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Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

Soajo em Noticiário

A finalidade deste blog é colocar factos relevantes de Soajo para que os Soajeiros e o público interessado possa dispor dos resultados de persistentes pesquisas que se fizeram em bibliotecas e arquivos. Artigos de Jorge Ferraz Lage

O PRIMEIRO MAPA GEOGRÁFICO OFICIAL PUBLICADO, EM 1876, PELA DIRECÇÃO GERAL DOS TRABALHOS GEODÉSICOS, TOPOGRÁFICOS, HIDROGRÁFICOS E GEOLÓGICOS, REFERE A SERRA DE SOAJO

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Em 1875, o homem da geodesia, Gerardo Pery, tratou numa sua obra, a orografia de Portugal, que o mesmo é dizer, de assuntos dos relevos dos solos.

A serra tomou o nome, para ele e os seus poucos seguidores de uma montanha do PEDRINHO [cujo nome falseou, tal como o fez ao original nome da serra] que, não é a de maior notoriedade em toda a extensão da SERRA DE SOAJO, porque o é, de facto, a  designada  montanha chamada OUTEIRO MAIOR, a culminar no ALTO DA PEDRADA, à cota de 1416 metros.

Mas esta ousadia de G. Pery estava condenada ao insucesso, se outro estratagema não surgisse por volta de 1907, através de quem quis fazer a história da formação geológica do solo, mas que para tal, pretendeu DESPREZAR a história dos nomes já formados sobre as serras de Portugal, apesar de muitos, das principais, já terem velhinhos nomes de muitos séculos.

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Se Choffat, na parte geológica foi bastante limitado a apresentar as devidas causas das elevações e morfologias  das serras, nomeadamente, no que respeita às identificações e posicionamentos geográficos dos solos das serras de Soajo e Amarela, foi muito mais incompetente e disparatado...

Se não fosse a doença, uma «FARINGITE», de Paul Choffat, muito provavelmente não teria vindo das montanhas do JURA, para Portugal, e sem os seus DISPARATES, teríamos um PARQUE NACIONAL SOAJO-GERÊS, como que a dar continuidade ao escopo da «MONTARIA REAL DE SOAJO», fundada na IDADE MÉDIA e CONTINUADA ATÉ À IDADE CONTEMPORÂNEA, não para CAÇAR, mas bem pelo CONTRÁRIO, para IMPEDIR que vários  ANIMAIS SELVAGENS E AS MATAS, fossem ABATIDOS sem regras, sem disciplina, por falta de vigilância de GUARDADORES ACOMPANHADOS PELOS CÃES SABUJOS DA SERRA DE SOAJO...

Infelizmente, um dos principais valores da IDENTIDADE DE SOAJO, tem sido muito perseguida por agentes endógenos ao serviço do poder municipal e, precisamente, o fazem, também, quanto a esta identidade, porquanto sabem que é um VALOR muito importante e, por isso, a ATACAM, recorrendo a processos e meios jornalísticos, radiofónicos e televisivos, que sonegam, que escondem, para tentarem passar despercebidos...

Mas os argumentos, as provas, os documentos, são muito numerosos e de total segurança e autenticidade como VERDADE por muitos deles passarem a fase designada por heurística, seguida por operações enquadradas na fase hermenêutica, mesmo sendo  em grande parte originados em organismos, instituições e entidades OFICIAIS, muito antes e depois, dos ERROS, BATOTAS E MENTIRAS sobre o tema da SERRA DE SOAJO! 

O nome do rio Vez por, além do mais integrar várias toponímias que têm a ver com instituições e entidades oficiais, é, devidamente, respeitado e promovido, mas, nominalmente, a SERRA DE SOAJO, embora seja relevante elemento geográfico não goza, muitas vezes, da mínima consideração e elegância das autoridades muninipais e organismos integrados dentro do âmbito do município de A. de Valdevez...

A seguir, mais elementos carreados para justificar e fundamentar o título em epígrafe e, as ideias referidas nas linhas anteriores:

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Os geógrafos copiadores dos erros do geólogo suíço, criador dos agrupamentos das serras portuguesas relacionadas com as espanholas, não podem determinar o desaparecimento do nome do espaço da SERRA DE SOAJO!

