Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

NO ARQUIVO DA TORRE DO TOMBO, CATALOGAÇÕES CONTENDO «VILA E MONTARIA DE SOAJO» PODEM DELICIAR O CASTREJO DA "INVENTONA TESE" E O PODER MUNICIPAL VALDEVEZENSE!

DSCF4807

Mais um canastro de granito, amoldado em Soajo, do século XX, pela lavra dos pedreiros de Riba do Mouro. Muitas pessoas extasiam-se em ver os "espigueiros", talvez,  por alguns lhes darem  uma importância exagerada! Será, também, em parte, pelo contraste com as toscas construções que mais parecem dos tempos medievais como as que aparecem nesta foto? As coisas muito antigas cativam...

Claro que há outras identidades de Soajo, relativamente muito mais credoras de admiração, não obstante terem sido intensamente "pistoladas" pelos "amicíssimos  inimigos" de Soajo que, aprenderam e ensinaram assuntos exatíssimos, como demonstram cabalmente as fotos seguintes:

DSCF4738

DSCF4739Curiosamente a altitude máxima da falseada Peneda, no Pedrinho, segundo o então capitão, Gerardo Pery, tinha em 1875, 1446 m, e o Gerês 1442 m!  Com uma sabedoria muita parecida à do castrejo A. Rodrigues que, também sabe "a potes" da Montaria de Soajo e da Serra de Soajo, fez, Fortunado de Almeida, este novo estrugido...

E por saber de tudo foi e é um nome muito conceituado nos saberes seguintes:

DSCF4740

Os conhecidos quatro volumes da «HISTÓRIA DA IGREJA EM PORTUGAL» da autoria do Prof. Fortunato de Almeida que, seguindo as aldrabices de Gerardo Pery e de Paul Chofatt, ajudou a colocar o nome da Serra de Soajo, tão ao agrado do "imperalista castrejo", criador a partir de 2013, da genial e idiota raça dos "rafeiros bastardos de Soajo", tão queridos dos reis de Portugal e, da inventona serra de "Castro do Lado", mencionada fora dos  mapas e livros didácticos de Geografia de Portugal! Se usassem o critério de a «uma freguesia montanhosa, uma serra», quantas serrinhas haveria no Marão, no Gerês e na da Estrela? Talvez,  85 ou 132! 

DSCF5082

 

Mas, outros casos fenomenais aparecem sobre Soajo, a propósito, não da serra nem do cão de Soajo, mas do TRIBUNAL DE SOAJO! 

Soajo está fadado para muitos tipos de INVENTONAS!

Na verdade os escrivães na REAL MONTARIA DE SOAJO, NO TRIBUNAL, NA CÃMARA, no século de 1400, sabiam registar nos LIVROS os factos para cumprimento das leis.  Por exemplo, quando os gados ovino, caprino, vacum e cavalar que os guardas oficiais CRIAVAM e queriam vender na Galiza, por privilégio concedido pelo rei D. Afonso V, não iam ter com o Abade...

Mas, os escrivães do JUIZO, ou seja, do TRIBUNAL JUDICIAL DE SOAJO, no século de 1800, conforme ensinou o escritor Teixeira de Queiroz aos soajeiros, recorriam ao ABADE, para lhes lavrar as sentenças!

Com esta boa aprendizagem ENXOVALHOU-SE, em plena praça pública do Eiró, uma nobre instituição de Soajo, um juiz e as pessoas mais conscientes da realidade vivida ao longo de séculos!

Enfim, gozaram SOAJO e os SOAJEIROS, através de uma maldosa e intencional humilhação de Queiroz, mas há quem goste de se colocar muito a jeito, e até fique extasiado...

DSCF5016

Devido a critérios ajustados aos princípios e valores da História é que se fez uma classificação e uma identificação como esta que titulou um catálogo de acesso ao tabelionato de Soajo.

Também a importância da Montaria, com sede na vila de Soajo, subiu ao podium numa conferência da cidade francesa de Lyon como sendo a mais antiga de Portugal, provada com recurso a documentos de Soajo!

DSCF4856

Assinaturas de escrivães do tempo do juiz de Soajo, Manuel Domingues Sarramalho, onde o ABADE vinha recorrer a actos para autenticar os seus documentos.

A seguir mais intervenientes em actos oficiais:

DSCF4923

Segue o assunto nuclear deste post:

 Surpresas! Surpresas e mais surpresas ... por outras atitudes a seguir:

Afinal, como que, perplexamente, afirmaram  duas entidades: Não metemos só "água" quando repetidas vezes andámos a escrever que o concelho de Soajo, acabou, de morte REPENTINA, em Fevereiro de 1852, devido a uma isolada "Reforma Administrativa"!

O castrejo, A. Rodrigues (AR), individuo de "boa cachimónia", fica admiradíssimo pelo facto do seu «PAÍS» continuar mais anos do que Soajo como município, apesar de nele haver uma só freguesia!

Sabendo que o de Soajo tinha três freguesias, em que só a paróquia de Soajo, tinha mais condições para continuar a sustentar um concelho do que o «país» Castro Laboreiro, nunca se atreveu AR a arranjar este argumento para explicar, por razões de MODERNIDADE, a extinção de quase 500 concelhos em Portugal em 1836.

Nos países da Europa ocidental idênticos ainda continuam e, felizmente, para eles os níveis das assimetrias em vários aspectos, nunca atingiram os de Portugal, porquanto, as repartições dos DINHEIROS PÚBLICOS  dentro dos concelhos nunca seguem os critérios  de um "XICO ESPERTO",  lá do sítio!

O que AR e o poder municipal valdevezense fazem muito, gostosamente, foi também, interpretarem VICIOSAMENTE,  a natureza e as funções da MONTARIA REAL DE SOAJO!

Com efeito, AR, começou por considerar a «REAL MONTARIA DE SOAJO» como uma simples área de batida aos lobos, quando elaborou, em 2013, uma peça teatral com «vinte páginas»!

Mas, sorrateiramente, sentindo que meteu o "pé na argola", mudou a agulha, e já  aceita a Montaria de Soajo  numa outra versão menos desrespeitosa! Numa "adenda", apesar de ter  33 novas páginas, já não engana os leitores tão descaradamente! Admirável, mas não muito, porque mesmo nesta qualidade, apouca-a, considerando-a uma SINGELA, ou seja, uma SIMPLES, trivial, Montaria!

O poder do município valdevezense, desvaloriza-a também, considerando-a como uma simples «reserva de caça», sem especificar que se destinava a prender e a proteger os "grilos"!

Pelos anos da década de 1979, na cidade francesa de Lyon, Soajo, foi exponenciado numa conferência como a terra portuguesa mais antiga que se conhece, na protecção e conservação da natureza em Portugal!

O conferencista  foi o abalizado investigador e professor catedrático Carlos Manuel Baeta Neves.

Com base no «Regimento do Monteiro-mor do Reino de Portugal,  de 1605, destrinçou o probo catedrático da Universidade de Lisboa que se, anteriormente, houve preponderância na protecção da FAUNA SILVESTRE sobre a FLORESTA, a partir deste ano inverteram-se as preocupações.

AR, ataca, assanhadamente, aspectos relevantes de Soajo e exige trabalhos científicos, mas apresentados, ignora-os, para poder mentir e pretender salvar a "comédia" de idiotices expostas na sua "famigerada" «Tese para pequeninos»!

O assunto da ESPECIAL, HISTÓRICA e muito importante instituição de MUITOS SÉCULOS, que foi a REAL MONTARIA DE SOAJO, que se manifestam através de centenas de documentos oficiais de AUTENTICIDADE incontornável bem expressam uma singular e notável «VILA E MONTARIA DE SOAJO»!

Apresento, a seguir, imagens obtidas numa secção da Torre do Tombo, que catologam os livros antigos dos NOTÁRIOS de Soajo, também, desta outra forma:

DSCF5005

Segundo as maldosas palavras das duas entidades referidas, a singela MONTARIA foi destacada, mas nenhuma terra, a norte do rio Douro, pode orgulhar-se de exibir tamanha honra!

A  montaria dos "grilos" havia-a em Laboreiro e no Vale do rio Vez, onde Portugal não se desfez por falta de heróis, como no «BOURO E EM SOAJO»!   Descreveu, Pinho Leal, quando tratou em «Portugal Antigo e Moderno», o tema  «BOURO», que os povos das montanhas do «Gerês e de Soajo»  sempre foram muito  LEAIS com a Pátria dos Portugueses!

Ao ser assim, tem todo o sentido, proclamar com espírito de inteira justiça:

«NO GERÊS DE SOAJO, E EM VALDEVEZ DA SERRA DE SOAJO, NUNCA O MUNDO SE DESFEZ!»

 

A seguir um nome de prestígio de um notário que deixou, em muitas famílias de Soajo o apelido «AMORIM»! Foi este tabelião quem escriturou o TOMBO DA PARÓQUIA DE SOAJO e sua anexa da GAVIEIRA, em 1795, para onde foram trasladados os dizeres das fronteiras da freguesia, do concelho e montaria de Soajo, constantes no original do FORAL DE 1514, na versão completa que foi enviada para Soajo!

As "pistoladas" no livro das comemorações dos «500 anos do foral», é que tinham de ser feitas ao gosto do poder municipal valdevezense, por encomenda, feita à Prof.ª Paula Costa.... Mas quem desdenha quer comprar, ou melhor dito, quer colonizar... De facto muito menorizaram e humilharam singulares identidades...

DSCF5012No impresso seguinte no cabeçalho tem escrito «Vila M. SOAJO» como abreviatura de VILA E MONTARIA DE SOAJO.

DSCF5008

Na imagem seguinte alguns nomes de notários que exerceram no concelho, julgado e montaria da vila de Soajo.

DSCF5007

Segue, uma referência ao «JULGADO DE PAZ» que coexistiu, ou seja, existiu em simultâneo, com o «JULGADO DE SOAJO» de 1ª instância, continuando, mesmo depois deste ser extinto no final de 1853.

