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Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

UM CASTREJO MENTIU MALDOSAMENTE AO INTERPRETAR ESCRITOS DE 1758, DO ABADE DE SOAJO, PARA MAIS, INDEVIDAMENTE, ATACAR A RAÇA CANINA GENUÍNA DA SERRA DE SOAJO!

LEIS em vigor no ano de 1758 - FORAL E CARTAS DE PRIVILÉGIOS -  demonstram, JUSTA, EXACTA E MINUCIOSAMENTE  que  os CÃES SABUJOS DE SOAJO, continuavam, neste época a ser criados e enviados aos REIS DE PORTUGAL.

Mas o castrejo A.R., em quase tudo do ESSENCIAL e fundamental sobre o CÃO DA SERRA DE SOAJO, quis descaradamente MENTIR, para tentar impedir que a RAÇA GLORIOSA QUE O MUNICÍPIO DE SOAJO enviava TODOS OS ANOS aos REIS DE PORTUGAL não fosse  uma realidade consistente! 

É um profissional de ALDRABICES para tentar segurar as FALSIDADES das teorias idiotas que INVENTOU, mas os seus ATAQUES fazem-lhe recochete...   

A peta que referiu sobre o ESQUECIMENTO, em 1758, dos SABUJOS, por parte do abade de Soajo, Manuel Gonçãlves Gomes, é mais uma das MUITAS que estende no seu desastroso e vergonhoso artigo, de Fevereiro de 2019!

Felizmente que a MEMÓRIA de assuntos relevantes de SOAJO e dos SOAJEIROS, não ficou apenas depositada em Arcos de Valdevez, senão, quase tudo ficaria reduzido a cinzas, e, com isto mais o castrejo pervertia as verdades históricas de Soajo, com a ajuda incrível de alguns que se escondem...

Desmemoriada a terra de Soajo ainda mais seria deslembrada, humilhada e arrasada  para mais facilmente ser desprestigiada e desconhecida!

O castrejo A. Rodrigues, escrevinhador de teorias caninas anedóticas sobre o notável CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO, ainda teve o desplante de dizer que NADA VALEM os meus escritos sobre o notável CÃO DA SERRA DE SOAJO, apesar de eu os elaborar com a máxima firmeza, por sustentados em documentos oficiais de autenticidade e  veracidade inatacáveis! 

Muita piedade para o lunático castrejo de infindáveis aldrabices...

Se os meus escritos estão harmonizados com obras literárias cujos conteúdos estão, por sua vez, condizentes com os documentos mandados copiar, textualmente, aos funcionários das Repartições do Paço Real, pelos reis, ao longo dos séculos, aquando das outorgas e das sucessivas confirmações, como podem ser avaliados por um castrejo, super MENTIROSO, tão insensatamente?!

Tiveram, no decurso do tempo, estes documentos régios, FORÇA DE LEI, para serem obrigatoriamente cumpridos e respeitados, ganhando, portanto, mais segurança, e, servindo sempre para memória futura.

Mas, apesar de todas estas situações, os meus escritos, sendo inteiramente respeitadores das VERDADES documentadas foram, RIDICULAMENTE, desvalorizados ao nível de ZERO, pelo "crastrejo" A. Rodrigues, ao ponto de os considerar até como ABSURDOS!  Espantoso...

Os escritos do crastejo, ora são a expressão de ignorâncias, ora de OPINIÕES muitíssimos frágeis! Devido a tudo isto são facilmente contraditados pelos meus escritos porque feitos com base em FACTOS, devidamente comprovados por documentos oficiais, que lhes conferem o valor de verdadeiros conhecimentos científicos, de certezas, de VERDADES firmes e inabaláveis.

Mas não poderemos deixar de concluir e ajuizar que as VERBORREIAS do crastejo são OCAS, NÃO VALEM NADA, CONSTITUINDO-SE COMO VERDADEIROS ATENTADOS ÀS MEMÓRIAS OFICIAIS ESCRITAS sobre o cão mais documentado oficialmente ao longo dos séculos de Portugal!

 Mesmo assim ousou o crastejo escrevinhar, na página 31, do seu artigo publicado, em Fevereiro de 2019, esta frase: «Faz algum sentido provar que o ABSURDO é verdadeiro ou falso.»!

CALINADAS enormes aparecem nos seus artigos com tanta superabundância que, nalgumas páginas, são-no quase linha a linha, o que torna inútil o seu contraditório, e muito TRABALHOSO para mim rectificá-las com as necessárias explicações justificativas  para que os leitores entendam que o caixote do lixo deve ser o local onde devem ficar para sempre...

Resigno-me a este esforço uma vez que, sem contraditório, ENGANA uma multidão de pessoas com tantos DISPARATES e ARTIMANHAS, embora algumas, subtilmente, sejam disfarçadas! 

Vou, neste artigo de Março de 2020, apresentar e comentar novas ASNEIRAS do "sábio" crastejo, o tal Rodrigues que se atreveu a escrever que  os reis portugueses não tinham PAÇOS ou CASAS PRÓPRIAS, na IDADE MÉDIA, talvez porque antes prefeririam os "palacetes colmados" guardados pelos CÃES SABUJOS DA RAÇA DE SOAJO. 

Seriam os "palacetes colmados" dos reis parecidos com os "casarões" expostos numa foto, em 1935, pelo autor do estalão da notável RAÇA, e inserida na sua pequena publicação onde aparece a principal povoação de Castro Laboreiro?

O tal castrejo, que NÃO teve vergonha de NEGAR o envio ANUAL de «CINCO SABUJOS», aos reis, apesar de consagrados numa LEI muito fácil de entender, e que vigorou mais de trezentos anos, e de outros documentos anteriores a 1514, elucidativos de que já eram entregues anteriormente, sendo causa de ISENÇÕES FISCAIS, LIBERDADES E PRIVILÉGIOS que, «SEMPRE» tiveram «até à morte do rei D. Fernando», conforme está corporizado em documento régio de Novembro de 1385!

Ainda teve o crastejo o atrevimento PULHA de dizer que os cães de Soajo, eram igualzinhos aos RAFEIROS BASTARDOS de guardar gados que havia em todas as terras de Portugal!

O nascido numa pequenina aldeia de C. Laboreiro gracejou dizendo ser um ABSURDO acreditar no envio de TANTOS CÃES de Soajo para Lisboa, idos por TERRA E MAR, talvez, para pretender dizer que sempre foram, mesmo sem existirem aviões,  por VIA AÉREA! Que "racionalidade"!

Este castrejo ACEITOU, sem relutância, as BATOTAS, lançadas na «Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira» no tema C. Laboreiro,  em que MUDARAM a ÉPOCA E OS CONTEÚDOS  de um documento relacionado com Soajo, do século XVIII (DEZOITO), passando-o para o século VIII (OITO), e, os «CINCO SABUJOS», em vez de serem enviados aos «REIS» pelo concelho de Soajo, passaram, mentirosamente, a ser mandados a "SENHORES" [para não dizerem «REIS» por ainda não existir Portugal] pelo concelho de Castro Laboreiro! 

Mas, apesar destas "pérolas" o "crastejo" que muito ALDRABA justifica estas BATOTAS como sendo meras GRALHAS!

É preciso ter descaramento!...

Tudo isto revela como ROUBARAM a Soajo significativos e emblemáticos VALORES que haviam feito do CONCELHO e da REAL MONTARIA DE SOAJO,  instituições  de grande nomeada durante séculos.

