entrega ANO após ANO, de não enquadrarem os tempos de envio DENTRO DO RESPECTIVO ANO, e, ainda de os destinatários dos «cinco sabujos» poderem não ser os Reis, mas para Pintor «um qualquer donatário»!

Três “palpites” imaginados por Pintor que influenciaram o seu conterrâneo A. Rodrigues para, a partir de 2002, agredir, sem dó nem piedade, o historial do cão que, só na segunda metade do século XIX, se soube que Castro Laboreiro era  também, além de SOAJO, área de habitação do cão.

De facto os conteúdos relativos ao «CÃO DE SOAJO» tratados no Foral de Soajo de 1514 passaram a ser DETURPADOS propositadamente para, indirectamente, superiorizarem e defenderem a mesma raça apenas ligada em termos de origem a Castro Laboreiro!

 Os argumentos de «abundância e do habitat» do cão nas diversas povoações da serra de Soajo observados por autores exógenos a Castro Laboreiro, na segunda metade do século XX, seriam coisas para desprezar, fundamentalmente, pelo seguidor castrejo dos “palpites” de B. Pintor!

Quem for isento e imparcial, através dos CONTEÚDOS documentais acima expostos, JAMAIS, PODERÁ DEIXAR-SE ENGANAR PELOS MALABARISMOS E ALDRABICES provenientes do castrejo com cerca de "cinquenta invernos", mas que, mesmo  quase idoso, exibe comportamentos que raiam o inadmissível...

Mas outras tiradas e ATAQUES à REAL MONTARIA DE SOAJO, irão colocar as suas diatribes no lugar onde devem ficar, definitivamente, para deixar de andar, MALDOSAMENTE, a ATACAR  VERDADEIROS INTERESSES PATRIMONIAIS DE SOAJO...

 

 

 

 

DO FORAL DE SOAJO FOI ESTROPIADO UM ELEMENTO ESSENCIAL ACERCA DO CÃO DE SOAJO, PELO PADRE B. PINTOR, NATURAL DE CASTRO LABOREIRO, COM INTUITO DE DESVIRTUAR A SUA ENORME CARGA HISTÓRICA E FAVORECER O FALSO NOME "CÃO CASTRO LABOREIRO"!

O Pe. Bernardo Pintor considerou o CÃO SABUJO DE SOAJO, também como um CÃO DE GUARDA! Mas quis ESTROPIAR a mais RELEVANTE DETERMINAÇÃO do FORAL que foi a CAUSA DO POVO DE SOAJO FICAR ISENTO DO PAGAMENTO DE IMPOSTOS, durante vários séculos!

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No FORAL DA TERRA E CONCELHO DE SOAJO, consta em «CADA UM ANO» para obrigar à entrega dos «CINCO SABUJOS»!

A seguir uma imagem desenhada do «CÃO DE GUARDA», da SERRA DE SOAJO, que um detractor castrejo apesar de não ter o FORMATO do «SABUJO IBÉRICO» identifica-o apenas como cão de caça, talvez porque quando se fala do Jesus só se entende como sendo a identidade de Cristo... A língua portuguesa tem palavras que são homónimas mas o castrejo Rodrigues dos «AXIOMAS» não sabe... Ainda não conseguiu Rodrigues perceber isto, e, por tal, se está escrito SABUJO, é sempre para ele o da península ibérica e, nunca, nunca, o da serra de Soajo ! Todavia,  o castrejo Padre B. Pintor nunca caiu na idiotice de defender na mesma serra e em duas freguesias vizinhas duas raças de cães diferentes. Inteligentemente evitou relacioná-los porque não quis MENTIR...

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A estratégia de Pintor passou por IGNORAR a ENTREGA ANUAL de «CINCO SABUJOS» e de INTERPRETAR MUITO MAL a época [do ANO] em que eram ENVIADOS!

Não foi declarado no FORAL DA «TERRA E CONCELHO DE SOAJO» o mês do ANO  ou a época do ANO, porém, NÃO HÁ, NÃO DEVE HAVER, A MÍNIMA DÚVIDA de que os «CINCO SABUJOS» tinham de ser entregues OBRIGATORIAMENTE TODOS OS ANOS. 

Os SOAJEIROS sentiram bem na pele que o pagamento de impostos lhes alterou o nível de vida, o bem-estar, e por isso é que, em 20 de Abril de 1846, por iniciativa de Manuel Preto Rodas, do lugar de PARADELA, assaltaram o edifício da Câmara Municipal de Soajo, onde estavam os impressos da liquidação da "décima" - as "papeletas" - queimando-as, e pouco tempo depois caminharam em direcção a Braga para reforçarem na SENHORA DO ALÍVIO outras forças revoltosas.