DSCF5001

 

DUAS ESPECIAIS RAÇAS DE CÃES, CÃO SABUJO DE SOAJO E SABUJO IBÉRICO, EXISTIRIAM NA SERRA DE SOAJO, SEGUNDO A INSENSATA IMAGINAÇÃO DE UM CASTREJO!

Em primeiro lugar referirei que, em 1935, já estava bastante ameaçada a raça «CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO» em termos de quantidade e qualidade, porém, felizmente, em Castro Laboreiro, menos escasseou.

Um cão que se usava, em SOAJO, para guarda de gado, para caça grossa e, ainda, para outras finalidades, nomeadamente, acompanhamento dos antigos guardas da área natural protegida, querem algumas pessoas que fosse apenas utilizado para uma ou algumas destas funções, porque não sabem ter havido na linguagem local palavras muito suas, sendo SABUJO uma delas! 

Algumas pessoas como o castrejo e o Lopes da Serra, não sabem que na língua portuguesa existem palavras que se escrevem e pronunciam do mesmo modo, mas que têm significados distintos,  e, por tal, concluem que um cão SABUJO só tem as significações que aparecem nos dicionários que consultam, quando no vocabulário antigo de SOAJO havia termos, de facto, de uso muito local, e, também porque a ciência, BIOLOGIA, só se afirmou no século XIX... 

Depois irei mostrar dois exemplares de uma raça "SABUJO IBÉRICO" que continuou no século XXI, mas que em patética "TESE PARA PEQUENINOS", pela primeira vez,  o castrejo que preside à A.C.C.L. ("Associação do Cão Castro-Laboreiro") inventou em 2002, dizendo ser a única de sabujos usada em Soajo, para negar  a específica raça «SABUJO DE SOAJO» que verdadeiramente também se criava na sua freguesia, vizinha de Soajo!

Em vez de corrigir os DISPARATES de Manuel Marques que NEGOU o nome «CÃO DE SOAJO», apesar de entregar ao cão de nome falseado os  elementos históricos certificados da RAÇA especialmente treinada nos MONTES da SERRA DE SOAJO para diversas funções, antes preferiu o castrejo, INVENTAR MAIS ALDRABICES, para desfigurar a única raça desta notável serra minhota, situada desde o rio Lima ao rio Minho na zona nascente.

DSCF4623

Em 1935 a sede da freguesia de Castro Laboreiro era uma povoação bem mais humilde do que é a vila actual, que quiseram de novo como que oficializar, em 2009.

Esta  foto foi tirada pelo Prof. Manuel Fernandes Marques quando observou o cão da serra de Soajo, em Castro Laboreiro. No ano da visita, esta freguesia era, ao que parece, a que teria menos raridade de cães da  RAÇA já multissecular, embora sem padrão, ou seja, estalão, ou ainda, standard oficial.

Mas a padronização do cão sabujo da serra de Soajo, não criou a raça, apenas estabeleceu como que uma "norma" , um «modelo» para efeitos comparativos e de caminho a seguir para melhor se salvaguardarem as características essenciais do cão.

DSCF4632

DSCF4633

Pode ver-se  nestes exemplares que a inserção das orelhas difere ligeiramente da apresentada no estalão. Talvez que os exemplares criados nos lugares da Gavieira, Castro e  Soajo fossem mais representativos dos antigos sabujos que, na quantidade de cinco, eram enviados, anualmente, aos reis de Portugal pelo concelho de Soajo...

Também é observável que o argumento do "isolamento", afinal, não contribuía,  seguramente, para a exist,ência, apenas de exemplares genuínos...

DSCF4636

No Mezio, de  Soajo, têm nascido, de cadelas descendentes de bons exemplares que vivem na vila de Soajo, cachorros de muito melhor qualidade do que a fotografada pelo destacado professor e veterinário Manuel Fernandes Marques, autor de quatro estalões de raças portuguesas.

DSCF4637

A  homogeneidade do cão sabujo da serra de Soajo, em Castro Laboreiro, no século XX, ao que parece é inaceitável! O cão totalmente branco que aparece numa foto do início de 1900 tirada pelo etnógrafo Rocha Peixoto, mais esclarece que haveria  heterogeneidade, pois até nas pelagens aparecem muitos "malhados", daí, os nefastos efeitos dos "reles rafeiros bastardos" de Castro...

Pelo que se observa nas fotos obtidas em Castro, pelo autor do estalão, em 1935, a "reles rafeirada" em Laboreiro, já em muito tinha estragado  a rarefeita raça sobrante, muito  famosa, que os Reis de Portugal muito admiraram...

A seguir uma foto contendo cachorros nascidos na vila de Soajo, da famosa e antiquíssima raça, «CÃO DE SOAJO», de irrepreensível pureza que, em nada desmerecem, em relação aos de melhor qualidade nascidos em Castro Laboreiro.

DSCF4189

Seguem-se exemplares do sabujo espanhol cuja antiguidade remonta à Idade Média, sendo que os ascendentes foram descritos já  pelo rei Afonso XI, na primeira metade do século de 1300!

DSCF4436

Este exemplar descendente do SABUJO IBÉRICO ou PENINSULAR  que vive e caça ainda em Espanha é o que o castrejo IMAGINOU, FICCIONOU, ser o cão que os guardas-monteiros e os pastores de Soajo usavam para defender os seus gados dos ferozes LOBOS, muito abundantes, na zona mais alta e central da SERRA DE SOAJO!

A seguir apresenta-se outro "SABUJO IBÉRICO" dos que só existia em Soajo, e não em Castro Laboreiro, segundo o que se extrai da "cachimónia" do genial castrejo da "TESE PARA PEQUENINOS", mas que não conseguia atravessar o antigo rio da Várzea, de Soajo, como o faziam as vacas cachenas, designadas na Galiza por «GADO DE SOAJO» ainda, nas primeiras décadas do século XX.

É inteiramente verdade que por privilégio dos vigilantes da Real Montaria de Soajo, desde que criados os gados pelos monteiros vigilantes podiam ser comercializados na Galiza, apesar de ser proibida a venda aos portugueses em geral, pelo determinado em leis codificadas no corpo jurídico das «Ordenações» vigorantes em Portugal. Nesta conformidade os guardas-monteiros da Real Montaria de Soajo, a residirem nos lugares da Gavieira, não podiam ser impedidos de, pelos montes planálticos do antigo concelho de Laboreiro, passarem gados da sua criação para a Galiza.

Enfim, gados passavam, mas os SABUJOS dos vigilantes é que não podiam atingir Castro, porque quem estabelecia a mobilidade dos cães era o teórico castrejo da INVENTONA TESE!...

Tal como Paula Pinto Costa, autora de «SOAJO, quinhentos anos de foral manuelino» perfilharam, em termos absolutistas, o "determinismo geográfico". A historiadora com pensamentos fantasiosos colocando o ambiente geográgfico como determinante da "impossibilidade"  do foral  chegar a Soajo.  O castrejo A. Rodrigues por, mesmo no interior da SERRA DE SOAJO,  argumentar com a muita dificuldade de mobilidade dos cães, ao admitir a existência de uma raça diferente da de SOAJO, servindo-se até da obra de Pinho Leal, para pateticamente afirmar que a raça fora da freguesia de C. Laboreiro "degenerava"...

O não "corpulento, vigoroso, óptimo e valente", cão SABUJO IBÉRICO, conhecido, actualmente, em Espanha por «sabueso», figura na foto seguinte revelando-se um CÃO IDEAL para acompanhar o A. Rodrigues nas suas congeminações e perversões...

DSCF4443

DSCF4458

Estas duas cachorras criadas em Soajo têm sido geradoras de filhos de perfeita pureza rácica, não fossem os seus progenitores descendentes de bons cães «sabujos», CERTIFICADOS, indevidamente, COMO SENDO DA RAÇA COM O NOME USURPADO. Como se pode observar são  detentores de características morfológicas que bem nos elucidam como sendo da RAÇA soajeira, de séculos. Em nada se parecem com  cachorras descendentes do sabujo ibérico.  Os "sabuesos", antigamente, estiveram espalhados por terras de  Portugal e por outros reinos havidos na península, mas os «SABUJOS FEITOS NA SERRA DE SOAJO» sempre estiveram, sobretudo, concentrados nos MONTES, da REAL MONTARIA DE SOAJO. Esta foi uma  circunscrição territorial administrativa localizada no âmbito geográfico do concelho de Soajo que tivera cerca de 140 Km2 de superfície, onde os monteiros se serviam de sabujos nas vigilâncias, subindo até às maiores altitudes do Alto Minho.

 

Após esta introdução, apresenta-se uma conveniente cadeia documental para ajudar a colocar a "TESE DOS PEQUENINOS"  no lugar onde deve ficar sempre, para não  enganar - os que desconhecem a preciosa história do cão sabujo da serra de Soajo -  tão facilmente:

 

O desbragado castrejo não olha a meios para atingir o objectivo de tentar destrinçar o «cão de Soajo» do "cão Castro Laboreiro", nome este lançado no país ao que se sabe a partir de uma situação crítica resultante de eleição municipal na vila de Soajo e consequente anexação do concelho de Soajo ao de A. de Valdevez... Só a partir de cerca de vinte anos antes deixaram os SABUJOS de ser mandados para os monarcas de Portugal, pondo-se fim a normas consuetudinárias acolhidas na lei fundamental do concelho de Soajo, de 1514, que foi o Foral Manuelino...

Tratando-se do mesmo tipo de cão criado em povoações da mesma serra - a de Soajo -  iniciou A. Rodrigues, em 2002, uma incrível e singular tentativa de tese que não passa de uma inventona idiota!

Para o fazer, imaginou o castrejo que, o «CÃO DE SOAJO», apesar de muito documentado ao longo dos séculos, era o mesmo que O CÃO SABUJO DA PENÍNSULA IBÉRICA!

A partir desta NÉSCIA suposição, atribui ao «CÃO DE SOAJO» tudo o que diz respeito ao «SABUJO DA IBÉRIA». As suas atitudes, perante específicos documentos e referências bibliográficas do cão de SOAJO, por não se enquadrarem no seu imaginado MODELO do cão peninsular, ataca-as, maldosamente, sem respeito pelos valores de exactidão, honestidade, rectidão e seriedade intelectuais.