1. O ABADE DE SOAJO, EM 1758, ESQUECEU-SE DE REFERIR OS CÃES DOS REIS, PERVERTEU O CRASTEJO!  

Valeu-se este inimigo de Soajo de uma resposta dada pelo ABADE que paroquiava Soajo, mas  concluiu, DISPARATADAMENTE, com o propósito de DEFENDER a sua "TESE IMBECIL" e, para atacar a notável raça de Soajo que, só a partir da segunda metade de 1800, começou a ser mencionada como vivendo, também, em Castro Laboreiro!

O deturpador castrejo recorreu, de facto, às respostas dadas pelo ABADE da paróquia de Soajo, Reverendo António Gonçalves Gomes, sobre as perguntas que foram mandadas fazer por ordens do Marquês de Pombal, no reinando  D. José I, ao «Inquérito de 1758, para se conhecerem sobretudo os efeitos do terramoto de 1755, mas que  aproveitaram para melhor se conhecerem outros aspectos do reino de Portugal.

Uma das perguntas feita no inquérito de 1758 foi esta: «Se [a terra] tem alguns privilégios, antiguidades ou outras coisas dignas de memória?».

Sabe-se que todos os moradores do concelho de Soajo gozaram de vários e importantes privilégios concedidos pelos reis.

Porém, os monteiros funcionários da Real Montaria de Soajo, instituição administrativa local de protecção da natureza, equivalente a um Parque da Natureza, tiveram, durante séculos, mais específicos privilégios que os moradores de SOAJO.

O pároco de Soajo que tinha a categoria de ABADE não disse, como afirmou o castrejo, que no concelho de Soajo se pagava, simplesmente, «SIZA»!

Foi dito que se pagava, em Soajo, «siza REAL», que é um imposto que merece ter uma explicação, pelo menos, ligeira, pois que, inicialmente, a «siza» era um imposto MUNICIPAL que incidia sobre os valores de bens que eram transaccionados.  Este imposto foi, inicialmente municipal, e não recaía sobre os rendimentos gerados anualmente, e pela lei do foral de Soajo, de 1514, não gozavam os moradores de isenções, por ser imposto já resultante da aplicação de rendimentos antes recebidos.

O castrejo, ignorando a necessidade de diferenciar um imposto directo, de um imposto indirecto, também não soube distinguir um imposto «real» (nacional) de um imposto municipal, no que à antiquíssima «siza» dizia respeito. 

Ainda o castrejo se  ESQUECEU de ver as respostas dadas nas outras duas freguesias do concelho de Soajo! Talvez, julgando que no SOAJO autárquico, existiu apenas uma só freguesia, como em Castro Laboreiro!... 

Outra pergunta relevante do Inquérito de 1758 foi feita para saberem: «Se [uma terra] é couto, cabeça de concelho, honra ou beetria?».

Uma terra que fosse  «couto» ou  «honra» tinha alguma autonomia por pertencer a determinados senhorios, nobres ou do clero, e não tendo tanta autonomia como os concelhos gozavam de algumas regalias e poderes, nomeadamente, em termos de administração da justiça, de isenções fiscais, de proibição de entradas nos seus territórios de oficiais e magistrados do rei, etc., podendo ser delimitados por marcos divisórios.

Perante esta questão, as autoridades eclesiásticas a exercerem nas paróquias do concelho e julgado de Soajo, mesmo não sendo o termo «couto», ambíguo, no contexto da pergunta, tomaram a palavra «couto» com o significado de «coutada», isto é, como território protegido para efeitos de preservação e conservação de fauna e da flora, especialmente, de matas florestais e os mais  significativos animais selvagens. 

De facto, no dia 6 de Abril de 1758, participou o ABADE de Soajo, nas respostas dadas ao «INQUÉRITO» feito às paróquias de Ermelo e Gavieira.

2. OUTRA ASTÚCIA IDIOTA DO CASTREJO FOI A DE QUE SÓ DETERMINADOS HISTORIADORES FAZEM INVESTIGAÇÕES, INTERPRETAÇÕES E CONSEGUEM CORRIGIR E PRODUZIR NOVO CONHECIMENTO!

Não recorro a «historiadores de renome» ou «de mérito» dos tais que o castrejo gostaria, porque os "sábios" nunca se dedicaram a investigar suficiente e persistentemente assuntos de Soajo, sendo que vários deles limitaram-se a copiar algumas asneiras, como o fez o castrejo das muitas aldrabices! 

Uma delas, manifesta-se através  desta alarvidade que escrevinhou: Nunca nenhum destes "sábios" «acreditou no envio para os reis durante séculos de 5 cães da verdadeira raça sabujo», a não ser o inventor soajeiro JL (Jorge Lage) que foi quem «ousou ir tão longe»!

«Unicamente na cabeça de JL» se admite a ideia peregrina de «quererem os reis tantos e tantos cães do Soajo»!

Que mais pérolas serão precisas para se AVALIAREM os DESATINOS  deste  crastejo, que mais parece não saber ler e interpretar aspectos básicos de LEIS que referem assuntos de Soajo?

Segundo o castrejo, eu, Jorge Lage, não soube EXTRAIR coisa nenhuma do Foral de Soajo, nomeadamente, o de ser feito o «envio dos cinco sabujos», ANUALMENTE!  Esta minha INTERPRETAÇÃO, do Foral de Soajo, vale ZERO, não tem CREDIBILIDADE NENHUMA, sentenciou o castrejo no ROL DE DISPARATES que, sem vergonha, expõe na Internet, no seu artigo de Fevereiro de 2019!

Tenta justificar estas alarvidades dizendo que eu não citei «NENHUNS ACADÉMICOS», dos tais que foram tão incompetentes quanto ele!

Mas o que é isto, meu Deus?!

 Quanto à académica a que recorreu, Professora Doutora Paula Dias Costa, historiadora medievalista, para lhe servir de tábua de salvação, e para me tentar denegrir, irei demonstrar que as PATIFARIAS do castrejo não são de admirar porque usa óculos de lentes de cortiça que não lhe filtram suficientemente as toxinas que lhe perturbam a cachimónia!

Contudo, alguns dos ERROS da Senhora Professora Paula Costa, muito me admiraram, não obstante, perante as minhas observações apresentadas no dia da apresentação do livro intitulado, «SOAJO, quinhentos anos de foral manuelino», se desculpasse que havia assuntos que não estavam ainda bem estudados.

Foi uma forma hábil de Paula Costa contornar erros que cometeu, pois vários deles já tinham sido contestados e corrigidos.

Ninguém consegue atropelar ajuizadamente o que documentos oficiais de SOAJO, objectiva e claramente, atestam e comprovam...

Sem um enquadramento adequado sobre TODOS OS VALORES ESSENCIAIS DE SOAJO, COISAS HOUVE QUE NÃO FORAM AO ENCONTRO DO PRETENDIDO pelo castrejo, pois tratou Paula Costa  as funções dos cães sabujos de Soajo de forma diferente do crastejo, ao dizer que os chamados «moços do monte», servidores também no Paço Real, usavam estes cães para  GUARDAR GADOS dos reis na periferia da Lisboa antiga.

Ignorou, também o castrejo, o significado da resposta ao «Inquérito» de 1758, proveniente de Ermelo que assim reza: «É este concelho todo COUTO por isenções reais de privilégios de que goza (...) que os livra de soldados, guerras, fintas e mais opressões».