 Os Soajeiros foram comandados pelo valente e poderoso João Gonçalves do Outeiro, que exerceu a função de Juiz de Soajo,  mas em 1 de Janeiro de 1854 já estava substituído ficando na história local como o último JUIZ DO JULGADO JUDICIAL  DE SOAJO!

Voltando à data da remessa dos famosos «CINCO SABUJOS», enveredou Pintor por ignorar a ANUALIDADE pois sem esta periodicidade a IMPORTÂNCIA DA CARGA HISTÓRICA DO NOTÁVEL CÃO DE SOAJO seria secundarizada, enfraquecida, ou, se quisermos como que banalizada... 

Para tal, quis então Pintor, veladamente, não referir a entrega ANUAL para persuadir que NÃO HAVERIA PERIODICIDADE ESTABELECIDA, e sem esta tinha melhores condições para ESTROPIAR uma referência essencial do FORAL manuelino de Soajo e, concomitantemente, defender o NOME DO CÃO COMO SENDO DA SUA TERRA NATAL! ASSIM, O NOME NEGADO DE «CÃO DE SOAJO» pelo autor do estalão, em 1935, continuaria a ser deformado! 

Foi esta intenção PROPOSITADA, permitindo a Bernardo Pintor escrever, interpretando, defeituosamente, nos termos do texto reproduzido por fotocópia, que apresento mais abaixo...

O Pe. B. Pintor a quem muito conhecimento se deve do historial da região nordeste do Alto Minho não deixou de cometer erros históricos sobre assuntos de grande significância.

Já tive ensejo de apontar alguns, nomeadamente, o da afirmação que uns "Montes de Laboreiro" foram a designação das montanhas orientais de entre os rios Minho e Lima. Também outro erro foi o de que esta denominação da serra foi substituída por "serra da Peneda", o que é negado seguramente com muitíssimos documentos,  pois, ao longo dos séculos, o nome genérico desta serra de Portugal foi sempre «Serra de Soajo» e evidenciada como uma das principais do país!

Mas eis que uma clamorosa, gritante e inacreditável deformação foi declarada em 1981 pelo investigador Bernardo Pintor ao IGNORAR uma afirmação contida no foral de Soajo de 1514, não obstante de uma forma CLARA, PURA, NÍTIDA E OBJECTIVA se referir que a obrigatoriedade do ENVIO dos «CINCO SABUJOS» tinha de ser feita em  «CADA UM ANO», ou seja,  ANUALMENTE.

Mas, Pintor, não SÓ NÃO REFERIU, como atrás disse esta PERIODICIDADE ANUAL,  como  apenas tentou interpretar a palavra, «REQUERER», num sentido exclusivo e, da conveniência dos interesses da terra da sua naturalidade.

O foral reza o seguinte: «não pagarão a nós nem à coroa Real destes Reinos nenhum foro nem tributo Real porque são obrigados de nos darem em CADA UM ANO aos tempos que lhos mandarmos REQUERER ou eles os quiserem mandar CINCO SABUJOS feitos de monte sem outra nenhuma coisa». Em face deste texto, então, se analisarmos este pedaço do foral somos levados a concluir que:

 1 - Os «cinco sabujos» não eram enviados, por exemplo, de dois em dois anos, ou, de três em três anos, etc;

2 - «Requerer», pode ser empregue numa acepção diferente da palavra que B. Pintor endendeu como significando, «RECLAMAR»;

3 - A palavra «REQUERER» que foi muito usada no foral e, em outros documentos medievais, relativos ao «concelho e montaria» de Soajo, era tomada como sinónimo de «PEDIR»;

4 - A expressão em «CADA UM ANO», em vez de «anualmente», aparece escrita também a propósito do pagamento anual, por exemplo, ao monteiro-mor da Real Montaria de Soajo, Vasco Gonçalves, quando foi nomeado para o cargo em 1452.

Usando a palavra «RECLAMAR», Pintor, distorceu, como abaixo se verá, o que verdadeiramente não está no foral para ter a possibilidade de segundo a sua conveniência  o manipular,  retirando conclusões que dele não devem ser extraídas.