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DSCF6358 (1).JPGEfeitos, a seguir, das aldrabices de P. CHOFFAT que foram as causas mais consequentes para batoteiros desgraçarem a designação, SERRA DE SOAJO:

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A serra de SOAJO, a sul do rio Lima, foi uma excentricidade  de que se aproveitaram copiadores e, uns maldosos colonizadores sem escrúpulos que desde há cerca de vinte anos manifestam comportamentos municipais desviantes, com origem na "CASAMATASOAJO" para tentarem abater o património imaterial do SOAJO milenar...

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Uma "vigésima maravilha" num município de "maravilhadores"...

Contudo, no manual seguinte, não estando as serras relacionadas com rios, até pode parecer que não está amarelada a Serrra de Soajo, mas o facto de aparecer o «Galaico-Duriense» denuncia que Choffat é quem decide no posicionamento da Serra de Soajo, a sul do rio Lima. 

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O norte do rio Douro numa parte do Galaico-Duriense, no Lima  ao rio Homem situou, em 1907, o suíço P. Choffat, criador dos sistemas orográficos, as imbecilidades de SOAJO ser nome da Amarela e, de "Peneda" dar nome à SERRA DE SOAJO!

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Mas o médico e professor de Geografia, Silva Teles, nascido em Goa, que mais tarde enganou o seu aluno e futuro colega, Orlando Ribeiro, ambos bons conhecedores do mar da Palha, redigiu in «NOTAS DE PORTUGAL» que, a serra do "Tibete valdevezense», não é a SERRA DE SOAJO, por esta designação emigrar para o munícipio de Ponte da Barca e Terras do Bouro, denominando, em alternativa, as montanhas da SERRA AMARELA...

Os MATADORES, na "CASAMATASOAJO", são uns apreciadores do prato de "CACHENA DO TIBETE" e, a  carne da "CACHENA DA SERRA DE SOAJO" misturada com lampreia, tornou-se um menu muito apetecível pelo bom povo de Ponte da Barca...

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Os sumarentos "saberes" de Choffat penetraram bem nos cérebros dos notáveis, Silva Teles, Orlando Ribeiro, Amorim Girão e de Suzanne Daveau.

Porém, as empedernidas cachimónias de alguns viventes na «CASAMATASOAJO», em matérias de Geografia, só aprenderam o rio Vez, ao que parece, a alguns exógenos, por nascer esta corrente de água na SERRA DE SOAJO e suas águas não terem muito deutério ...

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Neste quadro beberam esta alta "sabedoria", os eminentes professores Silva Teles e Amorim Girão, deixando um rigoroso e  precioso legado, plasmando nas suas publicações, de que a Serra de Soajo, depois de tomar banho no rio Lima, se enegreceu "eternamente" como denominação da SERRA AMARELA e, o nome do PARQUE NACIONAL "TIBETE-SOAJO-GERÊS", nos novos tempos, dança muito bem a modinha das "Três Serras"...

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In Bibliografia Geogáfica de Portugal bem foi notado que quanto ao nome das serras de Portugal, Choffat, sabia muitíssimo mais que os residentes na "CASAMATASOAJO». Embora, de facto, Choffat, não estudasse pelos manuais escolares do ensino primário usados em PORTUGAL, por ter feito os seus estudos no país que tem montanhas nos Alpes, mesmo assim, ainda soube que existia o nome, SERRA DE SOAJO, conhecimento que não lobrigavam alguns valdevezenses da «CASAMATASOAJO» por gostarem das versões erradas...

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Um extracto de mapa que revela correcto nome da Geografia de Portugal quanto à localização da SERRA DE SOAJO.

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Nestas últimas fotos pode ver-se que o cientista e professor universitário, autor da primeira obra científica de Geografia de Portugal, no II Volume, publicado em 1937, também não usou o nome da serra saído do frígido "marco do Pedrinho apenedado"; em nota de pé da última foto, alerta para as iditiotices que P. Choffat cometeu sobre a falsidade do nome da serra de Soajo, e por tal não a admitiu no texto de 1937, mandando-a para a lixeira, e, o mesmo fez, juntamente, com o catedrático Mariano Feio, em 1948, ao continuar a asseverar os disparates de Choffat sobre nomes de serras...

                                                                                                                                                                                       

O HISTORIADOR DAMIÃO DE GÓIS DEIXOU NUMA SUA OBRA QUE A MONTARIA DE SOAJO ERA PROTECÇÃO DA NATUREZA APENAS NA SERRA DE SOAJO!