Como se nota os moradores de Ermelo por fazerem parte do concelho de Soajo, de corpo inteiro, beneficiavam dos mesmos privilégios dos que viviam na paróquia que, no concelho, sediava a sua   vila. 

Foi, Ermelo, na Idade Média, um «COUTO», primeiramente de senhorio beneditino, e depois cisterciense, no Julgado de Soajo, mas extinto este couto, foi integrado no concelho de Soajo,  pertencendo também à Real Montaria de Soajo que  era terra coutada protegida e vigiada por oficiais (funcionários) adequados.

Da Gavieira, os clérigos responderam que era anexa à de S. Martinho da Vila de Soajo, e que também era «COUTO» (Real Montaria) por regalias Reais, isentos de impostos, só pagando a «siza real», de não participarem nas guerras a não ser que fossem travadas no concelho de Soajo, mas eram obrigados a vigiar vários locais da fronteira do município de Soajo com a Galiza.  

Apesar de não haver nenhuma pergunta relacionada com os cães, o castrejo, mesmo assim, concluiu, DISPARATANDO: «Os cães dos reis foram esquecidos.»!

Acerca deste patacoada, atreveu-se o castrejo do "REDIL DE RAFEIROS BASTARDOS EM CASTRO" a ironizar, tontamente, nestes termos: «Neste ano [1758] foram pelo "Caminho" e depois pelo porto de Viana para Lisboa, diz JL.»!

Por autoestrada, de comboio, ou de avião, segundo o castrejo engraçadinho, iriam os "rafeiros bastardos" de Castro Laboreiro, para os «SENHORES», e desde o século oito!

Sobre estas posições resultantes de MALDADES, DESTEMPEROS E IGNORÂNCIAS do castrejo, redutor do MULTISSECULAR CÃO DA MINHA TERRA, SOAJO, ao dizer que só a  parte norte da paróquia castreja é que tinha bons cães, o que é  MENTIR DESCARADAMENTE,  uma vez que se sabe que os lugares mais próximos de Soajo e Gavieira, RIBEIRO DE CIMA E RIBEIRO DE BAIXO, também criavam os sabujos originários da SERRA DE SOAJO.

De facto, em 1907,  os cães da serra existiam em TIBO,  ROUÇAS E GAVIEIRA, etc, porém, também se sabe das suas utilizações nos lugares dos "RIBEIROS", e, também, o autor do estalão deste cão, em 1935, escreveu em «SUBSÍDIOS PARA ESTUDO DAS RAÇAS CANINAS NACIONAIS» que os havia no extremo do MINHO, mais concretamente «no maciço montanhoso galaico-duriense que vai da Peneda [erro do nome da serra devido a Choffat] ao Suajo, entre os rios Minho e Lima», em quase todas as povoações destas «vastas serranias».

No próprio ESTALÃO do Cão Sabujo de Soajo, com nome alterado para "Cão de Castro Laboreiro", embora o autor da padronização tenha escrito que servia este cão para proteger os GADOS contra os ataques dos LOBOS e, que tinha o seu SOLAR em Castro Laboreiro, escreveu que o nome do cão foi  desde antigos tempos» tirado da terra castreja, mas NENHUM documento ou obra literária o atesta antes de 1855.

Com CERTEZA ABSOLUTA sabemos que, só através de DOCUMENTAÇÃO de Soajo, se prova que existiu desde a ANTIGUIDADE medieval uma RAÇA CANINA no município soajeiro, e que sobreviveu nas antigas freguesias de SOAJO, até ao século XX! 

O autor do estalão Manuel Marques disse, no entanto, que nada havia para provar a sua ORIGEM PRIMITIVA, mas que devia ser como o cão da Serra da Estrela, uma das raças mais ANTIGAS DA PENÍNSULA IBÉRICA. Portanto, Manuel Marques mostrou que nada sabia de concreto do notável  historial do cão, mas o castrejo, A. Rodrigues, INTENCIONALMENTE, MENTIU, com o fito de tirar conclusões disparatadas para salvar a sua "TESE CANINA DE ENGANAR"...

Termino, dizendo que, acompanharei este texto, indirectamente, com fotos de documentos  comprovativos de que, em 1758, os SABUJOS continuavam a fazer com que todos os habitantes de Soajo gozassem de ADMIRÁVEIS PRIVILÉGIOS, e que o CASTREJO, a ENGANAR quem não sabe, é, de facto, um especialista em aldrabices, imbatível !

Subtraiu notáveis qualidades essenciais atribuídas por dois autores de referência ao CÃO DE SOAJO, que haviam feito com que os reis de Portugal, durante séculos, obrigatoriamente, exigissem ao município de Soajo a entrega anual de cinco!

 

Um natural de Castro Laboreiro, chamado A. Rodrigues, roubou atributos ao cão de Soajo, tentando desqualificá-lo para vulgar "cão rafeiro bastardo"! 

No páragrafo anterior não há muito de novidade, mas as "habilidades" deverão ser inteiramente desmistificadas, pois ao não dizer a careta com a cara, é até uma exigência moral...

O que a seguir se diz vai ao encontro do dever de desmascarar pois, além do mais, o período de Carnaval não dura sempre...

Quase não dá para acreditar que quem romantiza, fantasiando, pateticamente, a memória e aspectos históricos do cão de SOAJO, se considere como criatura responsável, honesta e rigorosa, recomendando a quem o contraria «estudo, conhecimento e discernimento, e acima de tudo honestidade e responsabilidade»!

Bateu o castrejo da falsa tese sobre o cão de Soajo a porta errada, pois, proximamente, publicar-se-ão ainda mais documentos importantíssimos que remetem, sem apelo nem agravo, para o caixote do lixo as aldrabices publicadas, que não passam de ímpares e enormes falsidades e de interpretações carregadas de vilezas...

A estratégia de fazer alaridos aberrantes, como o da "morte no rio da Peneda do professor João de Sousa Mendes" e, a desfocagem de uma foto da matilha de caça grossa com o rei D. Carlos na Tapada de Mafra, bem como o da apresentação vergonhosa de uma suposta foto igual, mas, que reduziu, a cerca de um terço do seu tamanho, para se não poderem ver os corpos inteiros do cão sabujo de Soajo e o da serra da Estrela, pois ao aparecerem apenas as pernas destes cães, bem manifestam que o castrejo dissimulou e deturpou... 

Recorreu o castrejo a várias obras de autores que não abordaram o cão adestrado nos montes da serra de Soajo para servir os soajeiros e a realeza portuguesa, mas por elas optou, deduzindo muitas asneiras!

O que  resulta das observações de factos apurados em documentos OFICIAIS arquivados sobretudo das chancelarias reais e noutras fontes presentes na sede da Torre do Tombo, em Lisboa, donde através da aplicação do método científico indutivo, sempre muito necessário para se obterem solidamente conhecimentos que permitam elaborar raciocínios e juízos limpos nos campos das ciências - História e Biologia -, o castrejo Rodrigues repudi-as, e recorre a indignidades para ILUDIR quem não está dentro da problemática do cão.

Em vez de enquadrar os factos, no realmente ACONTECIDO em termos históricos,  embrenha-se no que quer FICCIONAR e, também numa abordagem de outros cães que nada tiveram a ver com o CÃO ensinado e usado na «REAL MONTARIA DE SOAJO»! 