O Padre Pintor, com ela DEFORMOU, DESVIRTUOU, FALSEOU e ABASTARDOU o que consta no foral, com o propósito subtil de defender o nome do cão da sua terra natal, Castro Laboreiro, e ao não os relacionar, evitou dizer que eram cães da mesma raça, embora escrevesse que os SABUJOS de Soajo eram cães de GUARDA!

Ao não dar tanta importância às remessas de «cinco sabujos» porque para ele seriam feitas OCASIONALMENTE, portanto, em termos de tempo, sem regra definida, pretendeu inculcar  a ideia  de que em Soajo não haveria uma raça de cães tão fundamental, tão preciosa, tão indispensável, tão importante e querida pelos REIS de Portugal.

Todavia, uma coisa é necessário salientar, pois Pintor, mesmo deturpando foi bem inteligente na forma como pretendeu disfarçar a interpretação do foral na matéria concernente aos envios de «cinco sabujos», não se deixando cair tão escandalosamente, nas aberrações, patetices, idiotices, estultices e aldrabices que o seu conterrâneo A. Rodrigues, iniciou em 2002, e que continua a tentar demonstrar recorrendo, futilmente, a UM AXIOMA, SEM CABIMENTO NA CIÊNCIA DA HISTÓRIA, de que existiu SEMPRE - na área montanhosa de Castro Laboreiro que se integra na serra de Soajo - APENAS UMA RAÇA, a que chama em exclusivo, cão castro laboreiro e, nunca, cão sabujo !

Na autarquia de Soajo, o SABUJO, ERA SÓ DE CAÇA [na sua cabeça também só "medieval" (?)] e, em Castro Laboreiro, HOUVE SEMPRE uma outra raça, exclusivamente, SÓ DE GUARDA, afirmou o castrejo  Rodrigues das INVENTONAS!

Não sabemos bem as causas pelas quais o SABUJO DE CAÇA, não passava o "FORTE E ELEVADÍSSIMO MURO" de separação das duas autarcias para CAÇAR  nas povoações de Castro, e o cão de montanha, só de GUARDAR, não conseguia escalar o "muro sem-vegonha" para chegar às povoações vizinhas de Soajo !...

Temos, no entanto, por uma intensa "alucinação" a ideia de que nem sequer os cães das duas "raças diferentes" (segundo o homem das tontices e aldrabices)  passariam da área municipal de Soajo, através de Lamas do Mouro, para atingir o grandioso e não fragoso país municipal de Castro Laboreiro, a fim de petiscarem uns  javalis, corços, etc,...

Que pena temos destes pobres e tapadinhos animais que tantos e tantos reis quiseram da raça SABUJO, e que durante mais de QUATROCENTOS ANOS, gozaram de UMA ESPECIAL PROTECÇÃO DISPENSADA PELOS REIS DE PORTUGAL, só em Soajo! O CÃO de nome ABERRANTE de "outra raça" FOI APRECIADO pelo ditador Oliveira Salazar, mas apenas na parca quantidade de um e um só, talvez por ser da NOBRE RAÇA DE CÃO DE GUARDA, ou  porque  desequilibrava as CONTAS PÚBLICAS, e, por consequência não conseguiu atingir sequer uma cifra total de «CINCO SABUJOS», SÓ DOS DE GUARDAR»!

Quem sabe ler os escritos a seguir apresentados, em que muito clara e justamente comprovam que SOAJO tem um património histórico e cultural de que os SOAJEIROS se devem orgulhar, mas nunca o deverão deixar DELAPIDAR, DESTRUIR E ARRUINAR...

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Texto que serviu para se elaborar o Foral de 1514 em que figura « em cada huum anno» que no português actual se escreve em «CADA UM ANO».

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O que foi dito aos inquiridores pelas autoridades de Soajo sobre o que já vinha a ser feito no concelho de Soajo antes da feitura da nova LEI DO FORAL DE 1514. Quanto à entrega dos sabujos está escrito «cad' ano»!

 

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Foi nesta obra publicada em 1981 que Berbardo Pintor escreveu muitíssimas VERDADES depois de muito trabalho feito de graça, pelo que DEVE sser credor do NOSSA ADMIRAÇÃO, RESPEITO E GRATIDÃO, mas o que em qualquer obra  não está correcto o espiríto da defesa de valores mais altos deve-nos levar à sua não aceitação...

 

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Porém, manda a verdade que aquilo que redigiu B. Pintor a seguir não decorre do que estava SAGRADAMENTE na lei que também disciplinava os comportamentos dos SOAJEIROS perante os REIS e o ESTADO, ou seja, perante a Coroa de Portugal.