São disto exemplos as interpretações  patéticas que fez do FORAL DE SOAJO, das documentações relativas à REAL MONTARIA DE SOAJO, dos conteúdos da obra "COROGRÁFICA DE PORTUGAL", publicada, em 1706, pelo Padre Carvalho da Costa, e, ainda, da obra  de Augusto Pinho Leal, "PORTUGAL ANTIGO E MODERNO", publicada no último quartel do século XIX, etc.

A estratégia delineada pelo castrejo Rodrigues, consistiu, portanto, em arranjar DUAS RAÇAS DIFERENTES, de tal modo que, em Castro Laboreiro, morou e mora a raça antiquíssima de Soajo, embora com o nome falseado, e, no vizinho Soajo, ao longo dos séculos, só existiu, idiotamente, para ele, o «CÃO SABUJO IBÉRICO» que apelida também, indevidamente, por «SABUJO MEDIEVAL»!  O que vê em livros publicados na Idade Média sobre sabujos e caça entrega-os ao «SABUJO [de SOAJO]» dado que, para ele,  «SABUJO» é um nome no espaço ibérico, não comum a dois tipos de cães diferentes, mas apenas a um só cão!

 Para o castrejo perito em aldrabices, por exemplo, se vê escrito, Alcobaça, então é sempre a de Melgaço e, nunca, nunca, a povoação onde se situa o célebre e medieval MOSTEIRO situado na actualmente cidade de  ALCOBAÇA!

  Se um texto, por outro exemplo, se refere à povoação de Cabril conclui de imediato que fica no município de Montalegre, em plena serra do Gerês, e, nunca para ele, é o Cabril que foi concelho, durante séculos, situado na Serra de Montemuro, inserido no século XIX, no concelho de Castro Daire...

Se vê textos do Sabujo, são todos, todos, para ele, só referentes ao Sabujo Ibérico "Medieval"! 

Só por ele, o chamado pelos antigos Soajeiros, «SABUJO», é identificado  como sendo o ibérico, e fora dos tempos medievais, é sempre o "RAFEIRO BASTARDO"!... Não evoluiu, Rodrigues, quase nada, e, ao fim do período de seis anos, decorridos de 2013 a Fevereiro de 2019, reage aos meus artigos, mas  continua sem vestir com documentos históricos o cão que diz ter sido, sempre e sempre, exclusivamente, da sua "terrinha"!

Para tentar provar o ABSURDO,  recorre aos DOCUMENTOS DO ESPÍRITO SANTO DE ORELHA, ou quiçá ao da transmontana povoação de LAMAS DE ORELHÃO...

A partir de tontices elabora a sua IMAGINADA E FALSA TESE, e consegue enganar não só bebés, uma vez que, até alguns Soajeiros desinformados, caem na esparrela que montou...

Os que escreveram e, correctamente, até no século XX, que o cão também habitava em povoações da mesma e extensa serra de Soajo, Rodrigues, eliminou-as do habitat e, restringiu tudo ao pequenino "solarzinho" ou "habitáculo" da única freguesia onde nasceu!

Sem uma única prova diz que o cão já se criava na sua "terrinha" há muitos séculos, todavia para os reis de Portugal, dessa parte da serra de Soajo, nem sequer mandavam uns "RELES RAFEIROS ABASTARDADOS"! 

Muito anteriormente, segundo as lunáticas imaginações de Rodrigues, iam de Soajo os "SABUJOS MEDIEVAIS" que, com tamanhas orelhas longas e pendentes, quase "varriam os chãos", e considerando-os apenas como cães de CAÇA e sem solar específico eram, mesmo nestas condições, enviados, para a longínqua Lisboa, apesar de os haver, como escreveu, em todas as «terriolas» de Portugal, e, consequentemente, às portas de Lisboa!

Este castrejo, POR INÉDITA INVENTONA, é uma sumidade em cães, e colocou à disposição de leitores umas teorias tão,...,tão, perfeitas, que METIDAS na sua "TESE PARA PEQUENINOS", constituem um rico património para enriquecimento das suas imaginações LUNÁTICAS! Arrisca-se, por conseguinte, a vê-las retiradas do CONTENTOR DO LIXO, por alguém que seja néscio...

DSCF4805

Não fica este cenário paisagístico na pendente do monte de Santa Luzia para a cidade de Viana do Castelo, pois situa-se numa muito declivosa vertente para o rio de Soajo, nas imediações do admirável Poço Negro. Este curso de águas cristalinas reflectem, às vezes, o azul celeste, outras vezes, as cores dos cirros, nimbos e cúmulos, mas as radiosas visualizações policromáticas dos pinhais  mandados proteger por El-rei D. Dinis e outros monarcas, tendo desaparecido devido a um incêndio, na década de 2010, aguardam em dias muito luminosos que as ideias de um rei repovoador retornem...

 DSCF4780

A serra defendida e reafirmada, segundo Rodrigues, pelo "imperialismo geográfico" de um Soajeiro consta neste mapa de monumental obra, mas, a dos "Montes do Planalto" concebidos por "reis de Crasto", em dias sem nevoeiro cerrado "aparecem sistematicamente" e só são vistas por invisuais! Que fenómenos tão milagreiros, dirá o Rodrigues dos AXIOMAS, tomados como probatórios de caninos, na parte CASTREJA da serra de SOAJO...

DSCF4777

A serra resultante de uma "meiose"  pelos que disparatam aparece neste texto, mas outra divisão não foi considerada para satisfazer a regra «A um cão grande e exclusivo, uma imponente e muito dilatada serra castreja», embora apenas se estenda para além da fronteira, alcançando a galega Celanova... A ampla serra de Soajo que alcança o seu fastígio a 1416 m engloba todas as montanhas a leste do rio Vez, inclusivé as de Castro. O outro nome da serra virado pelos anos finais de de 1850 não cimentava e para o mudar foi necessário exportar, em 1907, o nome Soajo para o sul do Lima para ajudar a apagar o nome clássico Amarela...

Nome do cão e nome da serra estropiados por acções indirectas e caladas de vários elencos no poder municipal valdevezense desde 1854...

DSCF5097

Passaram séculos que a Serra de Soajo fazia parte do elenco das mais importantes serras de Portugal,  e por tal, quando o ensino da Geografia de Portugal começou a fazer parte dos currículos escolares, os manuais de Geografia apresentavam como principais serras no Minho, as de «Soajo, Gerês e Cabreira». A  Serra de Soajo, englobava, tal como a do Gerês e as outras, muitas montanhas e montes. Tem total pertinência, é perfeitamente adequado, tal como na serra da Estrela, relacionar os respectivos cães autóctones e os pastores com o nome da serra e, não com o nome de uma povoação ou de uma autarquia local, mormente quando o solar no decurso dos séculos compreendia muitas.

DSCF4573

Um nome serrano galego não consta nesta imagem sobre o nome de notáveis serras de Portugal porque as tintas do pictórico quadro dos imaginados  "Montes de Leboreiro", como se fossem também notável e extensa serra de Portugal, tão do agrado de Bernardo Pintor, desbotaram desde «sempre»...

DSCF4321

Esta coisa de mandarem «CINCO SABUJOS», dos de  SOAJO, mesmo antes do foral de 1514, foi uma tontice, porque nas montarias coutadas próximas de Lisboa, havia tantos e tantos destes cães, que não precisavam os REIS de IGUAIS, idos do extremo nordeste do Alto-Minho, porque os GRANDES, VALENTES E ÓPTIMOS CÃES DE SOAJO  até pertenciam à raça dos "RELES RAFEIROS BASTARDOS"...

 

DSCF4609

Esta, de escreverem, no foral de 1514, o envio, ANUAL DE CINCO NOTÁVEIS SABUJOS, como já se fazia até desde tempos anteriores à sua emissão,  não entrou na cachimónia dos dois castrejos, pois, sendo muito sábios na leitura de lei foralenga, dela extraíram em vez de ser o envio ANUAL, dos «CINCO SABUJOS», a partir de SOAJO, talvez quisessem que fosse de MIL em MIL ANOS! Esta «EXTRAVAGANTE» periodicidade, seria do agrado do imaginativo Padre Bernardo Pintor...

 

DSCF4553

Rodrigues ESTROPIOU deste texto de Carvalho da Costa, «SABUJOS, COM QUE GUARDAM OS GADOS», dizendo, SEM PROVAS, que o autor ERROU, porque tem de assegurar a todo o custo, a sua FALSÍSSIMA TESE! Para tal, o RODRIGUES das INVENTONAS, escreveu nos seus textos publicados na Internet, os sabujos de Soajo só servem para caçar e, são OS MESMOS SABUJOS DE TODA A PENÍNSULA IBÉRICA! Os que ficam nos montes pegados ao território da freguesia e outrora concelho de Soajo, é que eram os especiais, e só lhe faltou dizer que Castro ENVIAVA para os REIS, não cinco, mas MILHARES DOS SABUJOS DA SERRA DE SOAJO!

A expressão, «BONS RAFEIROS», devia ter sido mudada para "RELES RAFEIROS BASTARDOS", neste texto, de 1706, inserido na «COROGRAFIA PORTUGUESA» do padre e matemático Carvalho da Costa!

Onde escreveu o Pe. Carvalho da Costa a expressão, «A QUE CHAMAM SABUJOS», deveria ser substituída por «A QUE CHAMAM "CASTROS-LABOREIROS"», pois, na parte da serra de SOAJO, apesar de haver uma vila, que foi durante séculos sede da «MONTARIA DOS LOBOS E MAIS BICHOS» e, também, cabeça da «REAL MONTARIA DE SOAJO»,  não havia LOBOS, nem GADOS, apenas grilos...

Por tal, então, para que serviriam os GRANDES, VALENTES E ÓPTIMOS CÃES SABUJOS COM QUE OS SOAJEIROS GUARDAVAM OS SEUS GADOS?!

Onde está «PAGAM A EL-REI, CINCO CADA ANO» deveria ter-se escrito, "PAGAM A BEBÉS MIL E QUINHENTOS, POR CADA CEM ANOS", porque o que não presta  não se deve desbaratar...