O culto da VERDADE é desprezado pelo castrejo, e  PROVAS essenciais não são necessárias, bastam os seus conjecturados AXIOMAS!  

A medida do tempo na história do cão de Soajo é pelo castrejo REDUZIDO, em geral, quase só à época medieval... O valor científico dos escritos de quem se opõe às suas intensas e sistemáticas ALDRABICES, é avaliado só por ele ao nível ZERO!

Gosta muito e presta culto às suas FALSIDADES, porque a História alicerça-se, no seu estranho entendimento, em aldrabices, e, em insultos à inteligência dos humanos. 

Apareceu o insólito castrejo A. Rodrigues no campo da batalha com instrumentos "bélicos" municiados com abundância de balas insultuosas, e com ardilosas estratégias carregadas de falsidades que não passam de ruído, de "pólvora seca", mas, mesmo neste ambiente que criou, esperava congratulações! 

Foi o castrejo, como que para um outro "Campos de Lima", para jogar diferente "bafordo", intencionado em combater, na sua preferida idade medieval, o relevante cão de Soajo que quis desfigurar, morfológica e funcionalmente!

Por saber que no sítio em que alguns historiadores aceitaram a localização desta "Veiga da Matança, NUNCA houve encontro dos primos contendores, Afonso VII e Afonso Henriques, o castrejo, conhecendo os RESULTADOS "HISTÓRICOS" colhidos, quis imitar e seguir igual processo de propaganda falsa!

De facto, segundo rezam as duas crónicas conhecidas, o rei leonês atravessou a «serra de Soajo», encontrando noutro local o primo Henriques, como escreveu o valdevezense Doutor José Sebastião Silva Dias, que ocupou  cátedra universitária na mais antiga universidade de Portugal.

Ao prestar esta ilustre personalidade culto ao valor da Verdade, negou não só o sítio da "Veiga da Matança", mas também concluiu por inexistente batalha, porém, o probo e notável historiador Alexandre Herculano, como que ingenuamente aceitou os erros, ao que parece, por influência de fidalguia bairrista instalada no solar conhecido pelo nome de um "Pássaro de Arribação"!

Os documentos provam, de facto, outra localização, colocando os "abraços" dos dois primos com origens em pais franceses, num cenário da «Portela do Vez», à vista do desaparecido castelo roqueiro de Penha Raínha [hoje no concelho de Monção], em geografia de cumeadas e pendentes nas imediações, de duvidosa, Portela do Extremo...

Contudo os dois primos não se fizeram acompanhar de munições sustentadas em ALDRABICES, pois levaram instrumentos que seriam eficazes e, outrossim, argumentos na SERIEDADE, para decidirem pela primazia às refregas com a mourama, aspectos que o castrejo descurou para dirimir a polémica acerca da REAL RAÇA CANINA DA SERRA DE SOAJO!

1. Um ATAQUE DO CASTREJO QUE BURLA! - Na obra literária «Corografia Portuguesa e Descrição Topográfica do Reino de Portugal», da autoria do Padre António Carvalho da Costa, descreve-se a multissecular raça canina da serra de Soajo, como sendo a de um «BOM» cão sabujo, que servia para os SOAJEIROS o usarem também como CÃO DE GADO e, que, era pelo seu enorme valor qualitativo, enviado, ANUALMENTE, do Município e Real Montaria de Soajo, na quantidade de «CINCO», para os REIS DE PORTUGAL! 

Que admirável CÃO DE SOAJO existe, desde longos tempos, na área da «serra de Soajo», mas que o castrejo A. Rodrigues pretende NEGAR, no século XXI, com recurso a inigualáveis  FALSIDADES!

Apesar de ter sido descrito, em 1706, como «BOM» para «GUARDAR GADOS», o castrejo atacou a qualidade  «BOM» do cão, e a sua função de «GUARDA DE GADOS», argumentando assim por não se ajustarem estes elementos às suas teorias IDIOTAS, de ATAQUES  ao que foi famoso CÃO DE SOAJO. Este NÃO é, COM TOTAL CERTEZA, um ser biológico diferente do que quis ISOLAR , ao âmbito restrito da freguesia de Castro Laboreiro, que sempre teve fronteira com a autarquia de Soajo!

O castrejo escreveu a parvoíce, no seu artigo de 2013, acerca do que vem correctamente descrito na obra «Corografia Portuguesa» do Padre Carvalho da Costa, mas que mesmo assim quis deturpar desta forma tão desbragada: «Confundiu os rafeiros que guardam gado com os Sabujos»!

Ainda se atreveu, esta insólita criaturinha castreja, a pedir provas da entrega de cães aos reis!

Desconhece o castrejo MENTIROSO que os documentos - CARTAS RÉGIAS - relativas às confirmações de privilégios dos moradores de Soajo e, também as dos vigilantes da Real Montaria de Soajo, ao tempo da publicação da obra do Padre Costa, tinham FORÇA DE LEI, e neles se refere que as benesses exigiam  o cumprinento do estipulado no foral manuelino de Soajo, que era a obrigação do envio de «CINCO SABUJOS, TODOS OS ANOS»!

Que cachimónia LADRA teve este homem com esta afirmação tão NÉSCIA!

Inventa IDIOTICES e recorre a um  romance de ficção de Camilo Castelo Branco como prova idónea para defender o nome errado do cão,  e refuta LEIS que vigoraram em Portugal, atrevendo-se a pedir provas que bem sabe que existem, mas fá-lo, fundamentalmente, para mais facilmente ENGANAR, com estúpidas aldrabices, os leitores dos seus artigos!

2- UM OUTRO ATAQUE SOEZ AO CÃO DE SOAJO - Ao não  querer que o cão de Soajo seja o mesmo que existe na freguesia de Castro Laboreiro, este castrejo desfere nova investida contra o que foi descrito como uma DESTACÁVEL RAÇA, em 1880, em Soajo,  na obra de Augusto Pinho Leal, designada por «Portugal Antigo e Moderno»!

Este autor qualificou o cão de Soajo com adjectivos que não servem os propósitos do castrejo Rodrigues, para tentar diferenciar os cães de Soajo, dos descritos, seis anos antes, em Castro Laboreiro. 

Na verdade, em «Portugal Antigo e Moderno», foram tomados também, em 1880, os cães em Soajo com a funcionalidade para GUARDAR GADOS e, caracterizados, como «ÓPTIMOS E VALENTES»!

Nesta obra foi dito que na serra de Soajo tinham os pastores soajeiros, em 1880, este tipo de cães  para defenderem os «ABUNDANTES gados», especialmente, OVELHAS, que lhes proporcionavam «muita lã» com que produziam tecidos de « BUREL», e das quais mungindo leite  faziam «BONS QUEIJOS»!  

Também na serra de Soajo, como na serra da Estrela, existiu uma economia baseada na pecuária, em que os «ÓPTIMOS E VALENTES» CÃES DE SOAJO - SABUJOS - ajudavam a AUMENTAR as MATÉRIAS-PRIMAS, bem como PRODUTOS FINAIS, e, ainda, contribuíam para mais e melhores MATÉRIAS SUBSIDIÁRIAS, como por exemplo os  adubos naturais, que fertilizando os terrenos acresciam os produtos hortícolas e as culturas cerealíferas de milho e centeio.