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Assim, para Pintor.  «PODERIA HAVER ANOS EM QUE NADA PAGASSEM [OS SOAJEIROS] POR NÃO SER RECLAMADO, POIS DE CERTO OS SOAJEIROS NÃO OS MANDARIAM!

No foral não vem a época de pagamento DENTRO DO ANO, como foi considerado nos pagamentos ao MONTEIRO-MOR, que eram  satisfeitos no tempo do S. MARTINHO,  mas, mas..., outros documentos OFICIAIS FAZEM COM  QUE AS IMAGINAÇÕES DO PADRE PINTOR, E, SOBRETUDO, AS ALUCINAÇÕES MENTIROSAS DO CASTREJO, A. RODRIGUES, ENTREM DIRECTAMENTE NO CONTENTOR DO LIXO, PORQUE NELES SE REZA QUE «TODOS OS ANOS», TODOS OS ANOS, TODOS OS ANOS... TERIAM DE SER ENVIADOS «CINCO SABUJOS» DA TERRA E CONCELHO DE SOAJO PARA OS MONARCAS DE PORTUGAL!!!

DEMONSTRATIVO DE FALSIDADES É ESTE PEQUENO ARTIGO, NO «NOTÍCIAS DOS ARCOS, EM 1950: 

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COMO SE NOTA, O PADRE PINTOR, ESCREVEU TAMBÉM ESTAS SUAS IMAGINAÇÕES : «É NATURAL» QUE OS CÃES SABUJOS NÃO FOSSEM RECEBIDOS PELOS REIS MAS «POR QUALQUER DONATÁRIO»!

PINTOR, AINDA SE ATREVEU A ESCREVER  QUE ERA UM "TRIBUTO EXTRAVAGANTE" PORQUE DESCONHECEU QUE CADA UM DOS VIGILANTES DAS ÁREAS PROTEGIDAS TINHAM DE SER ACOMPANHADOS, POR LEI, POR UM SABUJO, E AINDA, NA MONTARIA-MOR DO REINO, EM LISBOA, TINHAM DE TER 35 (TRINTA E CINCO) SABUJOS!

OS DESVIOS ÀS  VERDADES POR PARTE DO PADRE PINTOR, E AS INVENTONAS DE A. RODRIGUES, SÓ TÊM FUTURO EM AMBIENTE DE DESINFORMADOS OU NO MUNDO DOS NÉSCIOS... 

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Não foi só o nome do cão que ESTROPIARAM, também o nome da serra passou por iguais vicissitudes, embora sob o ponto de vista oficial já foi recuperado o nome em parte do seu multissecular espaço montanhoso, o que ainda não se verifica com o nome «CÃO DE SOAJO» ou «CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO»!

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O que nos foi legado sobre o nome da serra na profundidade dos séculos escrito na língua dos romanos: «SVAIO» que em português significa «SOAJO».

Os nomes das suas companheiras de séculos e séculos, GERÊS, MARÃO E MONTEMURO não foram ESTROPIADOS!

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Este mapa vem na primeira GEOGRAFIA CIENTÍFICA DE PORTUGAL e está sustentado numa investigação profunda e rigorosa das obras e mapas publicados em Portugal ao longo dos séculos, mas uma serra do nome do cão deturpado aparece na LUA VAZIA, mesmo depois de ESTRUPIAREM como que a seguir se demonstra:

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A SERRA DE SOAJO SÓ PARIU OUTRO NOME PORQUE QUANDO O SEU NOME REGRESSOU DO ESPAÇO DA SERRA AMARELA OUTRO NOME TINHA REBAPTIZADO DISPARATADA E INDEVIDAMENTE A VERDADE DE SÉCULOS!

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O desconcertante nome da «SERRA DE SOAJO» dá por vezes nomeada ao espaço da SERRA AMARELA pela aldrabice feita, em 1907, por Paul Choffat!

Todavia, o castrejo Padre Bernardo Pintor, apresentou sobre o nome da serra algumas considerações acertadas, mas não conseguiu com a necessária clareza e firmeza explicar as trapalhadas e de uma forma aparentemente isenta não deixou de optar pelo nome errado e enganar os que o seguiram...

Mas, o castrejo Rodrigues, não só repudia o nome «CÃO DE SOAJO» porque entende ser uma heresia, como coloca o castelo de Castro Laboreiro, sempre e sempre, através dos séculos, na serra da "Carochinha Castreja"!  Coitadinho... os mapas expostos na INTERNET seguem também as suas lunáticas IMAGINAÇÕES aldrabonas!