Esta, de em 1706, ser princípio do século XVIII, em vez de, PRINCÍPIO DO SÉCULO VIII, não entrou bem na «cachimónia» de Rodrigues, pois preferia, talvez, ver escrito na «ERA MEDIEVAL» num dos volumes da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira que aborda a freguesia de Castro Laboreiro...

Esta, do REI DOM PEDRO II, só assinar os documentos para CONTINUAREM OS PRIVILÉGIOS DOS SOAJEIROS, desde que mandassem os "rafeiros bastardos" «TODOS OS ANOS», não é bem percebida pela empedernida «cachimónia» do castrejo Rodrigues...

A de pagarem «UM CRUZADO» ao Estado, à Coroa de Portugal,  pelas cedências «dos pastos da Peneda» a pessoas de Cubalhão, Parada do Monte e Lamas do Mouro, em vez de a Câmara do Concelho de Soajo ter cedido os pastos do Gião, de Cova, da Seida, do Mezio, dos Terreiros, do Muranho, etc, não foi bem entendido pela geógrafa Suzanne Daveau que me justificou, indevidamente, o nome da serra adulterado,  não por ser mal ensinado ao seu marido Orlando Ribeiro pelo GOÊS, Prof. Silva Teles, mas por Carvalho da Costa referir «pastos da Peneda»!

De facto, nos séculos 17 e 18, o concelho de SOAJO  recebia rendas anuais pelas cedências das pastagens, que não gozaram do privilégio da isenção de impostos, por serem obtidas de não moradores do concelho de SOAJO!  Se fossem as pastagens da Seida, no douto critério da muito competente geógrafa da Universidade de Lisboa, a serra, não se devia chamar Serra de SOAJO, mas sim "serra da Seida"... Rodrigues, gosta muito desta opinião "não imperialista" da defensora do nome errado, neste caso não do cão, mas tão só da serra...

Esta, da «VILLA DE SOAJO», ser cabeça de Montaria, não entra BEM no cerebelo do Rodrigues, pois que uma SIMPLES, singela, «Reserva de Caça», ter a honra de ser sede, não de uma circunscrição administrativa, mas de uma "RESERVA DE COELHOS" foi coisa boa para aplaudir o que escreveu a Prof. Paula Costa, no seu livro «Soajo, 500 anos de foral manuelino»! Talvez que, para Rodrigues, e para a Professora da Universidade do Porto, Paula Costa, tivesse havido um «juiz de montaria em Soajo», ou, «um almoxarife», para tratar de delitos praticados em desfavor da "reservinha de caça de grilos»! 

Havendo possiblidade de APELAR  e AGRAVAR do juízo da montaria de Soajo, para o tribunal geral da montaria do reino, em Lisboa, a "coutadazinha de grilos" não prejudicaria os moradores da Serra de Soajo, mesmo na parte territorial, que chega à VÁRZEA, de Soajo, sem travessas, por dissemelhar da castreja Várzea...

DSCF4557

Isto, de Lindoso ter « BONS CÃES RAFEIROS A QUE CHAMAM SABUJOS MUI ANIMOSOS CONTRA OS LOBOS E BICHOS», para protegerem e guardarem os seus gados, conforme se depreende deste escrito de 1706, não cabe na «cachimónia» do castrejo Rodrigues, e desgosta-o, porque, nesta data, em Castro Laboreiro só havia  "reles rafeiros" ilegítimos, para se poderem enviar aos reis de Portugal. BONS SABUJOS NÃO FORAM REFERIDOS EM CASTRO LABOREIRO, POR CARVALHO DA COSTA... Em Soajo, os capturados em 1401, pelos fidalgos galegos  de ARAÚJO e LÓBIOS, só os levaram para Lindoso e para o couto de Pedroso (freguesia actual de Vila N. de Gaia)...

 

Mais referências sobre os SABUJOS apresentadas pelo Pe. B. Pintor,  baseados na notável obra donde foram retirados os textos anteriores de SOAJO E LINDOSO, e a seguir também abordada:

DSCF5090

Tem seguimento o texto da foto anterior, na imagem seguinte, onde depois, por volta de 1710, portanto, também PRINCÍPIOS do século  XVIII (dezoito), se expõe uma importante descrição do SANTUÁRIO DA PENEDA, da autoria do frade Agostinho de Santa Maria, em que os «CINCO SABUJOS» são abordados:

DSCF5091

Frei Agostinho de Santa Maria descreveu  a "Lapa" da Aparição da Imagem de Nossa Senhora, e abordou também a ENTREGA ANUAL DE CINCO CÃES SABUJOS! A Gavieira era território do concelho de Soajo, daí beneficiar de todos os PRIVILÉGIOS  de modo igual aos da vila de Soajo.

Como comentário a este texto direi ainda que  discordo da justificação dada por Pintor relativa ao facto de Soajo pagar um cruzado dos pastos da Peneda, pois, o próprio foral contraria a possibilidade do pagamento do imposto de «MONTADO» por serem os baldios dos moradores de Soajo. Aliás Pintor publicou no jornal «NOTICIAS DOS ARCOS» que a Câmara de Soajo arrendava os terrenos com os pastos a pessoas da Gave, Cubalhão e Parada do Monte, conforme documento dos anos de de 1650. Isto é que foi causa do pagamento do tributo de um cruzado à Coroa (ao Estado).

Decorridos cerca de mais seis anos, em 1716, novamente os «CINCO SABUJOS» são determinantes na CONTINUAÇÃO DOS PRIVILÉGIOS AOS SOAJEIROS, porque criados no SOLAR DE SOAJO desde anteriores séculos. O texto manuscrito enviado para o CONCELHO E MONTARA REAL DE SOAJO, foi copiado em livro da Chancelaria do rei Dom João V, conforme se prova a seguir:

DSCF4678

De facto, neste documento de 1716, ao pedido para el-rei CONFIRMAR A CONTINUIDADE DOS PRIVILÉGIOS, diz-se, no início da página, o seguinte: «E hei por confirmada com declaração que todos os anos me darem cinco sabujos e com todos os mais conteúdos no foral do dito concelho. E com esta declaração mando que a dita carta se cumpra e guarde (...)».

Não obstante este CATEGÓRICO DOCUMENTO de 1716, depositado na TORRE DO TOMBO, ARQUIVO DE PORTUGAL, existe um castrejo chamado Américo RODRIGUES, que sacaneia a RAÇA mais pretendida pelos REIS DE PORTUGAL, ao longo de séculos!

Devia ser chamado por quem de direito por andar a MENTIR, desde 2002, porque já é tempo demais para andar a ENGANAR muitos leitores com a sua INVENTONA DE ASNEIRAS plasmadas em 53 páginas de RETÓRICA DE "ENCHER PNEUS", publicada na internet, para passar a ideia de que o SABUJO DE SOAJO É O IBÉRICO e, que o cão de nome falseado esteve sempre ligado, APENAS a CASTRO LABOREIRO, desde tempos ancestrais, e constitui uma raça diferente do CÃO DE SOAJO, mas sem que apresente UMA ÚNICA PROVA , anterior a 1855, que refira o cão!

ANCESTRAL, ANCESTRAL, escreve o Rodrigues do "AXIOMA", porventura, com tempo calculado através da vigarice do forjado SÉCULO OITO, e, em Fevereiro de 2019, com recurso a uma informação que eu já conhecia, do Reverendo Abade Aníbal que identificou o cão, também, por SABUJO.  Mas a imagem rabiscada em pintura rupestre interpretada como sendo de imaginado cão SABUJO, pintado com sangue de "imaginado grilo" que morreu 7000 anos antes de Jesus Cristo, nunca foi apreciada, e devidamente aceite, pela comunidade científica, e nestas condições não passa de uma mera conjectura acientífica para comprovar tão remota vivência do SABUJO!

O Pe. Aníbal como tentativa para comprovar o precioso sabujo, nem sequer a abordou em conversa  comigo...

Apesar de tudo isto, teve e tem o forjante da idiota "TESE", um atrevimento CRUEL, MALVADO, PERVERSO, TRUCULENTO, IMBECIL, de que SOAJO não mandava cães para os REIS e que os do foral não passavam de "reles rafeiros bastardos"! Estas monstruosidades só têm CONTRADITÓRIO da minha parte para o não deixar LUDIBRIAR AS PESSOAS que acreditam como que "piamente" nas suas mentiras e parvoíces, inventadas com o intuito de tentar salvar a "TESE PARA PEQUENINOS"!...

DSCF4670

Esta, de no «Concelho de Soajo», haver no reinado de D. João V, em 1716, uma «VILLA», uma REAL MONTARIA, e se enviarem CINCO SABUJOS, ANUALMENTE, que proporcionaram TÃO AMPLOS PRIVILÉGIOS AOS SOAJEIROS, não passa de uma «ENORME EXTRAVAGÂNCIA», segundo dois dos mais animosos e dedicados publicistas, nascidos como castrejos!...

DSCF4351

DSCF4372

Dom João V contactado pelos oficiais da Câmara do Concelho e Montaria de Soajo,  diz que o REI D. JOÃO I havia por sua sua vez confirmado NOTÁVEIS BENESSES, ao tomar conhecimento que os MORADORES de SOAJO, «SEMPRE FORAM ISENTOS E PRIVILEGIADOS», neste caso, porque FIDALGOS e outros PODEROSOS não podiam viver na TERRA E JULGADO DE SOAJO, nem possuir casas, terras e outros bens, e também TOMAR-LHES OS SABUJOS pela força...

Este e outros privilégios, continuaram confirmados, pelos rei D. José, Dona Maria I e, também, pelo filho, Dom João VI, em pleno século XIX, seis anos antes de o POVO e a CÂMARA DE SOAJO, cometerem  um tremendo ERRO, ao se insurgirem perante este último REI, contra o MONTEIRO-MOR, José António Barbosa, e contra os vigilantes monteiros da REAL MONTARIA DE SOAJO,  detentores de específicos privilégios, nomeadamente, de não serem obrigados a ENCARGOS DO CONCELHO e do exercício de CARGOS MUNICIPAIS!