Porém, os preciosos CÃES DE SOAJO, sabujos, defendendo dos lobos e raposas, os diferentes gados, com interesses económicos variados,  proporcionavam mais produção de carnes e, alguns destes gados, ao servirem na tracção para lavrar campos e para transportar diversos tipos de bens, acabavam mesmo indirectamente para fazer crescer a economia das gentes de Soajo. Ainda  os SABUJOS foram causa do não pagamento à REAL FAZENDA (FINANÇAS PÚBLICAS) de foros e tributos,  o que constituiu acréscimo relevante nas finanças privadas dos Soajeiros.

Enquanto a caça grossa foi muito abundante na serra de Soajo, os VALENTES SABUJOS muito auxiliaram a melhorar  o BEM-ESTAR dos soajeiros com as boas peles e as saborosas carnes de corços e porcos bravos! 

Reconhecer um passado de muita utilidade aos CÃES SABUJOS DE SOAJO na guarda de pessoas e bens é ser  minimamente grato e justo para com uma gloriosa e preciosa raça acarinhada, ao longo dos séculos, que fez do MUNICÍPIO DE SOAJO E DA REAL MONTARIA DE SOAJO, INSTITUIÇÕES ADMINISTRATIVAS muito conhecidas e singulares! 

Contudo, o castrejo, ESCONDEU, no que escreveu nos seus artigos, as qualidades de «ÓPTIMOS E VALENTES», portanto, NADA REFERINDO, para manhosa e indirectamente, continuar a considerá-lo como vulgar "cão rafeiro de guarda de gados"!

Ainda se diz na obra «Portugal Antigo e Moderno» que existiam ainda, em 1880, «ABUNDÂNCIA DE LOBOS, raposas, corças e alguns JAVALIS, e «muitos coelhos, lebres e perdizes». Ao ser assim com este panorama ambiental bem se entende o grande interesse pelos «ÓPTIMOS E VALENTES CÃES» pois que, quando os LOBOS lhes atacavam os REBANHOS, aqueles  «DESPEDAÇAVAM-NOS»!

Merece também ser realçado desta obra que, em 1879, foi feita uma montaria (caçada) na SERRA DE SOAJO, em que  abateram «UM ENORME JAVALI», mas dois lobos fugiram...

Para descaracterizar o Cão de Soajo, este castrejo, "homenzinho curioso", estupidamente, diz que o Padre Costa, «ERROU», e  que o cão  enviado nos séculos aos reis,  era, em 1880, simplesmente, no seguimento do que deturpou de 1706, um "rafeiro de guardar gados"

Efectivamente, Rodrigues, não teve vergonha de escrever, na página 15, do seu artigo de Março de 2013, o que pediu para lerem, quando publicou em Fevereiro de 2019, e que COMENTOU, ALDRABADAMENTE, ao dizer que Pinho Leal, em 1880: «não conhece os Sabujos, nem o tributo de séculos aos reis, refere UNICAMENTE OS CÃES DE GUARDAR GADOS»!

«UNICAMENTE» DE GUARDAR GADOS», escreveu ele, apesar de Pinho Leal ter REFERIDO SOBRE O CÃO as relevantes características de «OPTIMOS E VALENTES»!

Em aldrabices o castrejo é uma criatura ímpar! Com esta sua escrita, de facto, pretendeu passar a ideia de "vulgar rafeiro de guardar gado", não obstante Pinho Leal, anos antes, quando tratou da Peneda, que há pouco mais de duas décadas deixara de ser soajeira. E nesta foram referidos os «cinco sabujos» que anualmente enviavam a el-rei.

A RAÇA - CÃO SABUJO DE SOAJO - TANTO SERVIU PARA GUARDAR GADOS, COMO PARA CAÇA GROSSA, mas o castrejo distorcendo, nunca junta estas duas funcionalidades, apesar de o seu conterrâneo Reverendo Padre Aníbal, pároco em C. Laboreiro e falecido em 2003, ter escrito que o cão sabujo da sua terra era detentor, também, de um extraordinário olfacto! Esta qualidade e funcionalidades foram reconhecidas pelo Padre Aníbal, e até foram objecto de citação em trabalho académico pela Eng.ª Eva Marques, que está depositado na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa.

Claro que para caracterizar o cão de Soajo existente, igualmente, em Castro Laboreiro,  não escondeu o castrejo de tantas idiotices, as referências muito importantes que Pinho Leal, fez em 1874, ao falar  do mesmo tipo de raça, vivente em Castro,  como sendo de MASTINS CORPULENTOS E VIGOROSOS, CAPAZES DE MATAR UM LOBO!  Bem, pelo contrário, estas CARACTERÍSTICAS, foram REALÇADAS e elevadas aos mais altos píncaros!!!

De facto, em 1874, sobre a freguesia de Castro Laboreiro, na obra de Pinho Leal, foi referido o que cito a seguir, num meio ambiental de «elevadíssimas serras que a cercam» : «É abundantíssima em caça de todo o género. Criam-se aqui mastins d´uma corpulência e vigor extraordinários, pois qualquer deles mata um lobo. Criados fora daqui degeneram inteiramente.»

Por este extracto bem se observa que o castrejo fez questão de apresentar TODAS as características RELEVANTES dos caninos  em Castro Laboreiro que na obra foram explicitadas, mas diferentemente, OCULTOU as características dos mesmos cães que Pinho Leal apresentou quando abordou  Soajo!

Claramente, se observa que se trata do mesmo tipo de cão, pois os adjectivos dizem o mesmo, mas só quem acredita nas afirmações idiotas do castrejo, é que não admite a existência de uma única RAÇA CANINA, EM TODA A EXTENSA SERRA DE SOAJO!

O autor do estalão, Manuel Marques, descreveu no opúsculo para apresentar o seu trabalho que o cão era «SABUJO» e «amastinado de tipo lupóide».

O médico veterinário António Cabral, primeiro presidente do Clube Português de Canicultura, escreveu, na revista do Automóvel Clube de Portugal, que o cão não degenerava quando vivia em qualquer parte!

Ambos reconheceram que o cão vivia em quase todas as povoações da que consideraram chamar-se também como,  «Serra de Soajo», e, não referiram um nome de serra em que entrásse o nome de Castro Laboreiro.

António Cabral justificou o nome do cão com o argumento de ser «mais abundante em Castro Laboreiro», sem indicar, especificamente, a época de abundância!

Ignorou, António Cabral, os muitos séculos anteriores de vida conhecida desta raça específica que, desde  há séculos, se sabe ter existido em Soajo e que era enviada aos Reis de Portugal!

Apenas, com as parcas palavras anteriores, hipocritamente, IGNOROU o castrejo o ESSENCIAL quanto às qualidades da raça de Soajo, descrita por Pinho Leal, como sendo «CÃES ÓPTIMOS E VALENTES DE GUARDAR GADOS», capazes de MATAR LOBOS SE ATACASSEM OS REBANHOS DOS PASTORES SOAJEIROS!

Não são estas atitudes pulhices? 

Gabou-se este castrejo de que aquilo que sai do seu punho é incontestável!