O CÃO DA SERRA DE SOAJO E A VACA CACHENA DA MESMA SERRA TÊM OS SEUS NOMES OFICIAIS ALTERADOS POR BATOTAS FEITAS PELOS INIMIGOS DO MILENAR SOAJO!

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Depois das aldrabices apareceram os erros copiados e, daí a RIDÍCULA DENOMINAÇÃO DA MESMA SERRA COM DOIS NOMES, E COM A MESMA ALTITUDE, AVALIADA NO ALTO DA PEDRADA, local da máxima altitude da extensa e alta serra, dentro da autarquia de Soajo.

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Na língua romana a serra tem um só nome, «SVAIO», que significa SOAJO. O outro nome em latim não o souberam inventar os batoteiros...

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Este autor foi retirar do espaço da serra AMARELA  o nome errado que Choffat lá colocou, mas regressado só foi ocupar parte do seu multissecular espaço...

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Em que serra está situado o castelo de Castro Laboreiro mesmo no caso de aparecerem disparates? Na do nome batotado ou na serra cujo nome atravessou séculos e séculos?!

 

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O texto anterior mostra bem que o gado vacum de pequeno porte era tido como sendo da SERRA DE SOAJO. O sábio Doutor José Leite de Vasconcelos (1858-1941) que fez, em 1882, uma «EXCURSÃO À SERRA DE SOAJO» conforme escreveu, participou mais tarde num colóquio na cidade galega de ORENSE, e bem soube que a serra tem um só nome correcto e que a região  serrana de Soajo foi e é uma área montanhosa  de interessantes singularidades... e, ainda que, como disse, era nome frequentemente falado no país...

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Para repudiar os disparates também ajuda a eternização do nome consagrado pelos Soajeiros que a apelidaram com a denominação de raça CACHENA!

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NESTAS DUAS IMAGENS REVELAM-SE REFERÊNCIAS ÀS DUAS RAÇAS DE ANIMAIS DE QUE A SERRA DE SOAJO TEM SIDO BERÇO AO LONGO DE MUITOS SÉCULOS. AMBAS AS RAÇAS FORAM OBJECTO DE GRAVES MENTIRAS E EXCENTRICIDADES...

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Dois cachorrinhos que nasceram em Soajo e aqui irão continuar a ser criados...

 

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Confundir o CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO com o SABUJO IBÉRICO, depois chamado ESPANHOL na idade contemporânea, apesar de ambos serem conhecidos com o nome SABUJO,  é o maior disparate que um castrejo "sábio de aldrabices" inventou em 2002, e que quer à viva força defender, mesmo que seja à custa de viciações, nomeadamente, do FORAL DE SOAJO,  onde se fixaram normas legais de funcionamento da vida municipal de Soajo que vigoraram durante séculos.

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Com progenitores de qualidade indesmentível, no solar de séculos, já nasceram  muitos e muitos sabujinhos da RAÇA DO CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO. Todavia, na actualidade, já não são enviados aos REIS de PORTUGAL, numa remessa ANUAL de «CINCO SABUJOS» já ensinados.

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Não se defendendo tão bem a raça cachena e, por outras razões, passaram os soajeiros a preferir um tipo de gado mais robusto e de mais rendimentos para diversos fins. Talvez que estes factos também contribuíssem para desmotivar a criação de tantos sabujos na serra de SOAJO como se havia feito ao longo de muitos séculos.

Este exemplar fotografado, nos anos de 1950, foi possuído por  quem teve também na década de 1930 cães sabujos. Mas eu, na década de 1950, ainda conheci vários soajeiros que tiveram cães sabujos na vila de Soajo, mas claramente em muito menor quantidade que nos séculos anteriores.

Por sustentados ao longo dos tempos em muitos documentos arquivados na Torre do Tombo os «SABUJOS  DA SERRA DE SOAJO» com a sua notável característica de MUITO FORTES ganharam glorificação numa escultura condigna e ajustada.

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A raça portuguesa CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO, NATURAL DA SERRA DO MESMO NOME era  onde nasciam e se criavam sabujinhos, que não se enquadravam, rigorosamente, nas sucintas características corporais dos sabujinhos peninsulares,  que com apenas uma ou pouco mais de uma semana de vida foram superficialmente descritos, mas nunca ao nível de um pretenso estalão rácico. Fantasiar não é proibido, mas nunca se deve tomar ligeiro "retrato"  como uma  padronização, até pelas mudanças morfológicas que irão sofrendo, embora os progenitores e os cachorros mais desenvolvidos servissem de modelo informativo...