OS SABUJOS ERAM USADOS PELOS GUARDAS-MONTEIROS, FAZIAM AS VIGILÂNCIAS DAS POUCAS REAIS MONTARIAS, CERCA DE OITO, EM TODO O PAÍS, no ano de 1605, GUARDANDO MILHÕES DE PINHEIROS, CARVALHOS, E SOBREIROS!

COM TÃO ESCASSOS MONTEIROS  ACOMPANHADOS DE TÃO ESCASSOS SABUJOS DE SOAJO, PARA VIGIAREM TANTAS ÁRVORES, COMO CONSEGUIRIAM SER EFICIENTES, perguntará o da "TESE DOS PEQUENINOS"... NÃO FOI AINDA ESTA VERBORREIA RELATIVA AOS MONTEIROS, RETIRADA DE CONTENTORES DE LIXO. porque não é fácil  corrigir tantos e tantos disparates ...

Se tivessem um sabujo por cada pinheiro, ainda poderiam ser eficazes...conclui o Rodrigues, perito em sabujos "medievais", MAS, OBVIAMENTE, FORA DA SUA TERRINHA ...

 

DSCF4582

Cortaram as orelhas ao CÃO SABUJO DE SOAJO reduzindo-as para um tamanho tão pequenino! Com este aspecto já não é o SABUJO IBÉRICO, mas o Sabujo da serra de SOAJO!  Rodrigues, e Lopes na serra, estão delirantes com esta proeza de transformação do físico! DIZEM que FOI CAUSA DA MILAGREIRA TRANSFORMAÇÃO FUNCIONAL do cão da serra da Estrela, porque, embora, cão de gado, e do grupo 2, virou a cão de caça, e foi transferido para o grupo 8..... O cão sabujo de Soajo como só conseguia caçar grilos na Tapada de Mafra, jamais, sairá do grupo 25, onde estão inseridos todos os "rafeiros bastardos"...

DSCF4376

Augusto Pinho Leal na sua muito conhecida obra, publica, não um  romance, mas um dicionário com  vários volumes onde assuntos de carácter geográfico e histórico das povoações de Portugal têm primazia E GRANDE RELEVÂNCIA.

Em 1874, sobre Castro Laboreiro escreveu Leal, além do mais, algo sobre o cão que habitava em muitas terras da serra de Soajo, nos termos seguintes:

DSCF4381

Através deste texto na terra, Castro Laboreiro, soube-se, pela PRIMEIRA VEZ que, o cão de guarda de gado já existia em 1874!  Nestes termos foi referido: «CRIAM-SE NELA MASTINS DE UMA CORPULÊNCIA E VIGOR EXTRAORDINÁRIO, POIS QUALQUER DELES MATA UM LOBO».

A seguir parte do texto  sobre a vila e freguesia de Soajo, descrito noutro volume, saído em 1880, também na obra de Pinho Leal:

DSCF4379

EM 1880, OS «ÓPTIMOS E VALENTES» SABUJOS» TAMBÉM SERVINDO PARA GUARDAR GADO, CONTINUAVAM MUITO ACTIVOS NA SERRA DE SOAJO, COMO EM 1706, ALTURA EM QUE O PADRE ANTÓNIO CARVALHO DA COSTA DEU CONTA DESTA IMPORTANTE FUNÇÃO NUMA SERRA ONDE OS LOBOS ABUNDAVAM!

FOI EM PARTE DA SERRA DE SOAJO QUE ASSENTOU A MAIS IMPORTANTE «MONTARIA DOS LOBOS E MAIS BICHOS» COM OS SEUS VÁRIOS E INVULGARES FOJOS LOBAIS, TIDOS COMO DE NOTÁVEL INTERESSE, QUANDO COMPARADOS COM OS DE TODA A PENÍNSULA IBÉRICA!

Que fojos lobais de paredes convergentes em V, existiram em Castro Laboreiro?!

Todavia, sobre o CÃO CRIADO pelos SOAJEIROS como se pode ler foi escrito: «TÊM ÓPTIMOS E VALENTES CÃES QUE DISPUTAM OS GADOS ÀS FERAS, E NÃO POUCO DESPEDAÇAM ESTAS.» Por haver muitos lobos também os cães de lobo foram usados...Os sabujos ibéricos contra os lobos eram muito débeis e por isso o castrejo Rodrigues não os quis em Castro... e não deixava passar para a banda de cá da serra os EXCELENTES SABUJOS, ao menos para visitarem os fojos lobais...

PORÉM, O CÃO SABUJO DE SOAJO, QUE SERVIU DE GUARDA, AO LONGO DOS SÉCULOS, NAS ÁREAS DAS MONTARIAS REAIS CONTINUAVAM COM RELEVANTES E PRESTIMOSAS FUNÇÕES EM 1880 PELO SEU PODEROSO DOMÍNIO SOBRE OS LOBOS...

 

DSCF4204

Ter ficado escrito no pedestal da escultura ao NOTÁVEL CÃO SABUJO DE SOAJO, expressões, «VILA, MUNICÍPIO E REAL MONTARIA», «CÃO SABUJO», «SERRA DE SOAJO», «TODOS OS ANOS», «REIS DE PORTUGAL» e «ADMIRÁVEIS PRIVILÉGIOS», foram atitudes que incomodam a «cachimónia» do castrejo Rodrigues, porque IMAGINOU e escreveu: «o cão da minha terra, é SÓ da minha»! Só do lado de lá da serra de Soajo encostada à Galiza  é que havia SABUJOS para enviar anualmente a suas MAJESTADES...

Nada de confundir a TESE, premiada, por todos os que são IDIOTAS NA PENÍNSULA DOS IBÉRICOS, pois o que se imagina, não carece de provas, porque chegam AXIOMAS...

ARRIBA, ARRIBA,...,ARRIBA A IMAGINAÇÃO, PORQUE DOCUMENTOS PARA PROVAR COISA ALGUMA, NÃO SÃO PRECISOS POR PARTE DO CASTREJO QUE GOSTA DO «NOSSO CÃO»!

DSCF5039

DSCF5045

 

DSCF4626

O autor da publicação do primeiro estalão do SABUJO PORTUGUÊS foi o Prof. Manuel Fernandes Marques, que escreveu, em 1935, entre outras coisas, o texto da foto anterior, onde afirma que o cão existia também nesta data nas montanhas da serra de Soajo. Mas, Rodrigues, ESTROPIOU a existência do CÃO, em SOAJO, nos textos que escreveu, talvez por tanto "esgaravatar" na sua cachimónia! Concluiu, de facto, Rodrigues que, o cão só HABITAVA no espaço da sua freguesia! Malabarismos de um "artista"...

Nos MONTES FRONTEIROS dos extintos CONCELHOS Soajo/ Castro Laboreiro, nas vertentes da bacia hidrográfica do ribeiro Fragoso, ou dos Braços, ou, ainda, Laboreiro, só havia "SABUJOS DE LABOREIRO", mas em contraposição, nas vertentes da bacia hidrográfica do ribeiro da Peneda, só se criavam os "SABUJOS IBÉRICOS", de grandalhonas orelhas grossas, largas e caídas, exclama o Rodrigues na "maravilhosa"  TESE DAS INVENTONAS PARA PEQUENINOS que, já atingiu "cinquenta e três páginas", de disparates! 

DSCF4317

Corrigir os disparates cometidos por Manuel F. Marques, sobre  a consideração de  dizer que é indevido ou ERRADO o nome «CÃO DE SOAJO», e uma outra, de que  sobre as raças caninas das serras da Estrela e de Soajo só haverem, em 1936, «MISÉRRIMOS ELEMENTOS», é algo absolutamente necessário.

Ao não investigar Marques o suficiente cometeu erros gritantes, embora tenha feito bons trabalhos sobre os estalões de quatro raças caninas portuguesas.

Deixou Marques lavrado, em 1936, que sobre o «CÃO DE SOAJO» (tomado como Castro Laboreiro) e o cão da ALTA E EXTENSA  serra da Estrela, só existiam «MISÉRRIMOS ELEMENTOS», quando publicou na Revista de Medicina Veterinária,  alguns subsídios e o estalão da raça «CÃO PERDIGUEIRO PORTUGUÊS». Contudo, este foi adjectivado como cão PORTUGUÊS, mas quanto ao SABUJO, esqueceu-se de usar o mesmo termo, porquanto o «CÃO SABUJO DE SOAJO» pelo que sabe é um cão genuinamente português, criado na SERRA DE SOAJO, e DIFERENTE do SABUJO DA PENÍNSULA IBÉRICA!

 

DSCF5101

Num dos anos da década de 1950 havia cães perdigueiros na vila de SOAJO. Esta foto  exemplifica uma cadela que muitas vezes se estacou perante bandos de perdizes, nas elevadas altitudes da serra de Soajo. Outras vezes para caça, nesta casa, como em muitas outras, havia preparados podengos que foram criados para a caça de coelhos. Também os sabujos faziam companhia e guarda a vários soajeiros, mas nunca vi nenhum de pelagem preta, apenas dos, com cor-de-monte e de lobo. Os dois que meu pai teve na década de 1930, infelizmente, não os conheci...Na memória de várias pessoas e na minha entre outros, ficou a cadela, sabuja, de João Gonçalves Pequeno, pessoa que com os seus quase "1,90 metros de altura", e com uma vara saía de casa, quase sempre acompanhado da sua incondicional amiga. Quando o seu dono se deslocava a repartições públicas confrontavam, por vezes, o nome com a sua estatura, e ele retorquía que assim se chamava porque na vila de Soajo era dos mais pequenos! Quando faleceu necessitou de uma urna mais avantajada, e a sua cadela, deitada por baixo, nunca abandonou o velório, acompanhando-o depois à sepultura, e, as visitas no dia-a-dia continuaram...

O «cão perdigueiro PORTUGUÊS» dizem entendidos, ser descendente do CÃO PERDIGUEIRO DA PENÍNSULA IBÉRICA, também raça muito antiga. Em documento  de 1261, no grupo de cães do rei português D. Afonso III,  aparece  simplesmente mencionado como  «PODENGO».  «PODENGO DE MOSTRA» foi outra denominação, mas no século XX,  para o distinguirem de cães similares de outras  nacionalidades passou a ter o nome «PERDIGUEIRO PORTUGUÊS»!