Mas não conseguiu o castrejo rebater o que eu escrevi, extraído da obra «RITUAIS FUNERÁRIOS NA GAVIEIRA» da autoria do Dr. José Pinto, em que cita o que escreveu, o monçanense Joaquim Castro, em 1907,  em «Namoros no Alto Minho» ( trabalho de antropologia cultural e social que se encontra na biblioteca da Universidade de Coimbra) em que  é referido pelo autor, visitador das povoações, Tibo, Rouças e Gavieira, que deparou quando nelas entrou com «GRANDES CÃES A QUE ESTA GENTE CHAMAVA DE LOBO» a ladrar de tal modo que não poderia passar despercebido se quisesse assaltar os "palácios locais"!

 Não fossem os valentes cães, «SENTINELAS IDEAIS», para proteger os  "palacetes" de Tibo, Adrão, Várzea, Vilar de Suente, Rouças, Gavieira e da vila de Soajo, e, ainda, durante vários séculos, nos "GRANDES PALÁCIOS" do concelho de Castro Laboreiro!

Mas no entendimento o "sábio castrejo" para acompanhar os «moços do monte», nos dias em que eram obrigados a fazer RONDAS ao "humilde" «Paço Real da Ribeira» (que foi destruído pelo terramoto de 1755) quando nele dormiam familiares da realeza, recorriam estes moços aos "rafeiros bastardos", idos de Soajo, por os «ÓPTIMOS E VALENTES» ficarem, outrora, sob os tectos de colmo dos "paços" da vila castreja!

Ainda quis, o castrejo, mais ILUDIR, e com enorme ESPALHAFATO, pois tratou o caso do cão em que se relata a morte do professor de Castro Laboreiro, José de Sousa Mendes, publicado no blogue «MELGAÇO, DO MONTE À RIBEIRA», como uma mera ficção, mas qualquer leitor perante o exposto  não toma o texto, senão como uma crónica real, a não ser que seja uma criança débil mental...

As criancices, as leviandades, do castrejo, vão ao ponto de arranjar um reduzido REDIL, de âmbito castrejo, para METER os GRANDES, ÓPTIMOS, VALENTES, VIGOROSOS E CORPULENTOS CÃES QUE, AFAMARAM SOAJO, DURANTE SÉCULOS, COM OS ENVIOS ANUAIS AOS REIS DE PORTUGAL, DE «CINCO SABUJOS»!

Este indivíduo castrejo fez com que me visse obrigado a responder-lhe em termos não agradáveis, isto é, à letra, porque desde começou a retaliar, baixou em muito o nível para me VEXAR.

 Como que me obrigou a vir a terreno, COM "EXCELSAS" CONTRAPARTIDAS, para  contrariar as suas aldrabices, embora, inicialmente, me contivesse dentro do razoável, mas quando ultrapassou as linhas vermelhas, entrei nas batalhas armado, não só com argumentos e DOCUMENTOS PROBATÓRIOS, mas também resolvi usar as suas "dóceis" armas... Quando um beligerante entra nos CAMPOS DE BATALHA, para algumas pessoas, DEVE-SE combater os INIMIGOS com instrumentos macios!  No meu entendimento, defender, devidamente, a pátria natalícia é o que mais importa...

Outros argumentos e relevantes documentos colocarão as idiotices do castrejo Rodrigues na colecção das INVENTONAS...

 

Um natural de Castro Laboreiro, inventor de muitas aldrabices sobre a raça do cão sabujo da serra de Soajo, considera como modelo ou estalão de uma raça canina as relativamente sóbrias características observadas em cachorrinhos recém-nascidos!

 

 

O castrejo A. Rodrigues (A. R.) serve-se de meios disparatados e de vigarices para abater a todo o custo essenciais QUALIDADES  e o NOME de muitos séculos do CÃO «SABUJO», FEITO NOS MONTES DA SERRA DE SOAJO!

Não vou aqui expor, detalhadamente, as contradições do castrejo A. Rodrigues quando diz numas páginas de um seu texto que publicou em 2019 que  para haver uma RAÇA canina é preciso que haja um ESTALÃO, isto é, que sejam descritas as pormenorizadas características de um cão tipo, para servir de modelo, protótipo, standard ou padrão, em que se revelem, sobretudo, aspectos da  forma corporal (morfologia), temperamental e principais préstimos (funcionalidades), mas num outro seu artigo publicado, em 28 de Março de 2013, já  escreveu  que existe uma RAÇA canina, mesmo que não haja um ESTALÃO! 

Na verdade, quem escreve na página 17, do artigo de 2013, o seguinte: «Em 1935 [ano em que foi publicado o estalão] havia décadas que a raça era reconhecida pelo Estado Português e pela Direcção Geral de Agricultura. Os cães da raça Castro Laboreiro já eram registados na Pecuária Nacional como tal [isto é, como raça].»

 Este artista das aldrabices,  na página 15, do artigo que publicou em Março de 2019, escreveu, mentindo, que eu não conhecia a «Raça Sabujo», que não sabia «que existiam Estalões» e, ainda que, «os de caça são medievais, velhíssimos» (???)!  Depois destas lastimáveis baboseiras ainda escreveu, contraditoriamente, no artigo de 2019, onde  sublinhou o que a seguir transcrevo: «Sem Estalão não existe Raça. É um axioma»!

Então, sem necessidade de provar, disse que, só há  uma raça canina havendo estalão, que o mesmo foi também dizer que, não há raça canina sem que haja um estalão!

E escreveu isto, já depois de muitas investigações e leituras feitas durante décadas...

O castrejo A. Rodrigues (A.R.) é detentor de uma "genial" cachimónia que lhe permite inventar muitas aldrabices e cair em ridículas contradições, apesar de ser um "filósofo" de teorias caninas patéticas e ter caminhado, durante mais de meio século, no planeta onde tem passado tantos invernos!

Quis argumentar, contraditoriamente, que em instituições oficiais e outros organismos já reconheciam a RAÇA canina que vive em muitas povoações da SERRA DE SOAJO desde há muitos séculos, portanto, muito anteriormente ao da publicação do seu estalão em 1935!

Ousou o mesmo castrejo também restringir, erradamente, o habitat da raça, no todo sempre, a terras de Laboreiro, quando de facto, segundo o que foi publicado, à data de 1935, ano da feitura do seu ESTALÃO, o cão já  existia em quase todas as povoações situadas em várias das montanhas da ampla SERRA DE SOAJO [nome de que por norma não usa e de que não gosta]. Incrível!...

Desconhece ou ignora que, antes de se adoptarem estalões de raças caninas, já há vários séculos, se falava em RAÇAS!

 Também teve a ousadia de tomar como ESTALÃO do cão sabujo de Soajo o que, bem vistas as coisas, nem sequer se pode considerar como sendo do cão SABUJO IBÉRICO, raça que o castrejo quer identificar com o sabujo criado nas montanhas da serra de Soajo! 

 Fazer a caracterização, o estalão, de uma RAÇA canina com base em reduzidas ou sumárias descrições de cães, não ADULTOS, porque feita  com recurso a  CACHORRINHOS com apenas DUAS semanas de idade ou até menos, é como querer descrever uma árvore adulta, com as características de um mero rebento ou pola!

Designar por ESTALÃO o que simplesmente resultou de observações feitas, na primeira metade do século de 1400, em SABUJINHOS BEBÉS,  bem REVELA que  da cachimónia de tão obstinado e mentiroso castrejo saem muitas "sabenças geniais"...

Se o castrejo A.R.,  pela análise comparativa de caracteres ESSENCIAIS de cachorrinhos, verificásse que existem elementos distintivos entre os sabujinhos nascidos de cadelas da raça da Serra de Soajo e, a dos filhotes de cadelas da raça do sabujo ibérico, ainda  diria algo de acertado!