 

SOBRE O CÃO DE SOAJO MORTO NA PENEDA, O CASTREJO A. RODRIGUES QUER QUE SE UTILIZE O NOME FALSO DO CÃO E QUE SE NÃO USE O NOME SERRA DE SOAJO

O castrejo A. Rodrigues como já se disse apareceu sem elementos, sem coisa alguma, ao fim de seis anos, para conseguir validar a sua TESE, lançada em 2002. Teve pretensões de ter "descoberto uma nova pólvora", recorrendo à ALDRABICE de que o cão de Soajo era o «SABUJO ibérico», e de haver em Castro Laboreiro, terra vizinha e confrontante com Soajo, uma outra raça de cão!

Como não arranjou provas para sustentar o que a sua cabeça congeminou sobre uma raça diferente da que existiu, MUITO REFERENCIADA EM OBRAS HISTÓRICAS E DOCUMENTAÇÃO OFICIAL, acerca de  Soajo, desde os primeiros séculos de Portugal até ao século XX, então PASSOU O "SÁBIO RODRIGUES DAS TRETAS" , AO BOTA-ABAIXO, DESANCANDO, TUDO QUE DOCUMENTA OBJECTIVA, CLARA E OFICIALMENTE O CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO.

BANALIZA A «REAL MONTARIA DE SOAJO» DIZENDO AGORA ´QUE FOI UMA INSTITUIÇÃO  «SINGELA", PARA QUERER DIZER SEM IMPORTÂNCIA, MAS, ANTERIORMENTE, IDENTIFICAVA-A COMO SENDO UMA "MONTARIA DOS LOBOS", IGUAL À DE MELGAÇO.

AMADURECEU ALGUMA COISA SOBRE OS SEUS CONHECIMENTOS SOBRE A «REAL MONTARIA DE SOAJO» DEPOIS DE IR À TORRE DO TOMBO AO QUE PARECE MAIS RECENTEMENTE, PARA VER SE LÁ ESTAVA OU NÃO O DOCUMENTO DE QUE ME SOCORRI PARA TENTAR SABER SE ELE HAVIA  DE FACTO CONSULTADO O ARQUIVO DO MONTEIRO-MOR DO REINO.

A ACUSAÇÃO TORPE E BURRA QUE ME FEZ SOBRE EU NUNCA TER VISITADO O ARQUIVO, NÃO O LEVOU A PEDIR DESCULPA AOS LEITORES, NEM TROUXE À BAILA O CASO DA LOCALIZAÇÃO DA «REAL MONTARIA DO CABRIL» FORA DO GERÊS,  PARA PODER VIR AO ATAQUE, PORQUE VERIFICOU QUE QUEM DIZIA A VERDADE ERA EU, E QUE ELE MENTIA, E DE UMA MANEIRA ESTÚPIDA...

QUER CONVENCER APENAS "NÉSCIOS" AO PRETENDER DIZER QUE O CASTELO DE CASTRO LABOREIRO NÃO SE SITUAVA NA SERRA DE SOAJO, TALVEZ PENSANDO QUE SE  SITUAVA NAS SERRAS PORTUGUESAS DO LAROUCO OU DO GERÊS! OU AINDA TALVEZ CONVENCIDO QUE O NOME SERRA DE SOAJO SEMPRE DEU NOME AOS MONTES DA SERRA AMARELA!

ALÉM DO CÃO DE UMA SÓ FREGUESIA TAMBÉM O "SÁBIO" AMBICIONASSE UM NOME DE SERRA QUE INCLUÍSSE O NOME CASTRO LABOREIRO...

NÃO CONSEGUINDO PARA TODAS AS OUTRAS SECULARES RAÇAS DE CÃES PORTUGUESAS [COM OU SEM ESTALÃO, PORQUE ESTALÕES NÃO CRIAM RAÇAS, APENAS AS DESCREVEM, E REFEREM UM MODELO IDEAL PARA CADA UMA DELAS] UM SOLAR CIRCUNSCRITO A UMA SÓ FREGUESIA, E, TAMBÉM UMA SERRA PORTUGUESA, PARA UMA SÓ FREGUESIA, QUER A TODO O CUSTO UMA SERRA PARA A SUA AUTARQUIA!