 

Por causa de se ter feito esta ALDRABICE à Serra de Soajo, é motivo para  aceitarmos que o nome da Serra de Soajo deixe de ser o que foi, ao longo dos séculos de Portugal?

Nem esta habilidade neste mapa, nem a "invencionite", não infantilmente, adoptada  por Paula Pinto Costa!

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A historiadora Paula Costa seguiu a nova falsidade inventada pelo porta-voz da «CASAMATASOAJO», Nuno Soares, que não tem vergonha de deformar a designação da SERRA DE SOAJO, até no século de 1500!

Não apresenta uma só referência a documentar a designação excêntrica "peneda/soajo", antes do século XXI!  Mas, Soares, criou-a para segurar o nome Peneda, e para fragilizar a identidade, Soajo, que sempre vigorou ao longo de afastados séculos, porque a palavra "montaria" deriva do termo "monte", e na época medieval como na antiguidade, as serras eram designadas simplesmente por «montes».

Uma certeza temos é que o historiador, Damião de Góis, ao viver  desde muito novo na Casa Real no tempo de D. Manuel I, foi-lhe pedido pelo cardeal-rei D. Henrique, para elaborar uma obra sobre o Venturoso, e nela escreveu que a «MONTARIA DE SOAJO», nas Cortes de Lisboa, de 1498, subsistiu como área de protecção da biodiversidade, mas apenas numa parte fulcral da SERRA DE SOAJO, onde se incluíam as montanhas desde o território da Portela do Lagarto, situada para além do sítio da ermidinha onde se iniciou o culto a nossa Senhora da Peneda, cuja origem continua nebulosa em tempos anteriores a 1500...

Já é seguramente conhecido que o nome "Peneda", como serra, é um produto de aldrabices que timidamente se iniciou em 1875, no marco geodésico do Pedrinho, e que estaria condenado ao insucesso se não houvesse a habilidade aldrabona de desterrarem a designação, Serra de Soajo, para sul do rio Lima, dando também nome às montanhas da Serra Amarela!

Aproveitar estas DEFORMAÇÕES PARA MUDAR O NOME À SERRA DE SOAJO, usando a absurda designação "Peneda/Soajo", não é procedimento com a mínima seriedade...

Mas se a historiadora Paula Costa tiver uma só PROVA que a apresente, porque até hoje, tal como as de Bernardo Pintor nada conhecemos, a não ser no âmbito da ficção...   

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Outro nome do concelho, ou do rio principal, ou da serra, e mudança do verdadeiro conteúdo da montaria?

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Vários disparates são visíveis neste naco de prosa, como a referência de Soajo (concelho e montaria) se relacionar consigo próprio, em Ermelo, e com o imaginado ridículo "peneda/soajo"...

Mentir e enganar, não! A historiadora medievalista Paula Pinto Costa não respeitou, antes quis distorcer, os conhecimentos disponíveis relativos à Serra, Vila e Montaria de Soajo...

DSCF4702.JPGAinda existem pessoas, devidamente, informadas a divulgar que num mero marco geodésico, mencionado neste mapa, e tido, erradamente, como "Peneda" dá o nome à serra  e, é o local de altitude máxima em que a SERRA DE SOAJO culmina, apesar de ser noutra montanha - o Outeiro Maior - , onde de facto, a sua cota atinge, 1416 m!

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A expressão «V.ª e Montaria» muito usada desde o século de 1500,  no concernente ao termo «VILA» nunca foi referido no livro sobre os 500 anos do foral manuelino, e o termo «MONTARIA», não foi  minimamente explicado na sua significação, sendo até referido como «COUTO» quando também esta palavra tem vários significados...

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O guiador "geresiano" de serviço na vila "BARCA/Arcos" como que impôs o disparate que inventou, para manhosamente abater o nome SERRA DE SOAJO!

Paula Costa não escreveu neste naco de texto - MONTARIA REAL DE SOAJO - que foi uma «comarca» ou seja uma circunscrição administrativa para conservação e protecção da natureza, nomeadamente matas ou florestas e de animais silvestres, onde a águia real, o corço, o veado, o urso, o porco bravo pontificaram... 