O cão SABUJO de SOAJO, é que NÃO pode ser tomado como «Cão Português», porque a SERRA DE SOAJO situa-se no Brasil, dirá o homem da néscia, idiota e imbecil «INVENTONA» QUE ESTROPIOU, DEFORMOU, DESFIGUROU E MUITO ALDRABA, SOBRE NOTÁVEIS DOCUMENTOS E TESTEMUNHOS DE SOAJO!

É preciso salientar que se fizesse Marques, as devidas investigações, passaria a saber que sobre o «SABUJO PORTUGUÊS» havia abundantes referências em documentos OFICIAIS, devidamente genuínos, relacionando O CÃO com SOAJO, obviamente, antes das muitas batotas.

 

DEPOIS DE MANUEL F. MARQUES NEGAR O NOME «CÃO DE SUAJO» AO DIZER QUE ERA NOME ERRADO, GLORIFICA-O DA FORMA SEGUINTE, NESTA MESMA PUBLICAÇÃO, AO ENTREGAR A CASTRO LABOREIRO,  HISTÓRIA DE SOAJO E DO CÃO DE SOAJO, QUANDO PELA PRIMEIRA VEZ ESCREVE PARA OFICIALIZAR O NOME DA RAÇA, EM 1935, APESAR DE, "DESDE SEMPRE", AO LONGO DOS SÉCULOS, SÓ SE PROVAR COMO SENDO O CÃO, DE SOAJO, E NÃO DA FREGUESIA VIZINHA:

DSCF5044

AS BATOTAS MUDARAM, VERGONHOSAMENTE, DE FACTO, PARA UM NOME OFICIAL QUE MUITO CONTRIBUIU PARA REPUDIAR O NOME VERDADEIRO!

O Prof. Manuel Marques, ao tratar do modelo do padrão da raça de séculos, isto é, do estalão do «Cão de Soajo», publicou um opúsculo, ou seja, uma pequena obra, que só conheci através de investigação que fiz na Biblioteca Nacional, em Lisboa, se bem me lembro no final da década de 1990, ou nos primeiros anos de 2000. No extracto retirado desta publicação cujo rosto apresentei em imagens atrás, claramente, se observa que Marques viu obras de alguns AUTORES que dizem que foi de SOAJO, e não de C. Laboreiro, que se mandavam aos REIS DE PORTUGAL, «CINCO CÃES SABUJOS».

O castrejo Rodrigues da INVENTONA "TESE PARA PEQUENINOS" diz que todos os textos escritos sobre o cão em dicionários, corografias, enciclopédias, etc., têm como base a obra do Padre Carvalho da Costa, mas isto é mais uma ALDRABICE das suas. E porquê? Porque o Padre Costa escreveu que os CINCO CÃES enviados do concelho de Soajo, ANUALMENTE, aos REIS DE PORTUGAL, era de uma BOA RAÇA, e que os SOAJEIROS EMBORA LHE CHAMANDO «SABUJO», USAVAM-NO PARA GUARDAR GADOS! Portanto, o Prof. M. Marques, se considerou o cão como de CAÇA GROSSA, ao referir que era SABUJO, nada disse quando recorre aos documentos de SOAJO, que o cão SERVIA TAMBÉM PARA GUARDAR GADOS.

DSCF4812

 

DSCF4809

O texto anterior que se publicou na «GRANDE ENCICLOPÉDIA» é da autoria do Prof. M. Fernandes Marques e nela consta que «NA REGIÃO [portanto não apenas numa só freguesia] EXISTE UMA RAÇA TÍPICA DE CÃES», aqui já  oficializado o «ESTALÃO DO CÃO» DA RAÇA, CRIADA EM SOAJO, mas segundo Rodrigues, a palavra «raça» não deveria ter sido usada ANTES da oficialização, todavia outros cultores de conhecimentos de canicultura como, Leopoldo Carmona, o Dr Ruy de Andrade, o Dr. Armando Correia, e o Dr. Henrique ANACHORETA , usaram o termo «RAÇA», muito ANTES de oficializada a raça com o nome errado. Por  terem escrito «RAÇA»  estes autores irão, TAMBÉM, ser DESANCADOS pelo ESPECIALISTA em TEORIAS CANINAS, como o faz ao SOAJEIRO, que SE OPÕE ÀS SUAS numerosas MENTIRAS, e utiliza a palavra «RAÇA», para o «CÃO SABUJO DA REGIÃO MONTANHOSA DA SERRA DE SOAJO?

O Prof. Manuel F. Marques mesmo depois de 1935 como se pode ver nas IMAGENS imediatamente anterior e na seguinte, ESCREVEU na «GRANDE ENCICLOPÉDIA» que o cão tinha, embora, ERRADAMENTE, ou seja, «IMPROPRIAMENTE, TAMBÉM O NOME «CÃO DE SUAJO», mas esta afirmação  é de bradar aos Céus, uma vez que disse em 1936, que só conhecia «misérrimos elementos» do cão em causa.  Assim, Marques, atribuiu ao cão um outro nome ERRADO, não obstante conhecer RELEVANTES referências do «CÃO DE SUAJO» que haviam sido abordadas em Leis ANTIQUÍSSIMAS, e expostas por outros AUTORES nas  obras a que recorreu, onde constavam elementos notáveis acerca do «cão sabujo» de Soajo! Ao se terem verificado estas situações, para aferir do nome verdadeiro do cão M. Fernandes Marques conheceu, portanto, elementos suficientes para não enveredar pelas FALSIDADES sobre o nome do cão.

DSCF4810

Porquê que, o Prof. Manuel Marques, mudou ou consentiu que alterassem na «GRANDE ENCICLOPÉDIA» o que escrevera em 1935, em que  referiu «nos princípios do século XVIII» (DEZOITO), e  na década de 1940, a época mudou para «nos princípios do século VIII» (OITO)?  PORQUÊ QUE ADEQUOU, ESTE ÚLTIMO SÉCULO OITO, A NOVA ALDRABICE, dizendo que os «CINCO SABUJOS» já NÃO se destinavam, como em 1935, «aos REIS» [de Portugal], mas  a «SENHORES», por não existir o país e seus reis?

DUAS GRAVÍSSIMAS BATOTAS, NUMA GRANDE E MONUMENTAL ENCICLOPÉDIA, PARA AJUDAR A CONSOLIDAR O NOME EXCLUSIVO DO CÃO, PESE EMBORA JUSTIFICANDO-O, DESASTROSAMENTE!

Rodrigues, leviana e aldrabadamente, diz que houve APENAS sobre isto, um simples ERRO no maior MONUMENTO ENCICLOPÉDICO, jamais publicado pelo Brasil e Portugal! FOI a principal obra do género consultada, antes do aparecimento da INTERNET, e que muito contribuiu para mudar o nome ancestral  do CÃO SABUJO DE SOAJO!

Foram vários os autores que, vindo a esta fonte, fizeram recuar a ANTIGUIDADE DO  CÃO DE FALSO NOME, CASTRO LABOREIRO, PARA UMA ÉPOCA ANTERIOR A PORTUGAL!

EM CONCLUSÃO, FALSO NOME DA RAÇA, FALSA ÉPOCA DOCUMENTAL DA RAÇA, FALSOS DESTINATÁRIOS DOS «CINCO SABUJOS»!

CORRUPÇÕES, PERVERSÕES, INACREDITÁVEIS QUE, PELAS  INVESTIGAÇÕES FEITAS, GANHAM A POSSIBILIDADE DE, PARA TODO O SEMPRE, VIREM A SER CADA VEZ MAIS  CONHECIDAS para poderem ser corrigidas!

Hipocritamente, Rodrigues, desvaloriza, portanto, estas repugnantes batotas que muito favoreceram Castro Laboreiro, e muito contribuem para o ajudar a LUDIBRIAR  através da sua "Tese para os pequeninos"!

 

Um novo trabalho específico, de carácter académico, foi elaborado em 1998, sobre a RAÇA DA SERRA DE SOAJO, mas, infelizmente, a autora Eva Marques, tendo conhecimento que o nome do cão não era consensual, optou pelo errado, do que resultaram vários outros erros. As imagens seguintes mostram bem que certos erros têm a ver com a escolha do nome errado.

style="width: 1024px; padding: 10px 1

O CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO, INSENSATAMENTE, ESTROPIADO PELO CASTREJO A. RODRIGUES AO NEGAR UMA SUA FUNÇÃO QUE O DESCREVE COMO CÃO DE GUARDA DE GADO! ISTO SÓ FEITO PARA DEFENDER UMA SUA TONTA TESE!

Um desbragado castrejo não olha a meios para atingir o objectivo de tentar destrinçar o «cão de Soajo» do "cão Castro Laboreiro", nome este lançado no país ao que se sabe a partir de uma situação crítica e consequente anexação do concelho de Soajo ao de A. de Valdevez...

Tratando-se do mesmo tipo de cão criado em povoações da mesma serra - a de Soajo -,  iniciou A. Rodrigues, em 2002, uma incrível e singular tentativa de tese que não passa de uma inventona idiota!

Para o fazer imaginou o castrejo que o «CÃO DE SOAJO», apesar de muito documentado ao longo dos séculos, era o mesmo que O CÃO SABUJO DA PENÍNSULA IBÉRICA!

A partir desta NÉSCIA suposição, atribui ao «CÃO DE SOAJO» tudo o que diz respeito ao «SABUJO DA IBÉRIA». As suas atitudes, perante específicos documentos e referências bibliográficas do cão de SOAJO, por não se enquadrarem no seu imaginado MODELO do cão peninsular, ataca-as, maldosamente, sem respeito pelos valores de exactidão, honestidade, rectidão e seriedade intelectuais.

São disto exemplos as interpretações  patéticas que fez do FORAL DE SOAJO, das documentações relativas à REAL MONTARIA DE SOAJO, dos conteúdos da obra "COROGRÁFICA DE PORTUGAL", publicada, em 1706, pelo Padre Carvalho da Costa, e, ainda, da obra  de Augusto Pinho Leal, "PORTUGAL ANTIGO E MODERNO", publicada no último quartel do século XIX, etc.