ELE JÁ ESCREVEU QUE CASTRO É PAÍS DISTANTE DE SOAJO, ESQUECENDO-SE DE DIZER SE NELE SE VIVE EM MONARQUIA OU REPÚBLICA!

MAS, MONTALEGRE, JÁ  DIZ QUE É TERRA PRÓXIMA! ESCREVEU ISTO, NA ADENDA CARREGADA DE DISPARATES QUE EU VOU  DESBARATAR PARA QUE SAIBA QUE A SUA «INVENTONA» INICIADA EM PORTUGAL, PELA PRIMEIRA VEZ, EM 2002, NA PALESTRA DE MELGAÇO É UMA PARVOÍCE COMPLETA. ARGUMENTA CONFORME LHE CONVEM PARA TENTAR SALVAR A SUA TESE ESTAPAFÚRDIA...

 «SABUJO» É TERMO QUE SUSCITANDO EQUÍVOCOS AO SER POR VEZES UMA HOMÓNIMA HOMÓGRAFA, USADA NA LINGUAGEM DOS SOAJEIROS, TAL COMO ACONTECE COM A PALAVRA «MONTEIRO»,  PERMITIU AO "SÁBIO CASTREJO" MANIPULAR E ENGANAR.

TEVE O AZAR DE EU VIR A TERRRENO, SENÃO ENGANARIA DE UMA FORMA GERAL OS MEUS CONTERRÂNEOS AO INTERPRETAR DESMIOLADAMENTE OS DOCUMENTOS DE SOAJO E AO LANÇAR NUVENS DE POEIRA SOBRE TRABALHOS E DOCUMENTOS QUE NADA TÊM A VER COM SOAJO, MAS QUE ILUDEM OS DESPREVENIDOS E OS MENOS ATENTOS.

O CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO, SENDO UM CÃO GRANDE E VALENTE TINHA E TEM BOAS APTIDÕES PARA GUARDAR GADOS DOS ATAQUES DOS LOBOS E RAPOSAS, MAS TAMBÉM PARA A CAÇA GROSSA, NAS FUNÇÕES DE BUSCAR, LEVANTAR, CORRER E AGARRAR OS ANIMAIS PERSEGUIDOS, NOMEADAMENTE URSOS, CORSOS, LOBOS E JAVALIS.

O CÃO DE SOAJO É UM CÃO TALENTOSO, PLURIFUNCIONAL, COM «PODEROSO DOMÍNIO", POTENTE NO AGARRAR DOS ANIMAIS BRAVOS FORTES...

O CÃO DE SOAJO SERVE SOBRETUDO PARA «AGARRA",  PRENDER,  LUTAR...

SIM, DE «AGARRA»   PORQUE ESTA É TAMBÉM UMA PALAVRA PORTUGUESA...

O «SABUJO DA SERRA DE SOAJO», EM MORFOLOGIA É DIFERENTE DE OUTRAS VARIEDADES DOS SABUJOS IBÉRICOS OU PENINSULARES QUE, NA IDADE MÉDIA E POSTERIORMENTE, SE USARAM NA CAÇA GROSSA.

SOBREVIVEM, ACTUALMENTE, EM ESPANHA, VARIEDADES DE SABUJOS, NÃO SENDO TODOS IGUAIS, EM MORFOLOGIA E EM APTIDÕES  ESPECIALIZADAS, POR EFEITOS TAMBÉM DE ENSINAMENTOS...

 

O texto seguinte demonstra que um dos três exemplos que apresentei no meu artigo «CÃO SABUJO DE SOAJO, NOME CERTO, "CÃO CASTRO-LABOREIRO", UMA MENTIRA», sobre o tratamento da mudança indevida do nome do cão de Soajo e de afirmação de que o cão notável da serra de Soajo é um e um só, foi aproveitado com enorme empolamento, exagero e alarido, pelo castrejo A. Rodrigues, para inculcar que as suas mentiras, falsidades e enganos se enquadram num cenário de verdades e realismo. Eis a fonte da informação, obtida na Internet, em «melgaço, do monte à ribeira», com a data de publicação:

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A primeira vez em que me referi a este texto retirei dele o que consta na imagem seguinte:

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A idiotice do castrejo resulta da  falta de argumentos nucleares sobre o cão, sustentados em documentos e em obras históricas, por isso incha com "palha", verborreia e inventonas, recorrendo a coisas laterais e insignificantes.