Paula Costa deve escrever quando tratar da área montanhosa do concelho onde nasceu que se incluem na SERRA PENEDA/SINTRA a flora e a fauna local, em vez de os circunscrever a uma área devidamente delimitada onde os monteiros locais, acompanhados dos SABUJOS DE SOAJO, exerciam com privilégios muito semelhantes aos monteiros, funcionários da comarca de Soajo e, deste modo, será coerente em termos dos disparates que o "arqueólogo medieval" lhe ensinou...

A caça a fazer e, as árvores a abater, obedeciam a normas contidas em regimento específico com a finalidade de IMPEDIR desaparecimentos excessivos!!!...

Armado, em "xico espertinho portuense", vem decretar mais asneiras sem que lhe dirijámos: - Vá mentir para dentro das cabanas da «casamatasoajo»!

Mas enganando, Paula Pinto Costa, ainda a autora de tantas asneiras se prestou a dizer que o mosteiro de Ermelo até chegou a relacionar-se com Soajo, não obstante o cenóbio ter estado antes e depois da fundação de Portugal independente, dentro de um Soajo organizado institucionalmente desde, a idade média até à idade histórica, dita contemporânea, nos âmbitos dos «CONCELHO E MONTARIA DE SOAJO»!

 Paula Costa, nunca escreveria que Sintra, sua terra natal, teve ligações com Portugal?!

Escreveu, Paula Costa, que só os reis da época medieval se interessaram por Soajo, por causa da caça!

A verdade absoluta, de facto, foi outra, pois que, mesmo depois dos anos de 1498, e até 1821,  continuaram os reis a ter interesses especiais pela protecção da biodiversidade e da natureza física em Soajo, mas estes aspectos incomodam muito os comandantes da «casamatasoajo» porque gostam de avassalar!...

O território do «concelho e montaria» de Soajo, estendendo-se da Portela do Lagarto, na fronteira de Lamas do Mouro (Valadares) até à Laje das Cruzes, fronteira de S. Jorge (Valdevez), sendo incomparavelmente muito maior que Castro Laboreiro e Lindoso, poderia não ter foral, apesar de ser também um UM PARQUE RÉGIO DE PROTECÇÃO DA NATUREZA e SOLAR PRINCIPAL DO CÃO SABUJO! 

Que desconformidades!...

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Não estar prevista a continuidade do CONCELHO DE SOAJO foi argumento RÍDICULO apresentado por P. Costa, para rebaixar SOAJO!

Os cães SABUJOS  de SOAJO, obrigatoriamente por LEI, tinham de ser usados para acompanhar os OFICIAIS MONTEIROS nas vigilâncias das «COMARCAS» DA NATUREZA do país (desde pelo menos o rei D. Afonso II, que começou a reinar em 1211),  sendo a MONTARIA REAL DE SOAJO, por outra LEI de 1498,  uma das relativamente poucas «comarcas» que subsistiu ao ser mandada continuar pelo rei D. MANUELI!!!

Não são ESTAS, fortes razões, para contrariar os DISPARATES de Paula Pinto Costa? 

Era Soajo uma terra distante e inacessível? 

Então porquê que FIDALGOS, tais como RUI GONÇALVES DE PEDROSO, filho de Pedro Anes de Araujo, vieram para SOAJO, donde tiveram de ser CORRIDOS pelos SOAJEIROS,  sem trazerem e levarem escadas e escadotes do mosteiro situado no COUTO DE PEDROSO, actualmente no município da cidade de GAIA?!

Alguns "valdevezenses" de meia tigela encomendam tantos DISPARATES ao "arqueólogo medieval" que só mentes tão MALQUERENTES, tão carregadas de ÓDIOS, tão MALDOSAMENTE ARRENEGÁVEIS, podem aceitar...

SACANICES, contra SOAJO, SOAJEIRAS E SOAJEIROS QUE PREZAM A SUA TERRA-MÃE, é a estratégia de profissionais de mentiras e aldrabices a actuarem a partir da "CASAMATASOAJO", fundada por um plebeu lisboano, que gostava de ser primo em INFINITO grau, do ascendente  casteleiro que traiu a sua pátria GALEGA ....

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Os SABUJOS DE SOAJO, para a sumidade em história medieval, NÃO SERVIRIAM para ACOMPANHAR os monteiros, guardadores, das MATAS DO BUÇACO E BOTÃO, no século de 1200, conforme se atesta num PERGAMINHO!