É verdade que fazer comparações destes cachorrinhos é muito útil, pois  permite que se conclua  que eles NÃO são procedentes de uma ÚNICA RAÇA, mas de duas raças diferentes! Ao extrapolar que  limitadas considerações constituam o ESTALÃO do sabujo peninsular ou ibérico, depois tido, como se chamando, sabujo espanhol , é ENGANAR, descaradamente, os leitores... 

É uma evidência que não carece de ser demonstrada, pois os ESTALÕES de raças caninas sempre foram elaborados pelos especialistas a partir de ANIMAIS ADULTOS, e nunca, com recurso a recém-nascidos!

O estalão do cão sabujo criado nos montes da SERRA DE SOAJO, tido no século de 1700, também como CÃO DE GUARDA DE GADOS, e pelo autor do estalão do CÃO DE SOAJO, Manuel Fernandes Marques, em 1935, embora, erradamente, o considerasse com o nome indevido, embora sem fundamentação alguma, não obstante o nome «SUAJO» nele seja referido quer ao nível do prólogo dos «SUBSÍDIOS» sobre esta RAÇA, quer no estalão propriamente dito, todavia , o que é totalmente verdade é que, NADA, ABSOLUTAMENTE NADA, descreveu acerca da padronização de cachorros e, muito menos, sobre cachorrinhos, recém-nascidos!

Ao fazer o ESTALÃO, quer na parte I, em que apresenta os «Caracteres gerais da raça», quer na parte II, que subintitulou por «Caracteres descritivos», Manuel Marques, não refere minimamente algo que não seja respeitante a cães adultos!

Em 1935, o autor do ESTALÃO DO CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO, escreveu que este cão habitava  NAS DIFERENTES POVOAÇÕES das montanhas da SERRA DE SOAJO, designação de cadeia de montanhas que ao longo dos séculos, muitíssimas VEZES, QUASE SEMPRE, constou nos MAPAS GEOGRÁFICOS que aludem às principais serras de todo o PORTUGAL! 

A Serra de SOAJO, de facto, englobou SEMPRE o território de Castro Laboreiro, no decurso dos séculos até 1935, quer nos mapas cartográficos ou geográficos, quer nos livros escolares em que se IDENTIFICARAM as serras de TODO o Portugal, do Minho ao Algarve, NUNCA aparecendo nestes,  uma GENÉRICA designação de SERRA, em que conste o nome CASTRO LABOREIRO!

O autor do estalão NEGOU, de facto, o nome «cão de SUAJO» sem o justificar minimamente, mas fez uma ATRIBUIÇÃO GRAVÍSSIMA  de DOCUMENTOS DE SOAJO, que referiam o cão, exclusivamente, ligado a SOAJO, e tendo sido estes formalmente LEIS relacionadas com Soajo que vigoraram, durante vários SÉCULOS, e que ninguém com bom senso entende porquê que Manuel Marques os considerou como pertencentes a  Castro Laboreiro! 

Mentiu descaradamente! Poucos anos depois, mais ALDRABOU o autor do estalão, para ainda mais  desligar a RAÇA das bases centenárias de SOAJO, ao negar que os CINCO SABUJOS não eram enviados anualmente a REIS, mas a outras entidades, por parte de Castro Laboreiro, desde o século de 700, tempo em que Portugal nem sequer existia!

Revistas, jornais, tvs e obras em geral passaram a divulgar estas patacoadas por dados recolhidos numa notável ENCICLOPÉDIA!!

Estas REQUINTADAS VIGARICES foram na verdade vertidas na monumental obra designada por «GRANDE ENCICLOPÉDIA PORTUGUESA E BRASILEIRA», que resultou das colaborações das mais destacadas e prestigiadas figuras do país! Sendo elaborada esta obra por competentes homens de cultura, e  consultada por pessoas das mais divesas formações académicas e de outras naturezas o que lá vinha era tomado como confiável, portanto, muito exacto e rigoroso!

Esse entendimento muito facilitou e potenciou os seus conteúdos, mas nalguns dos aspectos do CÃO DE SOAJO revelou-se muito prejudicial para com SOAJO e sua população...

Com efeito, a partir desta encliopédia, os erros e as mentiras multiplicaram-se, convencendo-se muitas pessoas, de tal sorte que, revistas, jornais, rádios, tvs e livros diversos passaram a divulgar ENORMES PATACOADAS sobre a distintíssima e multissecular canicultura que SOAJO disponibilizou aos Reis e à Coroa de Portugal!

Muito temos de lamentar que por todos estes efeitos resultaram graves provocações a SOAJO, ao seu povo, e à história do cão!

Enormes vigarices foram usadas para ROUBAR, não só o NOME, mas também a principal área geográfica e autárquica do solar da RAÇA, que no decorrer de tantos séculos, essencialmente, teve como berço, significativa parte da autarquia soajeira, também integrada na Serra de Soajo! 

Se o Doutor Manuel Marques fosse vivo merecia ser levado a Tribunal por tanto prejudicar SOAJO...

Em 2020, ainda vivem pessoas da vila de Soajo que sabem que houve  NASCIMENTOS, na década de 1930, de cachorros da RAÇA CANINA DE SOAJO, altura da feitura do ESTALÃO, mas apesar destas IRREFUTÁVEIS VERDADES o castrejo A. R.,  até isto também quer aldrabar para enganar os leitores dos seus escritos carregados de disparates e falsidades!

Quem até teve o atrevimento de dizer que eu não consultei o ARQUIVO DO MONTEIRO MOR DO REINO, e que mesmo confrontado com prova documental publicada na INTERNET, continua a MENTIR, refugiando-se num anedótico dito trafulha de que esteve num aeroporto alemão mas que nada viu da Alemanha! Mesmo depois, sendo novamente confrontado com outras provas  continuou a mentir e a enganar os seus leitores! Não passa de um "homenzinho" sem vergonha alguma!

Voltando ao assunto central, não fez o autor do estalão, a caracterização morfológica e funcional do CÃO SABUJO DE SOAJO, com base, como atrás dissemos, em cachorrinhos com tão pouquinho tempo de vida!

NUNCA NINGUÉM, a não ser o castrejo de tantas e tamanhas vigarices, se ATREVEU a considerar como se podendo fazer o ESTALÃO DE UMA RAÇA CANINA com tão escassos elementos e, ainda, e sobretudo, baseando-se  em animais recém-nascidos!

Não vou ainda aqui desenvolver as afirmações contraditórias deste castrejo que, apesar de no período de 2013 até 2019, pesquisar para ver se encontrava matérias escritas para justificar o NOME  do cão também EXISTENTE em Castro Laboreiro -  comprovada apenas por informações  da segunda  metade do século XIX -  todavia, mesmo nestas condições ousou aparecer com novo artigo, em Fevereiro de 2019, sem que referisse uma única prova da existência do cão na sua freguesia nos tempos da REAL MONTARIA DE SOAJO, extinta em 1821, ou antes da extinção do concelho de C. Laboreiro, em 1955! 

 A.R. por não encontrar resultados anteriores às datas referidas, como sempre havia APREGOADO a intrujice de que o cão [nativo da SERRA DE SOAJO e a viver também, comprovadamente em CASTRO, posteriormente a 1855] não servia para CAÇAR, resolveu então escrever, em Fevereiro de 2019, que uma RAÇA que não seja de CAÇA, JÁ É VELHÍSSIMA na Europa, com 200 anos! Que novidade!!!