Sentencia que este texto é imaginado e, portanto, não real, porque foi extraído de um romance de um autor espanhol. Se foi um mero exemplo que apresentei para quê tanto ruído... Lendo o que foi publicado na Internet não se iludem as pessoas? Não parece uma crónica jornalística? Fazer investigação profunda para saber que se tratava de um romance acrescentaria muito... O publicado em Melgaço  é que induz em erro os leitores, e se tanto prejudicava a imagem do cão, o castrejo das "tretas" deveria ter reagido...

Mas já agora, se foi imaginado, poderia ser em todos os aspectos. E quando se imagina pode ser sobre nomes  de pessoas  de povoações, de animais...

Tem sentido pegar numas meras linhas dos romances de Arnaldo Gama e de Camilo C. Branco, respectivamente, em «Satanás de Coura» e «Brasileira de Prazins», para fazer história do cão que deambulou apenas, imaginadamente, em localidades na segunda metade do século XIX?

Não se diz no final do texto publicado em «Melgaço do Monte à Ribeira» que ele foi retirado da «Revista Arraianos»? O nome extenso, «José de Sousa Mendes», não induz em erro as pessoas? Não se fizeram artigos reais sobre visitas ao santuário da Peneda? Se este foi artigo de ficção, como conseguem sabê-lo os leitores?

Mas se eu algo prejudiquei, não foi  a imagem do cão de nome errado, mas sim do «CÃO SABUJO DE SOAJO»! Procurei servir-me, apenas, de um simples exemplo...

Apontei outro exemplo publicado pelo Dr. José Pinto, na obra «Rituais Funerários na Gavieira, constante em "Namoros do Alto Minho", da autoria de Manuel Joaquim Gonçalves de Castro, editado em 1907, onde cita, entre outras coisas que em Tibo, Rouças e Gavieira «(...) o transeunte é anunciado logo à entrada pelo latir dos GRANDES CÃES a que aquela gente chama de LOBO.»!  

O texto parece ser verdadeiramente real, mas não li a obra completa, aceitando totalmente o que foi reproduzido pelo probo autor José Pinto...

 

O CÃO DE SOAJO SÓ POR TREMENDA ASNEIRA É QUE SERIA O CÃO SABUJO IBÉRICO OU PENINSULAR! O QUE MUDARAM O NOME ATRAVÉS DE BATOTAS PARA CÃO CASTRO LABOREIRO É QUE TEVE E TEM TAMBÉM A DESIGNAÇÃO DE «CÃO SABUJO DE SOAJO»!

 

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O REI DOM CARLOS III (1716-88), DE ESPANHA, EM TRAJE DE MONTEIRO, TEM UM CHAPÉU TRICÓRNIO QUE AINDA ERA USADO NO SÉCULO XVIII. AOS PÉS, NA IMAGEM SEGUINTE, UM CÃO SABUJO IBÉRICO (ESPANHOL) DE COR BRANCA, QUE TEM CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO  SABUJO BRANCO QUE APARECE, POR MERO ACASO, NA FOTOGRAFIA TIRADA PELO ETNÓGRAFO ROCHA PEIXOTO À COMITIVA QUE O ACOMPANHOU NO LARGO JUNTO DA IGREJA DE CASTRO LABOREIRO, NOS PRIMEIROS ANOS DE 1900.

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As orelhas mais longas são bastante maiores do que as do cão sabujo de Soajo...

 

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Outra variedade do sabujo espanhol que em termos de fortaleza física  serviria mais para caça de lebres ou para busca de javalis ou para correr em matilha para perseguir o porco bravo... Para o agarrar seria muito débil...

 

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Modalidade de sabujo espanhol antigo sem parecenças com o notável sabujo de SOAJO de muitos séculos...

 

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Na foto anterior e na seguinte a variedade mais vulgar de sabujo espanhol que engaiolado participou numa montaria ao javali em Soajo, vindo  por aluguer ...

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Podengos e sabujos espanhões (sabuesos) participaram numa caçada ao javali em Soajo a convite da Associação de Caça de Soajo.

 

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Por baixo da cabeça do galgo branco pode ver-se a cabeça, ao que parece, do orelhudo sabujo ibérico, cujo corpo está encoberto pelo do galgo. Ainda se pode observar do lado do canto inferior direito, ao que parece, um sabujo da península ibérica mais pequeno, mas com orelhas também longas. São representativos dos tamanhos grande e pequeno do sabujo peninsular, nada, mesmo nada têm a ver em termos de raça com a raça do sabujo de Soajo.

 

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