A estratégia delineada pelo castrejo Rodrigues, consistiu, portanto, em arranjar DUAS RAÇAS DIFERENTES, de tal modo que, em Castro Laboreiro, morou e mora a raça antiquíssima de Soajo, embora com o nome falseado, e, no vizinho Soajo, ao longo dos séculos, só existiu, idiotamente, para ele, o «CÃO SABUJO IBÉRICO» que apelida também, indevidamente, por «SABUJO MEDIEVAL»!  O que vê em livros publicados na Idade Média sobre sabujos e caça entrega-os ao «SABUJO [de SOAJO]» dado que, para ele,  «SABUJO» é um nome no espaço ibérico, não comum a dois tipos de cães diferentes, mas apenas a um só cão!

 Para o castrejo, perito em aldrabices, por exemplo, se vê escrito, Alcobaça, então é sempre a de Melgaço e, nunca, nunca, a povoação onde se situa o célebre e medieval MOSTEIRO situado na actualmente cidade de  ALCOBAÇA!

  Se um texto, por outro exemplo, se refere à povoação de Cabril conclui de imediato que fica no município de Montalegre, em plena serra do Gerês, e, nunca para ele, é o Cabril que foi concelho, durante séculos, situado na Serra de Montemuro, inserido no século XIX, no concelho de Castro Daire...

Se vê textos do Sabujo, são todos, todos, para ele, só referentes ao Sabujo Ibérico "Medieval"! 

Só por ele, o chamado pelos antigos Soajeiros, «SABUJO», é identificado  como sendo o ibérico, e fora dos tempos medievais, é sempre o "RAFEIRO BASTARDO"!... Não evoluiu, Rodrigues, quase nada, e, ao fim do período de seis anos, decorridos de 2013 a Fevereiro de 2019, reage aos meus artigos, mas  continua sem vestir com documentos históricos o cão que diz ter sido, sempre e sempre, exclusivamente, da sua "terrinha"!

Para tentar provar o ABSURDO,  recorre aos DOCUMENTOS DO ESPÍRITO SANTO DE ORELHA, ou quiçá ao da transmontana povoação de LAMAS DE ORELHÃO...

A partir de tontices elabora a sua IMAGINADA E FALSA TESE, e consegue enganar não só bebés, uma vez que, até alguns Soajeiros desinformados, caem na esparrela que montou...

Os que escreveram e, correctamente, até no século XX, que o cão também habitava em povoações da mesma e extensa serra de Soajo, Rodrigues, eliminou-as do habitat e, restringiu tudo ao pequenino "solarzinho" ou "habitáculo" da única freguesia onde nasceu!

Sem uma única prova diz que o cão já se criava na sua "terrinha" há muitos séculos, todavia para os reis de Portugal, dessa parte da serra de Soajo, nem sequer mandavam uns "RELES RAFEIROS ABASTARDADOS"! 

Muito anteriormente, segundo as lunáticas imaginações de Rodrigues, iam de Soajo os "SABUJOS MEDIEVAIS" que, com tamanhas orelhas longas e pendentes, quase "varriam os chãos", e considerando-os apenas como cães de CAÇA e sem solar específico eram, mesmo nestas condições, enviados, para a longínqua Lisboa, apesar de os haver, como escreveu, em todas as «terriolas» de Portugal, e, consequentemente, às portas de Lisboa!

Este castrejo, POR INÉDITA INVENTONA, é uma sumidade em cães, e colocou à disposição de leitores umas teorias tão,...,tão, perfeitas, que METIDAS na sua "TESE PARA PEQUENINOS", constituem um rico património para enriquecimento das suas imaginações LUNÁTICAS! Arrisca-se, por conseguinte, a vê-las retiradas do CONTENTOR DO LIXO, por alguém que seja néscio...

DSCF4805

Não fica este cenário paisagístico na pendente do monte de Santa Luzia para a cidade de Viana do Castelo, pois situa-se numa muito declivosa vertente para o rio de Soajo, nas imediações do admirável Poço Negro. Este curso de águas cristalinas reflectem, às vezes, o azul celeste, outras vezes, as cores dos cirros, nimbos e cúmulos, mas as radiosas visualizações policromáticas dos pinhais  mandados proteger por El-rei D. Dinis e outros monarcas, tendo desaparecido devido a um incêndio, na década de 2010, aguardam em dias muito luminosos que as ideias de um rei repovoador retornem...

 DSCF4780

A serra defendida e reafirmada, segundo Rodrigues, pelo "imperialismo geográfico" de um Soajeiro consta neste mapa de monumental obra, mas, a dos "Montes do Planalto" concebidas por "reis de Crasto", em dias sem nevoeiro cerrado "aparecem sistematicamente" e só são vistas por invisuais! Que fenómenos tão milagreiros, dirá o Rodrigues dos AXIOMAS, tomados como probatórios de caninos, na parte CASTREJA da serra de SOAJO...

DSCF4777

A serra resultante de uma "meiose"  pelos que disparatam aparece neste texto, mas outra divisão não foi considerada para satisfazer a regra «A um cão grande e exclusivo, uma imponente e muito dilatada serra castreja», embora apenas se estenda para além da fronteira, alcançando a galega Celanova...

DSCF4573

Um nome serrano galego não consta porque as tintas do pictórico quadro dos imaginados  "Montes de Leboreiro", como se fossem notável e extensa serra de Portugal, tão do agrado de Bernardo Pintor, desbotaram desde «sempre»...

DSCF4321

Esta coisa de mandarem «CINCO SABUJOS», dos de  SOAJO, mesmo antes do foral de 1514, foi uma tontice, porque nas montarias coutadas próximas de Lisboa, havia tantos e tantos destes cães, que não precisavam de IGUAIS, idos do extremo nordeste do Alto-Minho, porque os GRANDES, VALENTES E ÓPTIMOS CÃES DE SOAJO  até pertenciam à raça dos "RELES RAFEIROS BASTARDOS"...

 

DSCF4609

Esta, de escreverem, no foral de 1514, o envio, ANUAL DE CINCO NOTÁVEIS SABUJOS, como já se fazia até desde tempos anteriores à sua emissão,  não entrou na cachimónia dos dois castrejos, pois, sendo muito sábios na leitura de lei foralenga, dela extaíram em vez de, ANUALMENTE, o envio de «CINCO SABUJOS» de SOAJO,  DE MIL EM MIL ANOS! Que «EXTRAVAGANTE» periodicidade, diria talvez, o imaginativo Padre Bernardo Pintor...

 

DSCF4553

Rodrigues ESTROPIOU deste texto de Carvalho da Costa, «SABUJOS COM QUE GUARDAM OS GADOS», dizendo, SEM PROVAS, que o autor ERROU, porque tem de assegurar a todo o custo, a sua FALSÍSSIMA TESE! Para tal, o RODRIGUES das INVENTONAS, escreveu nos seus textos publicados na Internet, os sabujos de Soajo só servem para caçar e são OS MESMOS SABUJOS DE TODA A PENÍNSULA IBÉRICA! Os que ficam nos montes pegados ao território da freguesia e outrora concelho de Soajo, é que eram os especiais, e só lhe faltou dizer que Castro ENVIAVA para os REIS, não cinco, mas MILHARES DOS SABUJOS DA SERRA DE SOAJO!

A expressão, «BONS RAFEIROS», devia ter sido mudada para "RELES RAFEIROS BASTARDOS", neste texto, de 1706, inserido na «COROGRAFIA PORTUGUESA» do padre matemático Carvalho da Costa!

Onde escreveu o Padre Carvalho da Costa a expressão, «A QUE CHAMAM SABUJOS», deveria ser substituída por «A QUE CHAMAM "CASTROS-LABOREIROS"», pois, na parte da serra de SOAJO, apesar de haver uma vila, que foi durante séculos sede da «MONTARIA DOS LOBOS E MAIS BICHOS» e, também, cabeça da «REAL MONTARIA DE SOAJO»,  não havia LOBOS, nem GADOS, apenas grilos...

Por tal, então, para que serviriam os GRANDES, VALENTES E ÓPTIMOS CÃES SABUJOS COM QUE OS SOAJEIROS GUARDAVAM OS SEUS GADOS?!

Onde está «PAGAM A EL-REI, CINCO CADA ANO» deveria ter-se escrito, "PAGAM A BEBÉS MIL E QUINHENTOS, POR CADA CEM ANOS", porque o que não presta  não se deve desbaratar...

Esta, de em 1706, ser princípio do século XVIII, em vez de, PRINCÍPIO DO SÉCULO VIII, não entrou bem na «cachimónia» de Rodrigues, pois preferia, talvez, ver escrito na «ERA MEDIEVAL» num dos volumes da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira que aborda a freguesia de Castro Laboreiro...

Esta, do REI DOM PEDRO II, só assinar os documentos para CONTINUAREM OS PRIVILÉGIOS DOS SOAJEIROS, desde que mandassem os "rafeiros bastardos" «TODOS OS ANOS», não é bem percebida pela empedernida «cachimónia» do castrejo Rodrigues...

A de pagarem «UM CRUZADO» ao Estado, à Coroa de Portugal,  pelas cedências «dos pastos da Peneda» a pessoas de Cubalhão, Parada do Monte e Lamas do Mouro, em vez de a Câmara do Concelho de Soajo ter cedido os pastos do Gião, de Cova, da Seida, do Mezio, dos Terreiros, do Muranho, etc, não foi bem entendido pela geógrafa Suzanne Daveau que me justificou, indevidamente, o nome da serra adulterado,  não por ser mal ensinado ao seu marido Orlando Ribeiro pelo GOÊS, Prof. Silva Teles,  mas por Carvalho da Costa referir «pastos da Peneda»!

De facto, nos séculos 17 e 18, o concelho de SOAJO  recebia rendas anuais pelas cedências das pastagens, que não gozaram do privilégio da isenção de impostos, por serem obtidas de não moradores do concelho de SOAJO!  Se fossem as pastagens da Seida, no douto critério da muito competente geógrafa da Universidade de Lisboa, a serra, não se devia chamar Serra de SOAJO, mas sim "serra da Seida"... Rodrigues, gosta muito desta opinião "não imperialista" da defensora do nome errado, neste caso não do cão, mas tão só da serra...