Se assim fosse o cão considerado por si, EXCLUSIVAMENTE, como de GUARDA DE GADO, teria uma antiguidade, nunca anterior ao século XIX! 

 A.R. ao nada encontrar, deixou cair mas, confusamente, as «ORIGENS  ANCESTRAIS» do cão em Castro Laboreiro, depois de tantos anos a investigar e a  ENGANAR!

NADA, absolutamente nada, apresentou de novo SOBRE O CÃO, que também ainda vive, embora muito reduzidamente, NA SUA TERRA NATAL, mas que ao longo dos séculos da existência de Portugal só é referenciado através de documentos de Soajo!

Os montes da Serra de Soajo, situados na freguesia de C. Laboreiro, nem um só "rato" pariram mesmo com  tantas leituras, e por isso, A.R., desviou-se do assunto central refugiando-se em mais falar de outras obras de raças distintas das do cão da SERRA DE SOAJO !

Em  2013, A.R., ainda SONHAVA em origens muitíssimo remotas, mas as suas esperanças, por nada encontrar directamente sobre o cão, DESVANECERAM-SE, em 2019! 

Ficou "incutete", ou seja nu, em termos de roupagem histórica, como eu antevi em 2013, no artigo em que repliquei, pois provas da existência de um cão exclusivo de Castro Laboreiro, só as encontraria em caixotes do lixo, no aeroporto alemão...

Sendo inteiramente certo e verdade que o castrejo A.R., das muitas VIGARICES, soube que o Abade Aníbal Rodrigues e Manuel Marques o consideraram como cão SABUJO, portanto, como cão de CAÇA GROSSA, possuidor de um extraordinário faro e poderoso domínio, porventura, muito provavelmente, pelas observações visuais ou através de informações recolhidas fora e/ou em terras de Castro Laboreiro, então, com estes conhecimentos  como poderia ter o cão uma antiguidade de apenas  200 anos, se souberam que era também de uma RAÇA SABUJO, mas diferente do sabujo ibérico e, ainda que  viveu e caçou também pelo menos, desde o início do século de 1700, portanto, muito para além de 200 anos?!   

Disse ainda, A.R., que o Abade sabia pouco da história do cão, mas PORQUÊ QUE se serviu das FANTASIAS do Abade apresentando escritos sobre os "vestígios"  rupestres pintados através de sarrabiscos de sangue, se estes, em termos de rigor, são sempre muito frágeis  para identificação de uma qualquer RAÇA?!

Seria, talvez, por o reverendo Pe. Aníbal ser um «expert», ou seja, um "especialista", em pré-história?!

Enquadrou, defacto,  o Abade Rodrigues, os rabiscos de cão desenhados com sangue de bisonte, em tempos  da PRÉ-HISTÓRIA, podendo até ter mais de 7000 anos,  mas para A.R. a raça que, mentirosamente, pretende que  seja, em exclusivo, da sua terra natal,  e, também, EXCLUSIVAMENTE, de GUARDA DE GADO, mesmo com 200 anos, seria, como dissemos, já velhíssima! Com mais de 7000 anos, contraditoriamente, para A.R., mesmo sem uma  sua «loucura total», a raça já seria, porventura, "jovenzinha" em C. Laboreiro...

A incoerência do castrejo, "mentiroso compulsivo", não conhece limites ao aceitar que a medissem em milénios, quando ele apenas passou a dizer, por NADA ENCONTRAR DE VALEDOIRO, que com dois séculos de existência já é velhíssima, e servindo apenas para guarda de GADO!

Uma baralhada de que só o castrejo A.R. é, "genialmente", capaz, mesmo com sua tão descomunal memória na sua cachimónia!...

  Noutra perspectiva, como suposto "cão pré-histórico" foi o cão de SOAJO alvo de sumiço DURANTE TANTOS MILÉNIOS, porém, ressuscitou  meramente como CÃO DE GADO, para atingir uma provecta idade de 200 anos, em 2019! 

O "genial" castrejo que, não quer ser natural de uma ÚNICA ampla e genérica SERRA -  a de Soajo -, pois antes quer pertencer a uma reduzida "serrazinha", e sucedendo que não descobriu apenas um ESTALÃO, com base em sabujinhos ibéricos muito VELHINHOS, ao ACEITAR  também, IDADEZONAS, ou IMAGINAR  relativas idadezinhas, e tudo isto mesmo sem recorrer a "AXIOMAS, a ABSURDO DOS ABSURDOS, ou a uma humilde LOUCURA PARCIAL",  vai enganando ingénuos e quem não domina o assunto do cão sabujo da serra de SOAJO!!!

Deixando as habilidades do castrejo o que, seriamente, se pode dizer é que está muitíssimo provado, nos tempos de Portugal, ao longo dos séculos, que foi do município de SOAJO, donde saíram MILHARES de exemplares da RAÇA do GRANDE, ÓPTIMO E VALENTE CÃO SABUJO DA SERRA DE SOAJO, ANUALMENTE, e na quantidade de CINCO sabujos, para os REIS deste notável país!

 Concluo, dizendo que, apesar de tudo isto, as imbecilidades e vigarices do castrejo das falsas teorias, ganham saliência também pelas incríveis CONTRADIÇÕES, repito mais uma vez, ao conjecturá-lo, a partir de 2019, como tendo, um TEMPO DE VIDA, em Castro "APENAS DESDE" há 200 anos; porém, ao aceitar, também, como prova de vida em Castro Laboreiro, os indecifráveis SARRABISCOS numa gruta, já por lá passeia o cão sabujo antes de um tempo superior a 7000 anos! 

O  Abade que  "projectou" O CÃO para tão afastados tempos de mais de 7000 anos a perseguir ANIMAIS, e, ainda, também, nos tempos de Portugal, como um bom SABUJO de EXTRAORDINÁRIO FARO, e, ainda, ao escrever ter o cão uma tendência natural para guardar GADO,  então, admitiu, e colocou o cão como um animal  PLURIFUNCIONAL, pelo que apesar disto não revelou ter uma uma cachimónia idiota como a do castrejo A.R.!

A seguríssima e autêntica DOCUMENTAÇÃO OFICIAL, ASSINADA POR TANTOS E ILUSTRES REIS DE PORTUGAL, é interpretada pelo castrejo A. R.,  IMBECILMENTE,  como nunca havendo uma RAÇA CANINA, que não fosse a do sabujo ibérico medieval,  e, de ter depois havido em SOAJO, contraditoriamente, apenas uma desfigurada mistura de «CÃES RAFEIROS BASTARDOS», que os reis de Portugal "rejeitavam" para "pedirem" os, não «MASTINS», descritos, em 1873, pelo abade Salgado, e que o AUTOR DO ESTALÃO qualificou como de raça «lupóide, tipo amastinado», expressão esta que deixou escrita no ESTALÃO para a posterioridade, bem como se encontravam a viver, em 1935, também na SERRA DE SOAJO!

Que SUBSTANTIVO ou ADJECTIVO usariam os SOAJEIROS, justos e rigorosos, e que não tenham uma cachimónia de calibre igual à do A.R., para (DES)QUALIFICAR esta  tão singular  criaturinha castreja?