Esta, da «VILLA DE SOAJO», ser cabeça de Montaria, não entra BEM no cerebelo do Rodrigues, pois que uma SIMPLES, singela, «Reserva de Caça», ter a honra de ser sede, não de uma circunscrição administrativa, mas de uma "RESERVA DE COELHOS" foi coisa boa para aplaudir o que escreveu a Prof. Paula Costa, no seu livro «Soajo, 500 anos de foral manuelino»! Talvez que, para Rodrigues e para a Professora da Universidade do Porto, Paula Costa, tivesse havido um «juiz de montaria em Soajo», ou, «um almoxarife», para tratar de delitos praticados em desfavor da "reservinha de caça de grilos»! 

Havendo possibilidade de APELAR  e AGRAVAR do juízo da montaria de Soajo, para o tribunal geral da montaria do reino, em Lisboa, a "coutadazinha de grilos» não prejudicaria os moradores da Serra de Soajo, mesmo na parte territorial, que chega à VÁRZEA, de Soajo, sem travessas, por dissemelhar da castreja Várzea...

DSCF4557

Isto, de Lindoso ter sabujos e servirem para guarda de gados, em 1706, não cabe na cachimónia de Rodrigues, e desgosta-o, porque, nesta data, em Castro Laboreiro só havia  "reles rafeiros" legítimos, para se poderem enviar aos reis de Portugal...

DSCF4670

Esta, de no Concelho de Soajo, haver no reinado de D. João V, em 1716, uma «VILLA», uma REAL MONTARIA, e se enviarem CINCO SABUJOS, por cada ano, que proporcionavam TÃO AMPLOS PRIVILÉGIOS AOS SOAJEIROS, não passa de uma «ENORME EXTRAVAGÂNCIA», segundo dois dos mais animosos e dedicados publicistas, nascidos como castrejos!...

OS SABUJOS IAM PARA OS GUARDAS-MONTEIROS, QUE FAZIAM AS VIGILÂNCIAS DAS APENAS OITO REAIS MONTARIAS, EM TODO O PAÍS, no ano de 1605, MAS COM MILHÕES DE PINHEIROS, CARVALHOS, E SOBREIROS PARA GUARDAR QUE FARIAM TÃO ESCASSOS MONTEIROS  ACOMPANHADOS DE ESCASSOS SABUJOS DE SOAJO, dirá o da "TESE DOS PEQUENINOS" QUE AINDA NÃO FOI RETIRADA DE CONTENTORES DE LIXO" por não se corrigirem tantos e tantos disparates...

Se tivessem um sabujo por cada pinheiro, ainda poderiam ser eficazes...conclui o Rodrigues, perito em sabujos "medievais", MAS, OBVIAMENTE, FORA DA SUA TERRINHA ...

DSCF4582

Cortaram as orelhas ao CÃO SABUJO DE SOAJO reduzindo-as para um tamanho tão pequenino!  Rodrigues, e Lopes na serra, estão delirantes com esta proeza! DIZEM que FOI CAUSA do cão da serra da Estrela ser milagreiro, porque, embora, cão de gado, e inscrito no grupo 2, virou a cão de caça e por tal foi transferido para o grupo 8!.... O cão sabujo de Soajo como só conseguia caçar grilos na Tapada de Mafra, jamais, sairá do grupo 25, onde estão inseridos todos os "rafeiros bastardos"!...

DSCF4204

Ter ficado escrito no pedestal da escultura ao NOTÁVEL CÃO SABUJO DE SOAJO, expressões, «VILA, MUNICÍPIO E REAL MONTARIA», «CÃO SABUJO», «SERRA DE SOAJO», «TODOS OS ANOS», «REIS DE PORTUGAL» e «ADMIRÁVEIS PRIVILÉGIOS», foram atitudes que incomodam a cachimónia do castrejo Rodrigues, porque IMAGINOU e escreveu: «o cão da minha terra é, SÓ, da minha»! Só se cria do lado de lá da serra de Soajo onde esta se encosta à Galiza...

Nada de confundir a TESE, premiada por todos os que são IDIOTAS NA PENÍNSULA DOS IBÉRICOS, pois o que se imagina, não carece de provas, porque chegam AXIOMAS...

ARRIBA, ARRIBA,...,ARRIBA A IMAGINAÇÃO, PORQUE DOCUMENTOS PARA PROVAR COISA ALGUMA, NÃO SÃO PRECISOS POR PARTE DO CASTREJO QUE GOSTA DO «NOSSO CÃO»!

 

DSCF4626

O autor da publicação do primeiro estalão do cão de Soajo que, o considerou como um SABUJO, foi o Prof. Manuel Fernandes Marques  e, escreveu, em 1935, o texto da foto anterior, onde afirma que o cão existia, também, nas POVOAÇÕES das montanhas da ampla serra de Soajo, portanto, a poente da de Castro, mas Rodrigues, ESTROPIOU-O, dos seus textos por tanto "esgaravatar" na sua cachimónia, dizendo que este cão só HABITAVA no espaço da sua freguesia, e nem sequer em um centímetro quadrado ao lado, nas freguesias da Gavieira e Soajo! Quanto a a inventonas de TONTICES é imbatível... Irá recomendar que o cão da serra da Estrela deverá ver reduzido o seu espaço para onde as cadelas TEM OS SEUS PARTOS ASSISTIDOS pelo "AXIOMÁTICO"?! E fala este, no mundo de acéfalos...

Nos MONTES FRONTEIROS dos extintos CONCELHOS Soajo/ Castro Laboreiro, nas vertentes da bacia hidrográfica do ribeiro Fragoso, ou dos Braços, ou, ainda, Laboreiro, só havia "SABUJOS DE LABOREIRO", mas em contraposição, nas vertentes da bacia hidrográfica do ribeiro da Peneda, só se criavam os "SABUJOS IBÉRICOS", de grandalhonas orelhas grossas, largas e caídas, exclama o Rodrigues na "maravilhosa  TESE DAS INVENTONAS PARA PEQUENINOS", com "cinquenta e três páginas" de disparates! 

DSCF4317

Corrigir os disparates cometidos por Manuel F. Marques sobre  a consideração de "indevido nome CÃO DE SOAJO", e uma outra, de que  sobre as raças caninas das serras da Estrela e de Soajo só haverem, em 1936, «MISÉRRIMOS ELEMENTOS», é absolutamente necessário. Quem não investigou o suficiente cometeu erros gritantes, embora tenha feito bons trabalho sobre os estalões de quatro raças caninas portuguesas.

Na verdade, deixou lavrado, «MISÉRRIMOS ELEMENTOS», quando tratou do estalão do «CÃO PERDIGUEIRO PORTUGUÊS». Contudo,  foi adjectivado como cão PORTUGUÊS, mas quanto ao SABUJO, esqueceu-se de usar o mesmo termo, porquanto, o «CÃO SABUJO DE SOAJO» é um cão genuinamente português criado na SERRA DE SOAJO, e DIFERENTE do SABULO DA PENÍNSULA IBÉRICA! O «cão perdigueiro PORTUGUÊS dizem ser descendente do CÃO PERDIGUEIRO DA PENÍNSULA IBÉRICA, também raça muito antiga. Em documento do século de 1200 foi  simplesmente denominado  por  «PODENGO». Foi mais tarde conhecido por «PODENGO DE MOSTRA», depois, «perdigueiro», e, mais tarde,  para o distinguirem de outros com as mesmas funções, passou a «perdigueiro PORTUGUÊS»!

O cão SABUJO de SOAJO, é que, NÃO pode ser tomado como «Cão Português», porque a SERRA DE SOAJO, situa-se no Brasil, dirá o homem da néscia, idiota e imbecil «INVENTONA» QUE ESTROPIOU, DEFORMOU, DESFIGUROU E MUITO ALDRABA SOBRE NOTÁVEIS DOCUMENTOS DE SOAJO!

É preciso salientar que se fizesse Marques, as devidas investigações, passaria a saber que sobre o «SABUJO PORTUGUÊS» havia abundantes referências em documentos OFICIAIS devidamente genuínos relacionando-o com SOAJO.

DSCF4812

 

DSCF4809

Quando o Prof. M. Fernandes Marques escreveu que «NA REGIÃO [portanto não apenas numa só freguesia] EXISTE UMA RAÇA TÍPICA DE CÃES», como não estava ainda oficializado o «ESTALÃO DO CÃO DA RAÇA DO CÃO DE SOAJO», segundo Rodrigues, a palavra «raça» não deveria ter sido usada, apesar de também outros cultores de conhecimentos de canicultura como, Leopoldo Carmona, o Dr Ruy de Andrade, o Dr. Armando Correia, o Dr. Henrique ANACHORETA, a usarem. Por estas personalidades terem escrito «RAÇA» irão, TAMBÉM, ser DESANCADOS pelo ESPECIALISTA em TEORIAS CANINAS, como o faz ao SOAJEIRO, que SE OPÕE ÀS SUAS numerosas MENTIRAS, e utiliza a palavra «RAÇA» para o «CÃO SABUJO DA REGIÃO MONTANHOSA DA SERRA DE SOAJO?!

O Prof. Manuel F. Marques, ESCREVEU, em 1935, como se pode ver na IMAGEM reproduzida acima que, o cão tinha, ERRADAMENTE, ou seja, «IMPROPRIAMENTE», TAMBÉM O NOME «CÃO DE SUAJO»! Mas esta afirmação  é de bradar aos Céus, uma vez que disse só conhecer «misérrimos elementos» do cão em causa, e ao atribuir ao cão de nome ERRADO,  RELEVANTES referências do «CÃO DE SUAJO» materializadas em Leis, onde consta o «cão sabujo» RELACIONADO, TÃO NOTORIAMENTE, com Soajo!

DSCF4810

 

DSCF4647

 

DSCF4641

 

DSCF4638

 

DSCF4639

 

DSCF4376

DSCF4574

 

DSCF4576